sexta-feira, 26 de junho de 2015

Dicas para aliviar a coceira e o incomodo causado pelo nascimento dos primeiros dentes

Eu não conheço nenhuma mãe que não sofreu nem um pouquinho com o nascimento dos dentes do seu bebê, é imunidade que abaixa, assadura que surge, criança que baba rios e você precisa trocar de roupa ou de babador toda hora e por ai vai. Junto a tudo isso, temos um bebê que fica tentando coçar sua gengiva e altamente irritado com todo esse incomodo.

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Por aqui pelo menos foi assim, a Manu sofria e eu junto com ela, cada dente que surgia era uma febre, um episódio de gripe, intercalado com assaduras feias e com uma bebê super mal humorada que nem comer queria.

Dicas

  • Mordedores Gelados: existem modelos próprios para colocar na geladeira. O bebê sente um alívio imediato com o que é frio. Não se preocupe o gelado não incomoda o seu pequeno, a não ser que ele esteja doente e o médico dele pediu para evitar o contato com o gelado, vai ser ótimo para ele.

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Foto: Mordedor Classic Refrescante

  • Comidas Frias: se o apetite do seu pequeno estiver abalado por causa do dentinho, ofereça alimentos frios, você terá muito mais chances dele aceitar uma fruta ou um iogurte do que um pratinho de sopa.

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· “Dedoterapia”: esse é o método mais antigo de todos – passe o seu dedo (bem limpinho) na gengiva do seu filho em um movimento de vai e vem bem firme, dessa forma ele sentirá um alívio momentâneo, mas terá.

· Mordedores comum: existem uma infinidade de brinquedos no mercado com a função mordedor, mantenha o objeto sempre limpo e deixe seu pequeno enfiar os dentinhos (ou futuros dentinhos) neles.

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Fotos:  Naninha com Mordedor NUK – Hippo e NUK Mordedor Moon

Dedeiras: há disponível no mercado umas escovas de dente para bebês que funcionam como dedeiras, elas são ótimas para fazer a “dedoterapia”.

Escova de Dedo

· Analgésicos ou pomadas: existem alguns medicamentos no mercado que prometem aliviar esses sintomas do nascimento dos dentinhos. Converse com o seu pediatra e veja se ele indica algo que possa ajudar (caso seja isso que você prefira).

Eu particularmente evito tomar remédios ou dar para a Manu quando não necessários, principalmente quando o objetivo não é cura e sim aliviar um sintoma que não há como ser evitado. Essa é uma fase chata, mas vai passar, fica tranquila, logo isso melhora.

Fonte: http://brasil.babycenter.com/a7400038/como-lidar-com-os-inc%25C3%25B4modos-dos-dentes-do-beb%25C3%25AA#ixzz3dzfgMfLh

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Lazer - Minions no Shopping Higienópolis

A Manu está apaixonada pelos Minions, por isso não vamos perder por nada essa novidade que começa hoje:

Minions chegam ao Pátio Higienópolis para agitar as férias das crianças
A partir de 25 de junho, os amarelinhos prometem fazer os pequenos gastarem muita energia com diversas atividades no shopping

Depois de fazerem sucesso quando apareceram pela primeira vez na animação “Meu Malvado Favorito”, em 2010, os Minions estão de volta às telonas neste ano com um filme próprio e, a partir de 25/6 (quinta-feira), invadem o Pátio Higienópolis para agitar e deixar as férias dos pequenos de até 12 anos mais divertidas. O Pátio Higienópolis recebe no Vão Central (Piso Veiga Filho) uma caprichada instalação repleta de atividades temáticas divididas em três áreas: o Centro de Treinamento e a Área de Brincadeiras para crianças de quatro a 12 anos e o Espaço Kids para os menores de até três anos.

2 - Minions_DontMissOut

Juntamente com Kevin, Stuart e Bob, os protagonistas do longa que também estreia em 25 de junho, as crianças têm uma primeira missão a cumprir: completar tarefas para conseguir fazer parte da “Equipe Minions”. Após um rápido alongamento com os instrutores, o primeiro dever no Centro de Treinamento é passar pelos obstáculos de pneus. Logo em seguida, a criançada irá mergulhar numa piscina de bolinhas amarelas para encontrar bananas.

