sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Dicas de Beleza: Glambox de Outubro

Quem disse que beleza não põe mesa estava redondamente enganado, beleza coloca mesa, arruma cama, lava a roupa e ainda passa rsrs! Toda mulher quer se sentir bonita, mesmo que seja para dar conta da rotina frenética de cuidar de uma casa e dos seus príncipes e princesas.

Eu amo aquela área de cosméticos que muitas farmácias possuem, eles não perdem para nenhuma grande loja do ramo, conseguem oferecer ótimos produtos e novidades, facilitando ainda a sua rotina já que você pode comprar o leite, a fralda, o Rinossoro e todas aquelas coisinhas básicas do nosso dia a dia de mãe.

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A Glambox desse mês foi resultado de uma parceria coma Drogaria Iguatemi, uma caixinha recheada de presentes incríveis. Eu testei tudo com muito carinho para poder contar para vocês:

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1. Pads Removedores de Maquiagem da Belliz: amei amei amei e super recomendo! Gente, eu usei para tirar aquela máscara de cílios Colossal da Maybelline (quem usa sabe que é uma massa) e saiu super fácil. Meu olho não ficou oleoso e o cheirinho é muito bom. Outra vantagem é que o pad é mais grosso o que torna sua remoção da maquiagem mais eficiente, diferente dos lencinhos removedores que comigo não funcionam muito bem.

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2. Lip Ice – Protetor Labial – Sheer Color: eu adorei a proposta desse protetor, ele muda de cor conforme o tom da sua boca, tendendo para um tom de rosa. Os lábios ficam hidratados e com uma leve cor, podendo ser usado como batom para aquele dia que você não está pensando em nenhuma produção. Tem um cheirinho e um frescor de menta. Além de tudo isso, por ser de cera de abelha pode ser usado em pessoas que possuem a pele dos lábios mais sensíveis.

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3. Bepantol Derma Solução – Cabelos e Pele Hidratados: para quem conhece só a pomada de assaduras para bebê eu faço um convite para testar a linha de tratamento e cuidados para pele e cabelos que eles possuem. São incríveis e oferecem ótimos resultados. Esse especificamente é como um óleo (queridinho de muitos cabelereiros) e pode ser usado de diversas formas. Muita gente mistura um pouco da solução na máscara de tratamento dos fios ou aplica diretamente, na função de hidratação. Eu sou daquelas pessoas que tem a canela meio cinza, por isso preciso passar hidratante na pele, principalmente depois da depilação, uso muito o Bepantol Derma e MEGA recomendo.

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4. Sabonete Facial Neutrogena Deep Clean: já sou uma consumidora dos sabonetes de marca mas não conhecia esse com grapefruit (toranja) e gostei, achei o cheirinho super gostoso.

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6. Roc Minesol Oil Control: este é um dos únicos itens que eu não sou muito fã (mas tenho amiga que ama), eu já usei anteriormente e posso dizer que não me agradou muito. Ele é um protetor solar para o rosto que realmente não deixa a pela oleosa, porém fica meio granulado e “farinhento”, parece que sua pele está descascando ou algo assim.

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7. Colgate Luminous White Instant: eu não posso usar esses cremes dentais com agentes branqueadores porque causam sensibilidade nos meus dentes, mas o maridão usou e disse que sentiu clarear um pouquinho (pouquinho mesmo rs).

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8. Cellu Destock Serum Flash da Vich: como só veio uma amostra grátis, não dá para afirmar quais são os resultados, mas ele promete diminuir a celulite e afinal a silhueta. Eu já usei outros produtos da Vich e achei que tinham um bom resultado. Não é milagre, mas eu já chegue a sentir uma redução de 20% mais ou menos das minhas celulites o que já é ótimo. Mas não adianta não cuidar da alimentação e fazer atividade física, ele é só um creme e não um milagre em forma de tubinho rs.

 

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Que decisões tomar antes da hora do parto

A hora do parto é uma incógnita. A gente nunca sabe o que vai acontecer, por isso é muito importante definir antes alguns detalhes que podem ajudar na hora H, inclusive para não criar constrangimento para ninguém. Já pensou o seu marido ter certeza que vai assistir o parto, e você ter certeza que quem estará ao seu lado na hora é sua mãe? Conversem sobre todos os detalhes antes, e se possível deixe tudo por escrito, para não ter dúvidas caso alguém tenha que comunicar as decisões no seu lugar.

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Abaixo alguns assuntos importantes para discutir e decidir antes do bebê chegar:

- Seu marido vai assistir ao parto?

- Você quer ficar em um quarto particular durante o trabalho de parto?

