sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Dicas para fotografar seu filho: Enxergue além da tela e fotografe seu filho com o coração (e com um pouquinho de técnica também)

Por Priscila Rossi

Os primeiros anos da infância dos nossos filhos passam muito rápido. Mas acredito que só vamos perceber isso quando tudo já tiver passado. E a única recordação que teremos dessa fase serão nossas memórias e as fotografias. E é ai que está a magia de fotografar...poder revisitar sempre que quiser um momento que não volta mais...

Como não conseguimos ter um fotógrafo 24 horas por dia ao nosso lado, algumas dicas podem facilitar muito pra que você mesma possa fazer seus registros. O objetivo aqui não é te tornar um profissional, mas ensinar algumas técnicas pra que você registre o dia a dia do seu pequeno. Pros grandes momentos, contrate um fotógrafo! ;)

Então vamos lá:
- Pra fotografar é preciso uma câmera, certo? E se ela estiver no fundo do guarda roupa fica difícil acessá-la sempre que você quiser registrar uma fofurice. Portanto a primeira dica é: deixe sua câmera sempre por perto. E, além disso, invista um tempinho lendo o manual. Hoje em dia as câmeras (mesmo não sendo profissionais) são cheias de recursos fantásticos e conhecendo-os você poderá utilizar ao máximo tudo o que é oferecido e melhorar muito a qualidade das suas fotos.

- A fotografia é basicamente feita de luz. Uma boa iluminação ajuda muito na criação de belas imagens. Então sempre que for fotografar, preste atenção na luz do ambiente. Deixar seu filho próximo a uma janela, por exemplo, ajuda muito pra se ter um belo registro. Mas atenção: evite o uso do flash. Ele, se não for bem utilizado, causa sombras que não deixam a fotografia bonita. Evite também fotos nos horários que o sol está muito forte se for fotografar em ambientes externos. Se for fotografar no sol do meio dia, por exemplo, procure uma sombra de uma árvore. Sol forte direto no rosto do fotografado, além de deixá-lo em todas as fotos com os olhos fechados pra aguentar o sol, vai criar sombras desagradáveis no rosto.

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- Outro item muito importante para uma boa fotografia é o que nós, fotógrafos, chamamos de composição. Resumidamente, composição é a "organização" dos elementos da foto (o motivo principal da foto, as cores, as formas, o fundo). Tudo isso deve estar em equilíbrio. Para uma boa composição fotográfica existem muitas regras, mas dica mais preciosa pra quem não é profissional porém quer ter fotos bonitas é a regra dos terços. Ela é bem simples: quando tiver fotografando, desenhe mentalmente um "jogo da velha" na imagem que você pretende registrar. Tudo o que for importante nessa foto deve ficar em alguma das 4 linhas de convergência. Parece complicado? Veja as fotos abaixo pra ficar mais claro:

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Inclusive alguns celulares têm a opção de acionar essas grades quando você estiver fotografando. Assim você nem precisa criar uma imagem mental ;)

- Outro item que faz toda a diferença é o ângulo da foto. Fotografar na altura da criança insere quem está vendo a foto no mundo dos pequenos. Se for fotografá-la de cima pra baixo, peça pra que ela olhe pra você, criando um foco lindo no olhar do seu pequeno. Use a criatividade e se arrisque em novos ângulos!

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- Fotografe memórias: registre tudo o que você vai querer lembrar daqui há alguns anos. A farra na hora do banho, seu pequeno com o brinquedo favorito, os marcos de cada fase (primeira vez que sentou, que andou, etc), detalhes tais como pés, mãos, uma marquinha de nascença, a orelhinha, enfim, tudo que enche o nosso coração de amor. E registre tudo isso com naturalidade. Evite ficar fazendo com que seu pequeno pose pras fotos. O encanto está em guardar aquela cena e aquele momento pra sempre, sem interferências.

Fotos de acervo pessoal feitas com celular e câmera profissional. O importante é registrar com amor! <3

Aposentadoria – Saiba como Contribuir com a Previdência Social

Muitos pais ou mães param de trabalhar por um período ou definitivamente com o objetivo de cuidar dos filhos. Essa é sempre uma decisão difícil por que além da carreira, deixamos para trás muitos benefícios como plano de saúde ou previdência social.