6 - Minions_Espaco2E a diversão não para por aí. A garotada poderá se divertir com brinquedos da Marca Play-Doh, fazer vários Minions de massinha, brincar com cubos mágicos para formar o seu próprio Minion, além de jogar jogo da memória num painel e acertar bolinhas no cesto. No Espaço Kids, pais e filhos podem curtir o “Cineminions”, espaço que exibe o trailer do filme no conforto de almofadinhas e pufes com a cara dos Minions.


3 - Minions_Leaning

A atração fica no Pátio Higienópolis até o dia 12 de julho e todas as atividades são orientadas por instrutores treinados.

Serviço:

“Minions no Shopping Pátio Higienópolis”
De 25/06 a 12/07

Local: Vão Central, piso Veiga Filho

Horário: De segunda a domingo, das 12h às 20h

Classificação: Livre ( atividades para crianças até 12 anos, conforme regulamento fixado no local)
Todas as atrações são gratuitas e sujeitas à espera.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Dica para prevenir doenças respiratórias de inverno

Se alguém me perguntar qual foi a última vez que a Manu ficou doente eu terei que dizer que não me lembro de quando ela estava 100% sem nada. Acho que deve fazer uns três meses que ela está com o nariz escorrendo direto e com uma tosse chatinha.

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Para falar a verdade, acho que ela fica assim o tempo todo, desde que nasceu, entre, alergias, resfriados e gripes. Um dos benefícios (só que não) de morar em São Paulo ou em qualquer outra grande metrópole. A poluição e o tempo seco dos últimos anos têm causado cada vez mais doenças respiratórias e as crianças são as que mais sofrem.

Sempre sofremos com ´ites (rinite, sinusite…) aqui em casa e depois de muitos medicamentos e antibióticos, eu disse chega! Sério, não é possível que esse coquetel de remédios faça bem a minha filha. Acho que essas drogas devem ser administradas na hora certa, mas não como método paliativo para tudo.

Antes de completar um mês de vida a Manu já começou com secreções nasais e como mãe de primeira viagem, fiquei apavorada. Corri para a pediatra (também homeopata) que me sugeriu inalação com soro fisiológico e lavagens nasais com Spray Salsep (não é propaganda viu?), é que foi esse que ela me indicou. Ambos são soluções de cloreto de sódio, mas usados para finalidades diferentes.

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Eu não fazia ideia, mas a higienização nasal com essas soluções de cloreto de sódio hidrata o nariz dos nossos bebês, diminuindo as frequências ou a gravidade dos resfriados. Como o nariz é a porta de entrada das alergias e bactérias, ela diminui o impacto desses “bandidos respiratórios” urbanos.

A Manu odeia os “puxadores de caca” tipo o Nosefrida, mas ama lavar o nariz, desde bebê ela inclina a cabecinha e me deixa colocar o Salsep ou o Rinossoro (uso os dois). Acho que deve trazer uma sensação boa. O Spray acaba trazendo um alívio mais imediato também.

Como essas soluções além de lavar também são descongestionante nasal, são ótimas para passar antes das mamadas já que o bebê não consegue ter força para mamar no peito quando o nariz está entupido. Eu sempre uso na Manu quando ela está resfriada antes de dormir e ao acordar, mas no dia a dia coloco um spray na mochila da escola e as professoras usam quando o ar está muito seco.

A rotina aqui em casa é assim, lavo o nariz da Manu com o spray e faço a inalação em seguida, abrindo as vias respiratórias para o vapor do inalador. Isso ajuda e muito com os sintomas da gripe.

É importante não fazer essa limpeza logo depois que a criança comeu, pois pode causar algum desconforto ou levar ao vomito. Uma fisio que atendeu a Manu quando ela teve seu primeiro quadro de pneumonia, sugeria sempre que eu fizesse antes da Manu comer ou pelo menos uns 40 minutos depois.

Existem várias marcas dessas soluções de cloreto de sódio no mercado, mas fique atenta para ver se a que você escolheu é livre de conservantes, mais indicada para os recém-nascidos. 

Eu perguntei para pediatra da Manu se existe um limite de lavagem nasal, ela me disse que não, podemos passar umas duas vezes ao dia se o ar estiver muito poluído e seco e aumentar a frequência se o pequenino estiver doente.