- Pretende realizar o parto em uma posição não convencional?

- Prefere que o parto seja feito em quarto especial e não em um centro obstétrico, em caso de parto normal (lembrando que a maior parte dos hospitais nào tem essa opção)?

- Quer alojamento conjunto com o bebê após o nascimento?

- Quer receber visitas na maternidade ou somente em casa alguns dias após o parto?

- Gostaria de andar, comer ou tomar um banho relaxante enquanto espera o bebê nascer (lembrando que a maior parte das maternidades não permite que você coma ou tome sequer água, pois se precisar de uma cesárea de emergência, deve estar em jejum)?

Quarto sem cama - a proposta Montessoriana e minha experiência

Quando comecei a montar o quarto da Manu eu descobri a Pedagogia Montessoriana aplicada a casa, principalmente ao quarto do bebê, logo me apaixonei pela ideia de montar um ambiente seguro e adaptado as necessidades da criança e não as minhas próprias. Tudo lindo né? Mas na prática as coisas foram um pouco diferentes…

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Antes, para quem não conhece, a Pedagogia Montessoriana foi criada em 1907 por Maria Montessori, primeira mulher italiana a se formar médica. Além da carreira em medicina ela era educadora e criou um método baseado na relação da criança com um ambiente criativo. A ideia era que o ambiente estimulasse o aprendizado sozinho e espontâneo.

Por isso, a ideia é que a casa é da criança e não dos pais, deve ser segura e estimulante, evitando as coibições, os excessos de “ai não pode” e os riscos relativos a insegurança de alguns objetos ou móveis.

Eu montei o quarto da Manu parcialmente montessoriano por que não consegui evitar a cômoda/trocador. No restante estava tudo bem, usei o colchão no chão por mais ou menos uns 5 meses, a Manu não rolava ainda e estava tudo indo a mil maravilhas até chegar o verão e eu descobrir (morava a pouco tempo na minha atual casa) que onde vivo há muito pernilongo.

Junto com a minha infeliz descoberta a Manu começou a engatinhar e as vezes acordava entre o colchão e o chão, mas mesmo assim, o método não atrapalhava o seu sono ou o meu, eu colocava travesseiros e colchonetes e ela não ficava no chão totalmente.

Até que foi inevitável a compra de um mosquiteiro e daí surgiu o impasse, a Manu que começou a engatinhar acordava e começava a se enrolar no mosquiteiro o que passou a ser uma situação perigosa para ela.

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Sem pensar duas vezes troquei o colchão no chão por um daqueles berços móveis e foi assim que resolvemos a situação, não deixo de oferecer um ambiente legal e ao alcance dela, porém precisei adaptar o método a minha realidade. Só que agora o berço está pequeno e eu tenho que mudar a Manu para uma cama, mas e ai? Como mudar um bebê de 18 messes que está há mais de um ano dormindo em berço e que não está acostumada a dormir em cama ou colchão?

A resposta eu não sei, mas em breve eu te conto, pois mudei hoje o quarto dela e vamos ver o que vai dar!

IMPORTANTE: algumas mamães me perguntam como montar um quarto montessoriano, seguem algumas dicas:

1) Colchão do Chão ou cama baixa – pode usar desde o nascimento do bebê

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2) Imagens - na altura dos olhos da criança.

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3) Rodízio de brinquedos.

São cerca de 6 de cada vez.

4) Livros ao alcance da Criança.

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5) Espelho (o ideal é que seja de acrílico como o meu, pois é mais seguro para criança). Na horizontal quando o bebê ainda não anda e na vertical quando a criança já fica em pé.

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6) Proteção no chão para diminuir o impacto quando a criança cai.

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7) Móveis fixados na parede.

A estante da Manu é parafusada na parede.

8) Tomadas protegidas.

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9) Barra de apoio para ajudar a criança a se apoiar e andar.

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Fonte: https://www.pinterest.com/pin/457748749598499307/

10) Estimulo a independência e escolha – roupas a disposição.

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Fonte: Blog Potencial Gestante

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Desabafo: eu achava amamentar um saco

Dia desses estava conversando com a minha prima e ela, cheia de vergonha, me contou que achava um saco amamentar. Na hora eu disse: EU TAMBÉM! A cara de alívio dela foi notória e me trouxe alívio também, e foi isso o que me motivou a vir escrever esse post. Mamães que não acharam amamentar a oitava maravilha do mundo: vocês não estão sozinhas!