Eu sou uma dessas mães e gostaria de dar um conselho, se você ainda não contribui, comece a pagar a previdência social para garanti que seus anos parados sejam somados ao seu pedido de aposentadoria no futuro. Isso é muito importante amigos, cada mês perdido é um mês que você adia o seu descanso remunerado de direito.

Você sabe como contribuir para Previdência? Existem dois tipos de público, o que já trabalhou com carteira assinada e possui uma numeração de PIS ou aqueles que nunca recolheram nenhum imposto ou foram registrados.

Quem nunca trabalhou ou não é aposentado em outra categoria precisará primeiro se inscrever no site da Previdência Social (www.previdencia.gov.br) para poder gerar um número de PIS.

Quem já trabalho CLT não precisa se preocupar em se registrar, pois você já possui um número PIS.

Ambos os casos serão contribuintes facultativos. Você deverá comprar um Carnê da Previdência Social (igual ao da foto, vende em qualquer papelaria) e preencher mensalmente uma folha com os dados referentes ao mês que passou (você só poderá fazer isso até o dia 15, caso contrário pagará multa), por exemplo, em setembro você contribui a competência de agosto.

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Segundo o site da previdência: “O valor da contribuição como facultativa pode ser de 11% ou 20%. Se a dona de casa escolher contribuir com 11%, o valor será sobre um salário mínimo (hoje, R$ 724,00 ). Esta contribuição de 11% faz parte do Plano Simplificado. Podem se filiar nessa modalidade o segurado facultativo e o contribuinte individual sem relação de trabalho. Quem contribuir nessa modalidade não tem direito a aposentadoria por tempo de contribuição, apenas a aposentadoria por idade (60 anos para mulheres e 65 anos para os homens).”

Eles ainda complementam que se você optar por recolher sobre 20% do salário de mínimo a segurada tem direito a se aposentar por tempo de contribuição quando completar 30 anos de tempo de contribuição para mulheres  e 35 anos para os homens. Podem também se aposentar por idade, aos 60 anos se mulher e 65 anos, se homem, desde que possuam ambos  no mínimo 180 meses de contribuição.

Se você for de uma família de baixa renda e sem renda própria, você pode se inscrever na Previdência como segurada facultativa de baixa renda pagando uma alíquota reduzida de 5% do salário mínimo. Atenção: para ter direito à contribuição reduzida é preciso estar inscrita no CadÚnico, o cadastro dos programas sociais do governo federal.

Ficou em dúvida? Não se preocupe, eu tive um monte, ligue para a Central de Atendimento da Previdência Social no número 135, acesse o site www.previdencia.gov.br  ou em qualquer Agencia da Previdência Social em todo o Brasil.

Eu liguei com o carnê na mão e fui perguntado campo por campo o que eu preenchia e o atendente foi muito solicito, pode ficar tranquilo.

Papais, cuidem do seu futuro!

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Dicas de Prevenção e Segurança – Afogamento

Todo mundo conhece ou já ouviu falar de uma história de uma criança que se afogou em uma piscina, balde, vaso sanitário e por ai vai. Eu morro de medo de deixar as portas dos banheiros abertas e nunquinha deixo a Manu tomando banho sozinha na banheira para buscar algo, mesmo assim sei que existem inúmeras situações de risco que  agente nunca percebeu.

Segundo o site da ONG Criança Segura, no Brasil, afogamentos são a segunda causa de morte e a sétima de hospitalização, entre os acidentes, na faixa etária de 1 a 14 anos. E o número de vítimas fatais Segundo o Ministério da Saúde, em 2012 foi de 1.161 crianças de até 14 anos, o que representa uma média diária de 3 óbitos.

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Segundo o site, outro fator que contribui para que o afogamento seja um dos acidentes mais letais para crianças e adolescentes é que o mesmo acontece de forma rápida e silenciosa. Vamos imaginar um banho de banheira de um bebê:

• Ao deixar a criança na banheira para pegar uma toalha: cerca de 10 segundos são suficientes para que a criança fique submersa;

• Ao atender ao telefone: apenas 2 minutos são suficientes para que a criança submersa na banheira perca a consciência;

• Sair para atender a porta da frente: uma criança submersa na banheira ou na piscina entre 4 a 6 minutos pode ficar com danos permanentes no cérebro.