Uma última dica, deixe um bacia com água no quarto do seu pequeno ou compre um daqueles humidificadores de ar, ambos tem a mesma função, ajudar a diminuir essa secura do ar e diminuir

terça-feira, 16 de junho de 2015

Papo de Especialista: Amamentar é um método anticoncepcional? Posso tomar pílula durante a amamentação? Veja as respostas para essas e outras perguntas.

Na semana passada, fui convidada pelo laboratório Libbs (muito obrigada pelo carinho) para participar de uma roda de conversa com a pediatra e consultora internacional de amamentação pelo IBLCE/EUA (International Board of Lactation Consultant Examiners), Luciana Herrero.

Luciana Herrero mostra amamentacao

Eu que normalmente sou muito cética e reativa diante das “verdades absolutas” que muitos especialistas em amamentação costumam dizer, fui positivamente surpreendida por uma profissional que respeita o que é possível e afirma que se pode “amamentar” até com uma mamadeira.

Ela atua com a missão de diminuir as estatísticas, tentando entender e resolver com carinho os nossos problemas nesse ato de amor que e a amamentação, mas que nem de longe é tão simples quanto as campanhas publicitárias pregam.

Ela formou uma equipe de especialistas e atua orientando as mamães gestantes e as que já estão com o bebê no colo com o aleitamento. Ela garante que o sucesso nesse ato de amor e vida está relacionando a informação, por isso afirma que a amamentação começa na gestação. “A insegurança e os anseios sobre os cuidados com o bebê são comuns principalmente nas mães de primeira viagem. Mas, a confiança vem quando a mulher busca aprendizado antes mesmo do nascimento do bebê. Ela fica mais tranquila quando sabe o que esperar de cada etapa, e como lidar com os possíveis desafios”, explica.

Na roda de mamães, eu era a única que havia amamentado por pouquíssimo tempo, por isso levantei muitas questões, até para entender melhor onde eu posso acertar mais em outra gestação. Sabe que mesmo já tendo passado por isso, ainda tenho muitas dúvidas. São tantas as fontes informais (avós, amigas, mãe...) e formais, que no final fico perdida.

Roda de conversa

Segundo dados oficiais, apesar da grande maioria das mulheres desejar amamentar, depois do parto, a realidade costuma ser bem diferente. A médica conta o motivo. “Isso ocorre, pois, a realidade prática da grande maioria das mulheres no pós-parto não é como mostram os filmes e as novelas de televisão, de puro romantismo. Existem os tropeços iniciais no ato de amamentar, tais como fissuras, empedramento, solidão e mastite. Não devemos esconder esta realidade das gestantes. Ao contrário, devemos prepara-las desde a gestação para enfrentar o que der e vier. Pois a diferença entre o sucesso e o fracasso da amamentação não esta na ausência de dificuldades, mas sim, na habilidade da mulher e da família de lidar com os desafios naturais que envolvem a amamentação. Esperar a chegada do bebê para lidar com os problemas é como lidar com o leite derramado no fogão. O ideal é baixar a fervura desde a gestação, por meio de conhecimentos adequados”.

Uma coisa linda que eu ouvi da Dra. Luciana Herrero neste bate papo e que eu diria para todos os parceiros (ou parceiras) das novas mamães é  “a mulher só amamenta quando é amamentada”. Como assim? É simples, a responsabilidade pela amamentação é 50% do parceiro e 50% da mãe. A mulher precisa de amor, carinho, de calma, de ajuda, de compreensão (não é auto-ajuda é ciência, no momento que se sente amparada e relaxada a mulher libera os hormônios necessários para o sucesso do aleitamento).

Por isso, não adianta se fingir de surdo quando o bebê chora e continuar dormindo nas mamadas noturnas ou achar que como não foi você que pariu que a responsabilidade não é sua.

Perguntas durante o bate-papo e respostas da Dra. Luciana:

1. Desmame: segundo a pediatra, ele deve ser feito aos poucos, como um processo de adaptação e respeito ao tempo da mãe e do bebê, pois além de um ato de alimentação tem forte relação com o emocional de ambos.

2. Pós-desmame: o peito da mãe é como um objeto de transição e conforto do pequeno, por isso, muitos ainda gostam de pegar no seio materno após o desmame para se sentirem seguros. O ato não deve ser coibido (claro que pode ser controlado), pois a criança não entende aquilo como “sexual”, mas sim com toque e carinho.