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Existe uma lenda sobre a amamentação tão grande que ao final da gravidez imaginamos que na hora que o bebê pegar o bico do nosso seio uma luz irá pairar sobre nós, querubins tocarão arpas em nossos ouvidos e uma conexão nunca antes vista será magicamente formada entre eu e meu bebê.

Se você sentiu e viu tudo isso, parabéns! Se não, parabéns também, porque você é sim uma mulher normal.

Na hora que Alice pegou meu peito pela primeira vez eu não senti muita dor, porque acho que ainda estava meio abobada das minhas 5 horas de franco trabalho de parto. Lembro que olhei e vi que estava saindo um pouquinho de sangue. Não ardia, mas não dava barato também, sabe? Isso foi na sala de parto, algum bons minuto depois de ela nascer. Eu não conseguia raciocinar direito ainda.

Eu amamentei até os 11 meses e meio, e foi exclusivo no peito até os 6 meses, e sei que era o melhor e mais importante momento para a minha filha. Se precisasse faria exatamente igual de novo, como pretendo fazer com os próximos filhos. Não senti dor na maior parte das vezes, nào tive maiores problemas, meu peito não rachou, não sangrou mais, não tive mesmo grandes problemas. Mas daí a dizer que eu sentia prazer, que era a melhor hora do dia, e que isso era o que fazia a minha conexão com a minha filha acontecer tinha um passo gigantesco.

Existe, infelizmente, uma expectativa da sociedade para que gostemos de amamentar, e foi isso que vi no rosto da minha prima quando ela me disse baixinho que achava um saco. Ela sentia vergonha. E não havia ali motivo algum para sentir vergonha!

A sociedade espera muito de nós, e isso nos limita. Limita a sentirmos o que precisamos sentir. Nos limita a sermos verdadeiras com nossos sentimentos até com nós mesmas. Mãe nenhuma precisa disso, ainda menos no pós-parto. Pois bem sociedade, aqui está a minha verdade: eu amamentei, eu fiz o que era minha obrigação como mãe, como responsável por aquele serzinho tão pequeno e indefeso. Tornei-o forte, um touro. Mas não me obrigue a dizer que amo cada minuto da maternidade só para parecer boa mãe. Garanto que sou tão boa mãe quanto as que sentem prazer em amamentar, e talvez seja até um tiquinho melhor do que as que mentem sobre gostar.

E sobre a conexão com a minha filha, ela vai muito bem, obrigada. Quem nos conhece sabe o quanto somos ligadas, o quanto nos entendemos bem, o quanto nos amamos. Eu fiz sim com que os momentos de amamentação fossem prazerosos para ela, sem precisar, para isso, deixar de ser, pensar e agir como eu mesma.

Não se sinta sozinha mãe-amiga que também não viu a luz na amamentação. Estou aqui, ao seu lado.

A Cor do Cabelo do Bebê

Eu sou morena e meu marido tem um cabelo loiro escuro, por isso sempre imaginei que meu bebê seria moreno ou teria o cabelo mais escuro como eu, porém a Manu nasceu loirinha e estamos com aquela dúvida, de que cor será o cabelo dela no futuro?

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Em uma pesquisa descobri que os bebês asiáticos e os com cabelos escuros tendem a nascer mais cabeludos e os de cabelinho mais claro costumam ser mais ralinhos (bateu com a Manu, ela era super carequinha e até hoje não consigo fazer uma chuquinha direito).

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Ps: Olha como a Alice (foto 1) nasceu bem mais cabeluda que a Manu!

Lá pelos 6 meses de vida o bebê costuma ter uma queda de cabelo que é normal e a penas a partir do primeiro ano que começa a nascer o cabelo definitivo, porém mais fininho e claro pois a produção de pigmentação ainda é baixa. Só lá pelos dois os três anos de vida é que vamos conseguir saber a cor real dos cabelos dos nossos pequenos e até se serão cabelos lisos ou cacheados.

Agora eu já sei, quando alguém me perguntar se a Manu é loirinha eu vou responder que ela “está loirinha”, mas que só tempo vai dizer qual será a cor de seus cabelos. Ai que curiosidade!!!

Quer tentar descobrir a cor do cabelo do seu filho? O site Guia do Bebê tem uma calculadora, clique aqui e acesse a ferramenta. http://ferramentas.guiadobebe.com.br/calculadora-da-cor-dos-cabelos-do-bebe/

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI204309-10588,00.html

           http://brasil.babycenter.com/a1500175/como-%C3%A9-um-rec%C3%A9m-nascido

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Minha filha bateu em alguém. E agora?

Essa semana me bateu o desespero quando abri a agenda do berçário da Alice. Lá tinha um recadinho das tias pedindo para conversar com ela pois ela estava batendo nas tias quando era contrariada e cuspindo. Meu mundo caiu.