Como proteger a criança de um afogamento

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Um adulto deve supervisionar de forma ativa e constante as crianças e adolescentes, onde houver água, mesmo que saibam nadar ou que os lugares sejam considerados rasos. Seguem algumas dicas para prevenir afogamentos com crianças:

• Esvazie baldes, banheiras e piscinas infantis depois do uso e guarde-os sempre virados para baixo e longe do alcance das crianças;

• Mantenha baldes com água no alto, longe do alcance das crianças;

• Conserve a tampa do vaso sanitário fechada, se possível lacrada com algum dispositivo de segurança “à prova de criança” ou mantenha a porta do banheiro trancada;

• Mantenha cisternas, tonéis, poços e outros reservatórios domésticos trancados ou com alguma proteção que não permita “mergulhos”;

• Piscinas devem ser protegidas com cercas de no mínimo 1,5 m que não possam ser escaladas e portões com cadeados ou trava de segurança que dificultem o acesso dos pequenos;

• Alarmes e capas de piscina garantem mais proteção, mas não eliminam o risco de acidentes. Esses recursos devem ser usados em conjunto com as cercas e a constante supervisão dos adultos;

• Grande parte dos afogamentos com bebês acontece em banheiras. Na faixa etária até dois anos, até vasos sanitários e baldes podem ser perigosos. Nunca deixe as crianças, sem vigilância, próximas a pias, vasos sanitários, banheiras, baldes e recipientes com água;

• Evite brinquedos e outros atrativos próximos à piscina e reservatórios de água;

• Saiba quais amigos ou vizinhos têm piscina em casa e quando levar a criança para visitá-los, certifique-se de que será supervisionada por um adulto enquanto brinca na água;

• Boias e outros equipamentos infláveis passam uma falsa segurança. Eles podem estourar, virar a qualquer momento e ser levados pela correnteza. O ideal é que a criança use sempre um colete salva-vidas quando estiver em embarcações, próxima a rios, represas, mares, lagos e piscinas, e quando estiver praticando esportes aquáticos;

• Crianças devem aprender a nadar com instrutores qualificados ou em escolas de natação especializadas. Se os pais ou responsáveis não sabem nadar, devem aprender também;

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• Muitos casos de afogamentos aconteceram com pessoas que achavam que sabiam nadar. Não superestime a habilidade de crianças e adolescentes;

• No mar, a vala aparenta uma falsa calmaria, mas representa o local de maior correnteza que leva para o alto mar. Ensine a criança a nadar transversalmente à vala até conseguir escapar ou a pedir socorro imediatamente;

• O rápido socorro é fundamental para o salvamento da criança que se afoga, pois a morte por asfixia pode ocorrer em apenas 5 minutos. Por isso é tão importante que pais, responsáveis, educadores e outras pessoas que cuidam de crianças aprendam técnicas de primeiros socorros;

• Tenha um telefone próximo à área de lazer e o número do atendimento de emergência (SAMU: 192 e Corpo de Bombeiros: 193).

Ensine a criança:

• Sempre nadar com um companheiro. Nadar sozinho é muito perigoso;

• Respeitar as placas de proibição nas praias, os guarda-vidas e verificar as condições das águas abertas;

• Não brincar de empurrar, dar “caldo” dentro da água ou simular que está se afogando;

• Saber ligar para um número de emergência e passar as informações de localização e do que está acontecendo em caso de perigo.

Saiba mais:

Algumas características do desenvolvimento contribuem para que crianças pequenas fiquem mais vulneráveis a afogamentos.

• Diferentemente dos adultos, as partes mais pesadas do corpo da criança pequena são a cabeça e os membros superiores. Por isso, elas perdem facilmente o equilíbrio ao se inclinarem para frente e consequentemente podem se afogar em baldes ou vasos sanitários;

• O processo de afogamento é acelerado pela pequena massa corporal da criança;

• As crianças não têm maturidade, nem experiência para sair de uma situação de emergência;

• Boa parte das crianças que se afogam em piscinas está em casa sob o cuidado dos responsáveis. Um mero descuido basta para que um afogamento ocorra.