3. Cobrir o rosto da criança durante a amamentação: inúmeras pesquisas mostram que o contato olho no olho durante o ato alimenta tanto quanto o leite. É por isso que cobrir o seu bebê pode ser altamente prejudicial para a saúde dele pois aumenta o risco de autismo e depressão infantil.

4. Posso tomar injeção anticoncepcional durante a amamentação? Talvez, mas é preciso muito cuidado, pois o nosso corpo muda muito depois do parto e por isso pode reagir diferente aos hormônios da pílula, principalmente uma dose “cavalar” como a da injeção.

5. Cerveja Preta aumenta a produção do leite? Nenhum estudo conclusivo consegue mostrar que ela traga algum benefício. Porém, inúmeros mostram fatores prejudiciais para o bebê no caso do consumo de álcool pela mãe.

6. Comida “forte” aumenta produção de leite? Nenhum alimento e nenhuma fonte de gordura consegue aumentar a produção de leite, apenas o consumo de água é um fator que trás resultados reais.

7. A atividade física pode diminuir a produção do leite. Mentira! O leite não fica estocado na mama, por isso não azeda se “chacoalhado” durante a prática de um esporte. O que pode acontecer é mudar um pouco o gosto do leite no caso de uma mãe que correu uma maratona ou exerceu uma atividade de plena exaustão.

Sete mitos e fatos sobre amamentação

1. Amamentar é um método anticoncepcional 100% viável para todas as mulheres.

Mito. Algumas mulheres podem voltar a ovular mesmo no período da amamentação quando o ciclo menstrual está bloqueado devido à supressão dos hormônios. E para que funcione é necessário que a amamentação seja exclusiva com as mamadas muito frequentes, com curtos intervalos entre uma e outra. Como esta rotina não é para todas, o ideal é que ela já comece a adotar algum tipo de método contraceptivo a partir da sexta semana após o parto. Logo no primeiro retorno ao ginecologista, o ideal é que a mãe converse sobre o método mais adequado para evitar uma nova gravidez em pouco tempo. Ele irá orientá-la sobre o uso de camisinha, DIU, implantes ou até mesmo as pílulas de progestagênio, que são as mais indicadas para esse período.

2. A mulher que está amamentando pode tomar qualquer tipo de pílula.

Mito. Para ajudar nessa resposta, a Dra. Luciana ouviu o especialista em ginecologia e obstetrícia pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, Achilles Cruz. Ele explica que existe uma pílula anticoncepcional desenvolvida especialmente para as mamães que estão amamentando. São compostas de progestagênio, hormônio que inibe a ovulação. Conhecidas como minipílulas, elas podem ser tomadas a partir da sexta semana depois do parto. Como são livres de estrogênio, não inibem a produção de leite materno nem tampouco interferem na sua qualidade e volume. Outro benefício é que seu princípio ativo não passa para o leite, não alterando seu gosto ou qualidade. E, então, você terá segurança dupla. Primeiro quanto ao seu filho e depois com uma nova gestação durante essa fase. Segundo o médico, as mulheres que estão amamentando não podem usar as pílulas comuns, chamadas hormonais combinadas, porque podem diminuir a quantidade do leite além de transferir o hormônio feminino para ele e, consequentemente, para a criança.

3. Engravidar enquanto está amamentando é benéfico

Mito. Não existe um intervalo estabelecido entre uma gravidez e outra, porém, é aconselhável que a mulher não engravide enquanto estiver amamentando, porque a sobrecarga da amamentação somada a uma nova gestação pode comprometer a saúde da mãe, caso ela não tenha uma condição nutricional adequada.

4. A alimentação da mãe influencia o leite.

Verdade. Tudo o que a mãe come acaba passando para o leite materno. Por isso, é importante que a mulher faça uma dieta saudável e beba bastante líquido nesse período. O consumo de bebidas alcoólicas ou cigarros é contraindicado. Medicamentos, por exemplo, só devem ser tomados com orientação médica.