Em casa a Alice é super amorosa. Algumas poucas vezes ameaçou bater e nós repreendemos, explicamos que não pode fazer isso, explicamos que tem que fazer carinho nas pessoas, e nunca mais aconteceu. Ela também cuspiu uma vez, quando eu estava colocando ela no carro após a escola. Na hora repreendi, expliquei que estava errado fazer aquilo, que cuspir só quando estava na pia escovando os dentes ou então quando tossia, e também nunca mais aconteceu.

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Mas e agora?! Como repreendê-la por um comportamento que não presenciamos?

Fui pesquisar sobre o assunto, e segundo o BabyCenter “pontapés, tapas e socos acabam sendo uma alternativa quando a criança ainda não consegue se comunicar bem e tem uma imensa vontade de se tornar independente”, mas é claro que nào é porque são comuns que devam ser ignorados ou aceitos, não é?

Abaixo uma lista do que podemos fazer para minimizar os impactos desse comportamento e ajudá-los a se expressarem de maneira mais amorosa:
- mantenha a calma, mesmo na hora das broncas. Gritar não surtirá efeito
- deixe os limites sempre claros. Não deixe o comportamento se repetir para dizer que não pode. Repreenda desde a primeira vez.
- mantenha firmeza e coerência na disciplina. Se ficou de castigo porque mordeu a primeira vez, deixe-o de castigo sempre que morder.
- depois que ele se acalmar converse sobre o que aconteceu, peça a ele para explicar o que o deixou tão bravo a ponto de bater no próximo. Ensine-o a lidar com a raiva de outras maneiras, falando como se sente, por exemplo.
- elogie sempre que ele se comportar bem.
- leve-o para praticar atividades. Crianças precisam gastar essa energia que acumula.

Se isso já aconteceu com você, pode acreditar: eu sei o quanto é ruim. Me senti a pior mãe do mundo ao ler o recado na agenda, como se não soubesse educar e ensinar uma criança com menos de 2 anos! Mas lendo sobre o assunto me tranquilizei, pois entendi que é um comportamento comum da idade, e que agora sim é que meu papel para orientá-la será ainda mais importante.

E com você, já aconteceu algo parecido? Seu filho bate ou já bateu nos outros? Como você reagiu? Me conta para nos sentirmos melhor juntas?

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

A escolha da maternidade

Desde o sétimo mês marido e eu começamos a pesquisar para definir a maternidade que Alice iria nascer. A obstetra logo disse que se meu plano atendesse eu poderia escolher qualquer uma das 4 mais conhecidas e populares: Hospital Santa Joana, Maternidade Pro Matre, Hospital São Luiz e Hospital Santa Catarina.

O Hospital Santa Catarina foi o primeiro que tirei da lista. Um ano e pouco antes eu havia ido lá para fazer um exame com  minha mãe e achei muito hospitalzão, sabe? Me pareceu um lugar para curar doenças, e não para uma bebê nascer… O São Luiz foi o segundo a sair da lista, porque meu plano só cobre o parto na unidade do Morumbi, que é a dezenas de quilômetros daqui de casa. Imaginem só minha bolsa estourar na segunda-feira às 7h da manhã? Eu chegaria lá de noite, rs.

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Ficamos então entre o Santa Joana e a Pró-Matre, que por um acaso fazem parte do mesmo grupo, são do mesmo dono. Visitamos os dois e nos sentimos muito bem em ambos. O Pró-Matre é muito, muito, muito menor. Os quartos são menores, todas as instalações são menores. Nesse sentido ele é também mais aconchegante, uma sensação de estar em um hotel, e não em uma maternidade.

Já no Santa Joana a estrutura é toda maior. O quarto standard é bem maior, há berçários em quase todos os andares, e realmente parece mais um hospital, mas sem aquela coisa hostil que senti no Santa Catarina. Lá eu me senti como quem está em um hospital especializado em bebês. Não temos como visitar os quartos LDR, que são os quartos para quem opta pelo parto normal, mas pelas fotos que recebemos também gostei mais dos do Santa Joana, parecem maiores e mais confortáveis.

Conversamos então com a médica e ela nos disse que ambos são boas escolhas, que em ambos seríamos bem atendidos e que em ambos meu desejo de ter parto normal seria respeitado. Inicialmente eu pensei que você chegava no hospital e vinham todos com aquele papinho de que a bebê está assim, está assada e que é melhor fazer cesárea. Falei com a médica sobre esse medo e ela me garantiu que isso não iria acontecer, que quem decide o método do parto somos eu e ela, e que nossa decisão sempre será respeitada.