Fonte: ONG Criança Segura - http://criancasegura.org.br/page/dicas-de-prevencao-afogamento

Que tal uma assinatura de livros para os pequenos?

Essa é a proposta da Leiturinha, um clube de assinatura de livros infantis, criado para estimular o hábito da leitura entre crianças de até oito anos, além de propiciar momentos compartilhados entre pais e filhos. Os assinantes recebem em casa todos os meses livros infantis escolhidos por uma equipe composta por pedagogos e psicólogos, que os selecionam tendo como base as características de cada criança.

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Guilherme Martins, um dos três sócios da Leiturinha, conta que “a ideia surgiu em uma conversa sobre paternidade sobre o hábito da leitura com os filhos, que propiciam momentos extremamente agradáveis, além de ser uma atividade importante para o estabelecimento de um vínculo permanente de carinho e aprendizado. No entanto, muitas vezes, a escolha dos títulos, pela variedade e pela falta de orientação, ou pela falta de tempo de se deslocar até as livrarias era uma tarefa complicada”. Desta constatação nasceu a Leiturinha.

A Leiturinha entrega em todo o Brasil e fazer a assinatura é super fácil. Basta acessar o site (www.leiturinha.com.br), escolher o plano, preencher os dados do pequeno leitor, informar o endereço de entrega e finalizar o pedido informando a forma de pagamento (cartão de crédito ou boleto bancário). Após a confirmação de pagamento, os dados da criança são encaminhados ao time pedagógico para traçar o perfil e iniciar o planejamento de entrega dos livros.

O kit, que contempla dois livros, um marcador de página personalizado e uma cartinha com explicações e dicas pedagógicas, podem ser adquiridos em planos que vão de R$ 49 mensais (na assinatura anual) a R$ 79, no pedido avulso.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Mães Famosas: O estilo de Taís Araújo em sua segunda gravidez

Por Josi Guimarães

Taís Araújo é uma das atrizes mais talentosas de sua geração e espalha por aí com naturalidade com toda a sua beleza de mulher brasileira.

Assume o cabelo crespo, adora uma estampa étnica e tropical, abusa de cores, enfim… usa tudo à seu favor!

Em sua segunda gravidez está esbanjando estilo em eventos e flagrantes com a família (muitas vezes de cara lavada!).

Vamos apreciar um pouquinho:

Macacão branco super sofisticado (é macacão, está na moda e nada careta como aqueles de antigamente para grávidas). Vestido longo fluido em estampa lenço, provavelmente em seda (não sei vocês mas eu prefiro grávidas de longo). Vestido preto longo com mangas longas e um super decote bordado (gente, que vestido bafo é esse?).
Fonte: Francisco Cepeda e Leo Franco, gNews, Alessandra Gerzoschkowitz / EGO

 

Vestidos longos estampados, étnicos e a cara da Taís!

Fonte: Thiago Martins/ Ag. News e Delson Silva / Ag News

 

Nada de barriguinha aparecendo na hora da malhação! Blusinha transpassada acompanha a gravidez inteira!
Fonte: Marcus Pavao / AgNews

Looks clássicos em dias de frio: trench coat com vestido básico ou calça.

Fonte: Amauri Nehn/Photo Rio News

 

Consumo Compartilhado ou Colaborativo – Nós Apoiamos!

Antes de a Manu nascer eu e meu marido já falávamos como gostaríamos de ser um exemplo para nossos filhos, principalmente no que se relacionada a cuidar do nosso planeta e valorizar tudo o que temos.

Sustentabilidade é uma palavrinha que já está até gasta de tanto que a gente usa né? Mas é esse termo que temos que tem em mente, pois são as nossas atitudes que vão garantir que nossos filhos, netos e demais gerações tenham um planeta para chamar de casa. Por isso, é nossa obrigação seguir a risca aquela frase “vamos deixar filhos melhores para o nosso planeta”.