5. O leite materno pode ser fraco

Mito. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, muitas mulheres têm essa percepção porque comparam seu leite ao da vaca que é mais denso e consistente, tem moléculas maiores e sua digestão é bem mais lenta. O leite materno tem 97% de água e, por isso, é facilmente digerido e logo o bebê sente fome novamente. Além disso, o leite humano é composto por células vivas que transferem para o bebê a imunidade materna aos agentes infecciosos. Os glóbulos brancos presentes nele levam os anticorpos da mãe para o filho. O que poucas mulheres sabem é que quando o bebê começa a sugar, o leite materno tem maior concentração de água mesmo, é normal, é chamado de “anterior”. Nessa fase, ele contém ainda vitaminas, minerais e anticorpos. Após um tempinho de mamada, começa a descer o leite que chamamos de “posterior”, que é mais rico em gordura, que fornece mais energia e permite que o bebê fique satisfeito e ganhe peso. Por isso, a recomendação é que a mãe ofereça um seio por mamada, ou seja, que a mamada não seja interrompida até que o bebê consiga ingerir bastante quantidade do leite posterior, que tem mais gordura. Somente depois de esvaziar uma mama, se necessário, o outro seio deve ser oferecido, o que normalmente com bebês maiores, que já mamam muito. Desse jeito você garante que o bebê retire do peito o leite anterior, rico em água, e o posterior, rico em gordura.

6. Seio pequeno não produz leite

Mito. O tamanho do seio não tem influência nenhuma no sucesso da amamentação! O que faz a diferença no tamanho dos seios não é a quantidade de glândulas, mas a quantidade de gordura de cada mama. As células produtoras (glândulas mamárias) e os ductos de leite são os mesmos em todas as mulheres, até mesmo naquelas que fizeram cirurgia plástica para colocar prótese de silicone. Só no caso de cirurgias redutoras é que este número pode ser reduzido. É mito associar tamanho de seio com fartura de leite. O processo de produção do leite começa durante a gravidez quando o tecido glandular já começa a ser preparado. Por isso, os seios vão ficando maiores principalmente no final da gestação. Após o parto, a resposta hormonal estimula as glândulas mamárias a produzir o leite e a conduzi-lo por meio dos seios até o bico para que o bebê possa mamar. A produção aumenta gradativamente. Assim, a quantidade de leite que seu filho vai receber depende das suas próprias necessidades, e de quanto a mama seja estimulada adequadamente. Quanto mais ele sugar, mais leite será produzido.

7. Estresse influencia a produção de leite.

Verdade. Quando a mulher está muito cansada ou ansiosa, a produção do hormônio ocitocina, que é o responsável pela vasão do leite, é reduzida. O que pode prejudicar a descida do leite, e em casos graves até secar o leite!

terça-feira, 2 de junho de 2015

Você conseguiu amamentar? Surpreendente resultado da enquete.

Sempre gostei de pesquisas e por muito tempo pensei em trabalhar nessa área. Acabei desistindo, mas entendo ainda a estatística como uma forma importante de quebrar certas verdades absolutas.

Há algumas semanas lancei uma enquete na Fanpage e no IG do Papo Maternidade para saber quantas mamães haviam conseguido amamentar e por quanto tempo. Meu objetivo era entender se todos esses tabus e críticas como “toda mulher pode amamentar” ou “amamentação prolongada não é bom”, entre outros tantos são reais.

Obtive 203 respostas, li e tabulei cada uma delas. Eu não posso garantir cientificamente que o resultado que trago é uma representação de todas as mães. Porém, pela diversidade de público que a internet permite, acho que temos pelo menos uma pista da verdade.

Você conseguiu amamentar?

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Minha primeira surpresa. Sempre li inúmeros artigos ou especialistas em aleitamento falando das mulheres que não amamentam e de seus “erros”. Por isso, concluía que a maioria das mulheres não amamentava ou dava LA para seus filhos.

Em um universo de 203 leitoras, 174 disseram que sim, que conseguiram amamentar e 82 dessas mamães ainda amamentam. Apenas 27 mulheres disseram que não amamentaram ou conseguiram por pouquíssimo tempo.

Importante: Considerei como NÃO as mamães que deram leite materno aos seus filhos até no máximo 4 meses, já que o ministério da saúde pede um mínimo de 6 meses.

Minhas conclusões

A maioria das mulheres consegue amamentar?

Sim, verdade. A maioria consegue alimentar seu bebê exclusivamente com o leite materno por muito mais do que 6 meses conforme a tabela de tempo que vocês verão a seguir.