Posto tudo isso, optamos pelo Santa Joana. Me senti mais acolhida e confortável lá, e no fim a escolha foi excelente. Abaixo, alguns pontos que você também deve considerar na sua escolha:

- a maternidade deve refletir o que você espera. Se você prefere um ambiente aconchegante, que não pareça hospital, considere esse um ponto importante. Se você prefere estar cercada das tecnologias mais avançadas, considere esse ponto.

- saber se seu plano de saúde cobre o parto na maternidade escolhida também é muito importante. Caso não cubra, mas você não queira abrir mão dessa escolha, confira com o plano as opções de reembolso.

- A indicação do obstetra é muito importante. Você certamente vai se sentir mais confortável na maternidade indicada pelo obstetra, sabendo que ele também está num ambiente confortável.

- Quanto mais avaliações boas o hospital tiver, mais pontos positivos. Se suas amigas e irmãs elogiam, considere essas opiniões.

E por fim, um ponto importante: certifique-se que sua opção de parto será respeitada. Nas visitas que fiz, sempre me preocupei em perguntar como seria caso eu quisesse parto normal, e me garantiram que meu desejo seria respeitado. Isso para mim era o mais importante.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Festa - Inspirações para comemorar o primeiro mês do bebê

O primeiro mês do bebê é sempre um marco. A vontade de festejar por ter sobrevivido a esses 30 dias é tão grande quanto a vontade de dormir por 12 horas. eu optei por comemorar e quase me arrependi. A casa cheia, cerca de 20 pessoas próximas e queridas nos felicitando pela chegada da Alice, e eu ardendo em febre e com mastite. Imaginem…

Mas se você está se sentindo bem, e gosta de festa como eu, não tem porque não comemorar, não é? Abaixo algumas ideias que você poderá usar para decorar e para servir nesse dia tão especial.


Fonte: Pinterest e Confeitaria da Luana

Fazer um bolo temático para o primeiro mesverário é um charme. Mas não se esqueça que o bebê não pode nem chegar perto. Se a festa for mais íntima, somente os papais e os vovôs, fazer cupcakes também é uma ótima pedida.

Fotos: Quitandoca Fotografia

A festa de um mês tem que ser rápida, isso é fato. Mamãe cansada, bebês muito novinho, família querendo se curtir. Festejar é bom, mas nesse caso uma horinha de comemoração já está mais que bom. E como a mamãe já tem muitas coisas para se preocupar, o cardápio nào deve ser um deles. No primeiro mês da Alice fiz lanchinhos de pão de forma com patê e alface e foram o maior sucesso. Fácil, rápido de fazer e super eficiente.

O bolo naked, sem coberturas, também é super indicado. Além de ser menos gorduroso, excelente para a dieta da nova mamãe que provavelmente está amamentando, é mais prático de fazer e muito charmoso.


Fotos: Quitandoca Fotografia

 

E para decorar a casa, que tal usar fotos dos primeiros dias e muitos objetos do quarto da bebê? Aqui você vê a coruja da Alice e o sapatinho da Thais. Sapatinhos fotos sempre garantem um toque especial na decór.

E minha última e mais importante dica é: se você decidiu comemorar, desencana e aproveita. Todo mundo que está ali sabe que você ainda está sensível e passando pelo pós parto. Ninguém vai se incomodar de pegar o suco na geladeira ou de partir e servir o bolo para você. Eu ficava muito encanada em servir bem minhas visitas, e acabava me cansando demais. Não valia a pena. Relaxe e aproveite!

Curva de Crescimento das Crianças – Entendendo os Percentis

Não há nada do mundo que deixe os pais mais ansiosos do que saber se o peso e a altura de seus filhos correspondem com o ideal para sua idade. Eu ficava na maior expectativa quando ia ao pediatra com a Manu pois queria ver em que pontinho da tabela do crescimento ela iria estar daquela vez.

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A Curva de Crescimento é uma tabela usada pela pediatria mundial que estabelece um cálculo que cria uma média entre idade e peso ou idade e altura, correlacionando peso e altura até os 2 anos de vida. Essa média se baseia em pesquisas que analisam o peso e a idade das crianças em diversas faixas etárias, os chamados percentis.

Você sabe como funciona uma tabela de percentil?

A curva de percentil é uma representação numérica da população infantil, por isso se um bebê se encontra no percentil 50 de altura e peso, significa que ele é maior e mais pesado que 50% dos bebês de sua idade. Se ele estiver no percentil 10, quer dizer que apenas 10% dos bebês da mesma idade são mais baixos ou mais leves.

