quarta-feira, 24 de junho de 2015

Dica para prevenir doenças respiratórias de inverno

Se alguém me perguntar qual foi a última vez que a Manu ficou doente eu terei que dizer que não me lembro de quando ela estava 100% sem nada. Acho que deve fazer uns três meses que ela está com o nariz escorrendo direto e com uma tosse chatinha.

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Para falar a verdade, acho que ela fica assim o tempo todo, desde que nasceu, entre, alergias, resfriados e gripes. Um dos benefícios (só que não) de morar em São Paulo ou em qualquer outra grande metrópole. A poluição e o tempo seco dos últimos anos têm causado cada vez mais doenças respiratórias e as crianças são as que mais sofrem.

Sempre sofremos com ´ites (rinite, sinusite…) aqui em casa e depois de muitos medicamentos e antibióticos, eu disse chega! Sério, não é possível que esse coquetel de remédios faça bem a minha filha. Acho que essas drogas devem ser administradas na hora certa, mas não como método paliativo para tudo.

Antes de completar um mês de vida a Manu já começou com secreções nasais e como mãe de primeira viagem, fiquei apavorada. Corri para a pediatra (também homeopata) que me sugeriu inalação com soro fisiológico e lavagens nasais com Spray Salsep (não é propaganda viu?), é que foi esse que ela me indicou. Ambos são soluções de cloreto de sódio, mas usados para finalidades diferentes.

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Eu não fazia ideia, mas a higienização nasal com essas soluções de cloreto de sódio hidrata o nariz dos nossos bebês, diminuindo as frequências ou a gravidade dos resfriados. Como o nariz é a porta de entrada das alergias e bactérias, ela diminui o impacto desses “bandidos respiratórios” urbanos.

A Manu odeia os “puxadores de caca” tipo o Nosefrida, mas ama lavar o nariz, desde bebê ela inclina a cabecinha e me deixa colocar o Salsep ou o Rinossoro (uso os dois). Acho que deve trazer uma sensação boa. O Spray acaba trazendo um alívio mais imediato também.

Como essas soluções além de lavar também são descongestionante nasal, são ótimas para passar antes das mamadas já que o bebê não consegue ter força para mamar no peito quando o nariz está entupido. Eu sempre uso na Manu quando ela está resfriada antes de dormir e ao acordar, mas no dia a dia coloco um spray na mochila da escola e as professoras usam quando o ar está muito seco.

A rotina aqui em casa é assim, lavo o nariz da Manu com o spray e faço a inalação em seguida, abrindo as vias respiratórias para o vapor do inalador. Isso ajuda e muito com os sintomas da gripe.

É importante não fazer essa limpeza logo depois que a criança comeu, pois pode causar algum desconforto ou levar ao vomito. Uma fisio que atendeu a Manu quando ela teve seu primeiro quadro de pneumonia, sugeria sempre que eu fizesse antes da Manu comer ou pelo menos uns 40 minutos depois.

Existem várias marcas dessas soluções de cloreto de sódio no mercado, mas fique atenta para ver se a que você escolheu é livre de conservantes, mais indicada para os recém-nascidos. 

Eu perguntei para pediatra da Manu se existe um limite de lavagem nasal, ela me disse que não, podemos passar umas duas vezes ao dia se o ar estiver muito poluído e seco e aumentar a frequência se o pequenino estiver doente.

Uma última dica, deixe um bacia com água no quarto do seu pequeno ou compre um daqueles humidificadores de ar, ambos tem a mesma função, ajudar a diminuir essa secura do ar e diminuir

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