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Dentre as inúmeras atitudes que podemos tomar, está o consumo consciente, quando compramos um produto de forma responsável, medindo a nossa necessidade de aquisição. Segundo a ONG WWF, você deve se fazer as seguintes perguntas:

  • Necessito, mesmo, desse produto ou serviço?
  • Ele é econômico? Não poluente? É reciclável?
  • Seus ingredientes ou componentes são obtidos respeitando-se a conservação do meio ambiente e da saúde humana?
  • Ele é seguro?
  • A empresa respeita os direitos dos trabalhadores?
  • A empresa respeita os direitos do consumidor?

Uma das alternativas para que você não precise deixar de aproveitar as novidades que existem é o consumo colaborativo, quando você troca, empresta, compra objetos usados ou aluga. Existem inúmeras empresas que atuam com esse tipo de serviço como aquelas que alugam bicicletas, as feiras de trocas, sites como o Toma lá da cá, o Clube do Brinquedo, entre outras.

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Fonte: Josi Guimarães - clique aqui e conheça o lindo trabalho dela

Nós tivemos a oportunidade de conhecer o projeto do pessoal do Clube do Brinquedo por conta de uma parceria entre o blog e a empresa e nos apaixonamos pela ideia e já viramos sócias. É incrível poder alugar brinquedos que eu não compraria (tamanho, investimento...) e dar a oportunidade da Manu ou da Alice se divertirem com esses objetos, sem gerar o consumo de uma peça que seria descartada brevemente e que geraria mais impacto no meio ambiente.   

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Além disso, percebemos que há também uma questão de formação de consciência de coletivo, as meninas sabem que os brinquedos não são delas e que precisam cuidar para que outras crianças também possam brincar. Além disso, quebramos o apego ao objeto e introduzimos a questão da doação e da divisão do que temos com o outro.

Nós do Papo Maternidade apoiamos e acreditamos que o consumo colaborativo é uma alternativa para diminuir o impacto das nossas atitudes com o meio ambiente e fazemos um apelo, pense e repense o que você for consumir sempre, o planeta agradece!

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Aprovado! Pijama Divertido com bichinho (ou objeto de transição)

Quando o produto é bom, a gente tem mais é que divulgar, certo? E essa é a ideia da coluna Aprovado!, contar para vocês quais são os produtos que chegam aqui e realmente fazem sucesso com as meninas. O pijama com bichinho da Pijama Divertido é um deles.

A bem da verdade, nunca tive muitos problemas com a hora do sono da Alice. Ela é uma bebê bem tranquila, que passa bem pelas fases de transição (tirada da chupeta, mudança para a mini-cama), dorme bem, e faz um draminha na hora de se deitar na caminha. Ontem mesmo foi dia de drama, e na hora de dormir ela ficava resmungando algo como "não pode nanar mamãe, não pode agora".

Nessa hora fui lá, coloquei sua joaninha amada ao seu lado e disse que a joaninha já estava nanando, que ela precisa abraçá-la e fazer companhia, senão a joaninha ía se sentir muito sozinha. Dito e feito, ela abraçou e em minutos dormiu.

 

A joaninha é o bichinho que acompanha o pijama da Pijama Divertido, e fez muito sucesso por aqui. Na primeira noite que usamos o pijama e demos a joaninha para ela já foi amor a primeira vista. Ela tirou o pijama no boneco, colocou de novo, falou que era de vermelho de bolinha igual ao dela, e dormiu abraçadinha.

O pijama também está super aprovado. A malha é leve, ótima para as noites mais fresquinhas que tem feito aqui em São Paulo. Além disso não tem botão, zíper e nem nada que possa machucar a pequena. Ela dorme super confortável e não acorda toda suada, o que é ótimo.

6 curiosidades sobre os dentes de leite

Por Hellen Quintela

Hoje gostaria de tranquilizar as mamães deixando aqui 6 observações sobre os dentes de leite.

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1. Sim, os dentes de leite têm raiz e pode ser necessário o tratamento de canal em caso de cárie ou trauma. Você não vê a raiz do dentinho porque quando ele cai naturalmente significa que o processo de reabsorção dessa raiz correu normalmente.