Você deve estar se perguntando, pois se meu bebê está no percentil 10, quer dizer que 90% dos bebês da mesma idade são maiores e mais pesados que ele, certo? Se for isso meu bebê é subnutrido?

A resposta é que não necessariamente, na verdade o percentil é um cálculo generalista que leva em consideração um valor médio. Cada bebê ou criança é um ser único e deve se considerar singularidades como herança genética (altura e peso dos parentes mais próximos), massa corporal, entre outras questões. Por isso, não necessariamente um bebê percentil 90 é mais saudável do que um bebê de percentil 10, tudo depende de uma somatória de fatores.

Um bebê que segue sua linha na tabela de forma regular (independente do percentil) certamente é um pequenino saudável e está dentro da normalidade do seu perfil. Descender um número no percentil também é muito normal, os pais só devem se preocupar se houver uma diminuição de mais de dois percentis na curva de crescimento, neste caso devem conversar com o pediatra que investigará a causa.

O Ministério da Saúde oferece em seu site algumas tabelas que você poderá utilizar com seu filho em suas consultas ao pediatra. Clique nos links que seguem e baixe a sua planilha:

MENINAS

1) Peso por Idade – 0 a 5 anos

2) Peso por comprimento – 0 a 2 anos

3 Peso por Estatura – 2 a 5 anos

4) Crescimento/Estatura por idade – 0 a 5 anos

MENINOS

1) Peso por Idade – 0 a 5 anos

2) Peso por comprimento – 0 a 2 anos

3 Peso por Estatura – 2 a 5 anos

4) Crescimento/Estatura por idade – 0 a 5 anos

O site guia do bebê oferece também uma calculadora virtual, clique aqui e acesse o link.

Fonte: http://www.abeso.org.br/pagina/393/curvas-de-crescimento-da-oms-de-2006-e-2007%C2%A0.shtml

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Looks de meninos para o verão

Por Josi Guimarães

Conheço mais mães de meninos do que de meninas e em termos de moda a reclamação delas é sempre a mesma: não encontram coisas diferentes para meninos!

Eu como tia de menino concordo com isso! É realmente difícil encontrar coisas diferentes, com uma "pegada" mais fashion e mais moderninha para os meninos. Precisa garimpar muito!

Na verdade mais do que encontrar coisas diferentes para meninos, é muito difícil encontrar coisas básicas para crianças no geral.

Neste post reuni alguns looks para inspirar e deixar os meninos mais descolados nesse verão!

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Camisa lisa + bermuda lisa + sapatênis
Muito mocinhos e estilosos! Para dias em que não está muito quente, para passear ou ir à festinhas.

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Blusa (camiseta, blusa ou regata) + Bermuda (sarja ou jeans) + sapato (tênis ou sandália) + chapéu (ou boné)

Um toque cool para dias muito quentes e que precisam de proteção extra! Lookinho perfeito para qualquer ocasião: passeio no parque, na praia, festinhas…

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Jeans com chinelo, bermuda com camisa aberta… inspirações descoladíssimas para variar nos pequenos detalhes! ;)

Um outro truque legal é usar sobreposições como essa duplinha está usando! Polos com camisetas ou camisas abertas com camisetas.

Em resumo, para montar looks descolados para os meninos nesse verão não é necessário muita coisa!

Camisetinhas básicas (lisas e estampadas, regatas ou de mangas curtas), camisas lisas (coloridas ou não), bermudas e shorts (jeans ou sarja), substituir os bonés por chapéus ou boinas, sapatênis e sandálias e ir variando tudo! :)

T.L.C. – Você sabe o que é? Estimulando o Esclarecimento. Parte 3.

Essa é a terceira e última parte desse tema tão interessante que é o T.L.C. Você já começou a praticar por ai? Eu amo esse conceito por que ele é muito simples, prático e aplicável já nos primeiros dias de vida deum bebê.

Ressaltando que essa é uma expressão que tem o objetivo de traduzir os principais elementos da comunicação, ajudando os pais no desenvolvimento da linguagem de seus filhos. A sigla significa T – Talk (Falar), L – Listen (Escutar), C – Clarify (Esclarecer). Clique nos links abaixo e acesse os post anteriores.

· T – Talk (Falar)

· L – Listen (Escutar)

Hoje, vamos falar sobre nosso tema final:

C – Clarify (Esclarecer)

Esse último item significa basicamente ouvir e repetir a palavra correta, sem dizer “não é mama é mamãe”, seu filho diz mama e você repete mamãe. O Objetivo é confirmar e ampliar o que o seu pequerrucho tentou expressar, para que ele compreenda sozinho o certo e o errado.