E as 27 que não conseguiram? Não tentaram? Não quiseram?

Contando comigo, as 28 mulheres que não conseguiram são as exceções que por questões biológicas, emocionais ou por rejeição do próprio bebê não tiveram sucesso na amamentação.

Nenhuma mãe deste universo disse que não gostava e por isso desistiu, todas disseram que tentaram de tudo e usaram a palavra “infelizmente” para reforçar que não dar o leite materno não foi uma opção.

É muita falta de bom senso achar que nós estávamos preocupadas com a dor ou se o peito ia cair ou deformar para não amamentar. Isso é um grande mito que talvez represente uma pequena porcentagem de mulheres, mas que não é de forma alguma o motivo principal da maioria de nós que não amamentou.

A mulher que não consegue amamentar o primeiro filho terá problemas também com os próximos. Verdade?

Mito. Pelo resultado que obtive a questão do leite está relacionada a cada gestação especificamente, tem mãe que não consegue no primeiro filho e amamenta por mais de dois anos do segundo e vice versa. Não existe uma regra para isso.

Por quanto tempo você amamentou?

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Esse resultado me surpreendeu muito, já que vivo ouvindo as pessoas dizendo que mulheres optam por não amamentar por questões estéticas. Bom, a não ser que meu universo de mães leitoras esteja muito fora do normal, quem fala isso diz uma besteira das grandes.

Amamentação prolongada considera os bebês que mamam por mais de um ano de vida leite materno. Temos um resultado de 116 mulheres que seguem ou seguiram a amamentação prolongada, sendo que dessas 32 mulheres o fizeram por muito mais que 2 anos de vida.

Minhas conclusões

A amamentação prolongada é ruim?

Mito. Ao perceber que 116 mulheres optaram por esse tipo de amamentação e quase nenhuma disse que enfrentou problemas com o seu bebê ou com sua vida pessoal, acho que deve ser bem possível seguir com o leite materno até quando bebê e mãe desejarem.

A mãe que não segue a amamentação prolongada está errada?

Primeiro que para mim, as palavras “mãe” e “errada” não deviam gramaticalmente estar na mesma frase. Nenhuma leitora se mostrou arrependida pela opção de dar continuidade ao aleitamento, na verdade todas se mostraram muito felizes com a conquista.

Que tal agora ouvir um pouco dessas histórias?

Depoimento das Leitoras

1) Não consegui.... nenhum dos dois.... o menino tem 6 anos e amamentei 15 dias..... e não ganhava peso... meu leite só pingava... tomei plasil mas nem fez efeito... a segunda tem 7 meses... mesma situação... amamentei 10 dias.... e nada de leite... meu bico é pequeno.... rachou demais.... tomei medicação mas nada resolveu.... resumindo.... os dois na mamadeira. Não foi por não tentar.... é que não tive mesmo!!!! E digo e repito quantas vezes forem necessárias.... não sou menos mãe por causa disso! Não deu... não deu! Então faço o que for melhor e pronto!

2) Eu amamentei a 1° até os 7 meses e a 2° filha até os 6 meses, mas não por opção, porque pra mim é uma das melhores coisas em ser mãe! Um elo maravilhoso, mas aconteceu porque meu leite secou, tive que voltar a trabalhar e falta da rotina da amamentação fez secar meu leite!

3) Amamentei até o segundo mês. Eu tive ajuda de uma especialista em amamentação, mas meu leite era muito pouco e não consegui aumentar o fluxo e a Ivy acabava se satisfazendo com a mamadeira. Gostaria de ter amamentado mais, mas tenho certeza que fiz o possível pra oferecer essa oportunidade pra minha filha!

4) Eu consegui amamentar por 1 mês e ainda assim junto com complemento. Tentei de tudo pra ter mais leite, mas infelizmente não foi possível! Não me culpo pq tentei dar o melhor de mim e Hoje minha filha vai fazer 6 meses e está com saúde e cada dia mais linda!

5) Infelizmente fiz uma redução de mama a 12 anos atrás e isso influência na amamentação! Tive muito pouco colostro durante a gestação e quando ela nasceu sentia meu seio imenso, pesado e quente. Tomei remédio para ajudar a descer o leite, mas infelizmente o leite não desceu...NENHUMA GOTA, também não tinha bico ( bico inverso). Estou querendo engravidar de novo e desejo ardentemente conseguir amamentar seja o tempo que for.