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O tom correto também deve ser esclarecido, em um momento excitação a criança pode falar alto o até gritar, tente falar em voz baixa ou dizer que agora é hora de falar baixinho, para que ela possa tentar compreender como se comportar.

Fato é que o inicio do aprendizado da fala incide na criação de um vocabulário próprio. A Manu tem 1a 5m e já fala até que bastante, mas do jeito dela, por exemplo, ela chama boneca de “neca”, mamadeira de “mamadela”, chupeta de “petinha”. Eu sempre respondo, “você quer a BO-NE-CA” e nunca, mas nunquinha mesmo incentivo o erro, como repetir “você quer a petinha?”, sempre digo a palavra correta. Por mais fofos que são esses erros, nosso papel é ensinar e direcionar os nossos filhos.

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Outro ponto interessante é expandir a informação, quando seu filho disser “pintinho” você diz “sim, é um pintinho amarelo”, dessa forma ele aprende uma nova palavra e em breve relacionará com a cor.

Entenda também o quanto seu filho consegue escutar, não adianta tentar explicar para um bebê de um ano e pouco algo como “você não deve comer esse chocolate por que tem gordura, que faz mal a saúde...”, será mais fácil se você desviar ele do assunto e chamar sua atenção para outro petisco, sem entrar em uma discussão ou ficar dizendo não.

Lembre-se que cada criança tem um tempo para falar, não é algo que a gente possa forçar, todas as dicas que foram dadas pelo T.L.C. devem fazer parte do seu dia a dia e acontecer de forma orgânica, sem pressão. Não adianta falar excessivamente ou dar longos discursos para tentar explicar algo ao seu filho, ele vai falar quando estiver pronto.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Árvore de Natal a prova de crianças e pra crianças

Hoje vim trazer uma dica mega boa! Quem aqui não gosta de montar a árvore de natal e deixá-la linda e reinando no final do ano? Aposto que todos amam! Mas como fazer quando chegam as crianças em nossas vidas e a árvore de natal parece muito mais um atrativo para graves acidentes?

Para resolver esse problema, nossa parceira Tuty, especializada em papelaria de festas e outros mimos, lançou agora para o Natal um kit nota 10 de decoração da árvore. E aliás, o kit é muito mais do que uma decoração “a prova de bolas quebradas”. Ele visa promover um momento de descontração entre os pais e as crianças.

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Que tal então marcar com as crianças um dia e horário para montarem juntos a árvore de natal, dessa vez bem colorida e com risco zero para os pequenos? Dia 6 de dezembro é o dia de São Nicolau e tradicionalmente o dia de montarmos nossas árvores. Junte as crianças da família para uma tarde prazerosa e cheia de encanto. O kit vem com bolinhas de pompom e tags para amarrar na árvore. As tags podem ser personalizadas com os pedidos de cada criança para o Papai Noel antes de virarem enfeite, que tal?

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O kit conta ainda com papéis de carta e envelopes para escreverem para o bom velhinho e cartões com recorte especial para as crianças colocarem nos presentes dos pais. Tudo por um precinho super camarada: R$ 49. Para comprar o seu é só clicar em: http://bit.ly/kitdenatal

Trauma no dente, o que fazer?

Por Hellen Quintela

E quando tudo vai bem, sem cáries, sem problemas gengivais e, de repente, seu pequeno cai e bate a boquinha?! O que fazer?

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Claro que você deve correr para o dentista, mas existem alguns procedimentos que podem ser importantes imediatamente após o trauma:

- Se houve apenas sangramento ao redor do dentinho,  lave bem e mantenha a criança em observação;
- Se houver mobilidade do dentinho (ou seja, se estiver mole), não mexa. Deixe o dente em repouso , sem mastigação. O dentista avaliará a necessidade de uma contenção para que o dentinho se restabeleça;
- Se o dentinho mudou de posição, mais para dentro ou para o lado, não tente reposicionar. Por vezes, ele será mantido ali mesmo, em observação;
- Se o dentinho avulsionou, saiu da boca, recolha-o e imediatamente coloque num frasquinho com leite, ou, na impossibilidade do leite, em saliva mesmo! NÃO limpe o dente. Deixe que o dentista cuide disso! Corra ao consultório. Se for possível, ele vai recolocar o dente no devido lugar e medicar sua criança.

Importante: como em qualquer trauma é importante o acompanhamento, porque podem surgir outros sinais e sintomas que indiquem tratamentos diversos, como tratamento de canal (ainda que seja um dente de leite!).

Observe se ocorre alteração de cor, aparecimento de secreção ao redor do dente ou "bolinha" na gengiva.

E então é só pedir ao Papai do Céu para deixar os anjos da guarda de plantão!

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

A lenda do sapatinho vermelho

Tão logo descobri a gravidez, minha mãe me presenteou com um lindo sapatinho vermelho de linha. Eu já tinha ouvido falar sobre a lenda do sapatinho vermelho, mas não a conhecia na íntegra. Minha mãe, muito sabida, escreveu do que se tratava e me entregou com o sapato toda a explicação.

sapatinho vermelho

"Presentear sapatinhos vermelhos tem seu significado em um antigo costume cigano que simboliza proteção e o desejo de boa sorte, saúde e felicidade para o resto da vida.

De acordo com a lenda que envolve os sapatinhos, cada bebê escolhe um casal para ser seus pais. Mas havia um que estava muito preocupado com sua nova experiência. Percebendo as dúvidas do pequeno, apareceu a Mestra que tem o poder de sentir todas as coisas. Ela colocou a mão em sua cabeça e falou: “Tenha confiança. Para que sua vida na Terra seja tranquila eu enviarei um amuleto sob a forma de presente, garantindo sua saúde e felicidade".

O destino reservou que aquele bebê nascesse numa família de ciganos europeus. E o primeiro presente que recebeu foi um par de sapatinhos
vermelhos que ele usou e guardou para sempre. O bebê cresceu e tornou-se muito conhecido e respeitado por todos, assim como seu amuleto. A
partir de então, a tradição de dar sapatinhos vermelhos para os recém-nascidos se espalhou pelos cinco continentes."

Você pode acreditar ou não em lendas, em costumes e em simpatias, mas a verdade é que mal nào faz, não é? Alice saiu da maternidade com seu sapatinho vermelho, que está guardado em seu guarda-roupa. Alice é uma bebê muito feliz.

Qual a idade para iniciar a alimentação complementar?

Por Vivian Zollar

Certamente essa dúvida paira sobre a cabeça da maioria das mamães, especialmente as de primeira viagem que recebem orientações diversas.

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Pensando nisso, vamos iniciar nossa coluna com o pé direito, esclarecendo qual o melhor momento para iniciar com a alimentação para o bebê.

Nos últimos anos a recomendação da OMS e de diversas instituições relacionadas à pediatria é que até os seis meses de vida a criança receba exclusivamente leite materno, ele é o melhor que a criança pode receber, nutricionalmente completo e sem a necessidade de oferecer quaisquer complemento.

E se a criança recebe fórmula infantil, o que fazer?
Se a criança faz uso de fórmula infantil, total ou parcial, vale a mesma regra: iniciar a introdução de alimentos aos seis meses de vida. Pois, apesar do leite materno ser único, as fórmulas têm evoluído muito nos últimos anos.

Já ouvi dizer que quando a criança usa fórmula infantil, os alimentos devem ser oferecidos aos 4 meses, e agora?
Até certo tempo atrás havia de fato essa recomendação, mas hoje a ciência nos proporciona informação suficiente para saber que a introdução precoce de alimentos pode causar uma série de problemas ao bebê, e que mesmo a fórmula infantil, recomendada individualmente para cada caso, até os seis meses fornece uma nutrição adequada.

Quais os problemas relacionados à oferta precoce de alimentos?
Os primeiros meses de vida do bebê representam um período de “imaturidade fisiológica” relacionado, entre outros aspectos, com a digestão e absorção de nutrientes. Neste período introduzir alimentos precocemente pode aumentar o risco de alergias, cólicas, diarreia, a curto prazo, e também para complicações como anemia ou excesso de peso, a médio e longo prazo.

E se a criança for para creche ou berçário, melhor antecipar a introdução de alimentos?
É comum crianças chegando aos berçários aos quatro ou cinco meses, mas isso não significa que a introdução de alimentos deve ser antecipada. A criança pode ser inserida na rotina escolar fazendo o uso de leite materno ou fórmula infantil exclusivamente, e iniciar a alimentação na idade recomendada.

* Importante: há indicações diferentes em situações específicas quando não há aceitação de leite materno, fórmula ou ainda quando a criança apresenta ganho de peso insuficiente, por isso a avaliação individual é sempre necessária. As informações que constam aqui são recomendações gerais para crianças saudáveis.

Se você tem dúvidas sobre como começar a oferecer alimentos para o bebê, acompanhe nossa coluna, esse será o próximo assunto!