6) Três anos completados no último dia 10 e minha pequena continua mamando.

7) Minha filha tem 1 ano e 2 meses, ainda amamento, mas tenho um problema, com isso ela não toma nada que tenha sabor de outro leite, nem mingau, nem batido com frutas, com nada! Com isso ela fica 24h agarrada comigo, ela não fica com ninguém por muito tempo. Preciso voltar pra faculdade, trabalhar, mas assim fica difícil. Ela come muito pouco, tenho medo de não ser o suficiente. Alguém mais passa por isso pra me dar dicas?

8) Minha filha tem 1 ano e 7 meses e ainda amamento! meu leite demorou descer então no começo tive que dar mamadeira mas depois que o leite desceu então fiquei só no peito com 6 meses comecei com alimentos sólidos e peito e pretendo retirar com dois anos mas já percebo que terei dificuldades!

9) O meu filho tá com 10 meses e ainda estou amamentando. Está na escola desde os 6 meses e nunca deixei de amamentar ele, mesmo ele tomando o leite artificial. Acho de extrema importância o aleitamento materno e mais ainda o vínculo que e cria com os pequenos nesse momento que só as mães podem proporcionar. Amo amamentar e defendo mesmo.

10) Meu primeiro foi ate 2 anos e 2 meses, largou sozinho, meu segundo tem 1 ano e ainda amamento 

11) Eu amamentei. Estou grávida e quando descobri a gravidez o meu primeiro ainda mamava. Tinha quase 2 anos (faltava 1 semana pra completar). O plano era seguir por quanto tempo ele quisesse. E assim foi. Eu não negava o peito nunca. Mas quando eu via que ele queria estar próximo eu o distraía e tentava ver se queria de fato o peito ou só atenção. Quando ele pedia eu oferecia, senão eu não falava nada. Houve pressão para o desmame, pois ele mamando iria "aniquilar o bebê", mas decidi continuar. Mas 4 dias depois dele completar 2 anos ele parou de pedir. O desmame foi por conta dele, sem trauma graças a Deus.. Esse era meu medo. Mas não foi assim.. Hoje ele chega, cheira o peito e diz : é o mamá! Se eu pergunto: quer? Ele diz que não. Não sei como será com o segundo, mas se eu conseguir amamentar será até o tempo que ele quiser.

12) Eu amamentei meu primeiro filho até 2 anos e 3 meses. Minha menina e segunda filha tá na amamentação exclusiva, pois tá com 4 meses. Eu pretendo amamenta- la até uns três anos.

13) O primeira amamentei 2 anos,o segundo ate 1 ano e o terceiro agora passei 4 dias na maternidade sem leite,fiquei triste e achei que não ia amamentar,ai no quarto dia chegou,ele tem 4 meses e tenho bastante leite.

14) 2 anos 7 meses e 9 dias. Noites inesquecíveis e longas. Dias maravilhosos que ainda me lembro e da saudades.

15) 8 dias apenas.

16) Meu bebe esta com 9 meses e eu o amamento... mas não foi fácil. No começo uma pediatra falou que ele precisava de complemento, troquei de pediatra. Com muita insistência consegui amamenta-lo e ele foi ganhando peso. Talvez ate um ano.

17) Não tenho bico, mas a minha bb sempre mamou ainda mama esta com 10 meses.

18) Minha primeira filha amamentei 2 meses (hoje tem 6 anos), e meu filho está c 11 meses e ainda amamento, e vou continuar até ele não querer mais.

19) Amamentei por 9 meses e parei pq estava emagrecendo muito!! Kakakkak perdi 10 quilos num piscar de olhos estava pesando 45 quilos o meu filhote estava uma bolotinha de gostoso e eu uma vareta!!! Kkkkkkk.

20) Oi consegui por seis meses meus gêmeos, maioria das mamadas meu leite e complementando com o Aptamil, até que eles aumentaram muito a quantidade e começaram a não querer mais pegar o peito, isso para mim foi triste pq amava amamentá-los.

Fonte: http://brasil.babycenter.com/a3400266/amamenta%C3%A7%C3%A3o-prolongada