2. Não existe uma idade nem uma ordem certa para os dentes caírem. Cada criança tem suas características e portanto vamos respeitá-las. Geralmente, o início do amolecimento dos dentes se dá por volta dos 6 anos, começando pelos dentes da frente de baixo. Se acontecer diferente, não é, necessariamente, um problema.

3. Os primeiros molares nascem sem que um antecessor tenha caído.

4. São, ao todo, 20 dentes que serão trocados.

5. Os dentes permanentes são mais escuros e amarelados! Por isso os decíduos são chamados dentes de leite, por serem branquinhos.

6. Quanto maior o espaço entre os dentes de leite, melhor para a acomodação dos dentes permanentes que virão porque são bem maiores.

Ficam aqui algumas dicas, lembrando que nada substitui a ida ao consultório para uma avaliação individual e regular.

Mandem seus temas de interesse que vamos conversando sobre outros assuntos.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Atenção à certificação do Inmetro ao comprar brinquedos

Vocês sabiam que os brinquedos estão em 4º lugar na lista do Inmetro de produtos causadores de acidentes de consumo em 2014, atrás apenas de eletrodomésticos, utensílios domésticos e embalagens? Quando recebi essa informação do Hospital São Luiz, fiquei abismada!

Para verificar se o presente que você está comprando é seguro, verifique se ele é certificado pelo Inmetro, sejam nacionais ou importados. Para obterem o selo do Inmetro, eles passam por testes: de impacto (que verifica o surgimento de partes pequenas ou cortantes em caso de queda), de mordida (que avalia se ele pode gerar partes pequenas, pontiagudas ou perigosas quando arrancadas com a boca), químico (que analisa a presença de substâncias nocivas à saúde), de ruído e até mesmo de inflamabilidade.

Essa garantia é válida para brinquedos originais, mas há casos de brinquedos falsificados, cópias ou mesmo importados irregularmente, principalmente vendidos em mercados informais, que podem estar fora do controle de qualidade exigido pelo Inmetro. Nesse sentido, os pais devem estar atentos e propensos a adquirir somente brinquedos que possuam o selo de certificação, em lojas legais e, preferencialmente, com tradição de vendas desses itens.

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“É muito importante ter a certeza que o brinquedo possui o selo de certificação compulsório, pois isso é uma garantia de que o produto não oferece riscos aos pequenos. Nossa recomendação é para os pais adquirirem brinquedos com embalagens intactas, e que eles leiam as instruções e retirem o produto da embalagem para as crianças brincarem”, observa a Gerente de Certificação de Puericulturas da TÜV Rheinland do Brasil, Maria Lucia Hayashi.

Outra informação super importante a ser observada é a recomendação de idade. Em alguns casos, os pais ou familiares acreditam que a criança é muito desenvolvida e optam por comprar presentes que não são adequados a sua idade.  Eu mesma já fiz isso. Bloquinhos de montar com indicação e idade 3+ sempre me pareceram ideais para a Alice (que tem menos de 2 anos). O Dr. Rodrigo Felgueira, pediatra do Hospital São Luiz, explica que “a idade não tem nada a ver com a maturidade cerebral, mas com a segurança/risco que o brinquedo pode trazer”.

Ao manipular brinquedos “inadequados” a sua faixa etária, a criança pode ter uma série de problemas, como contaminação de olhos ou boca, além de intoxicação, no caso de massinhas de modelar. Em casos extremos, pode haver obstrução intestinal, uma vez que estes produtos não são digeríveis.

Outra complicação – de aspiração de um corpo estranho - é ainda mais comum e normalmente ocorre em crianças com idade pré-escolar, entre 2 a 5 anos. “O principal caso é a bronco aspiração, quando a criança coloca um objeto bem pequeno (do brinquedo) no nariz e ele se acumula numa região do pulmão, onde pode ficar por semanas ou meses. Às vezes, ela nem engasga. O objeto passa pela laringe, vai para o pulmão e lá permanece”, explica. Por aqui estamos numa fase que Alice leva tudo para a boca ou nariz. É o tempo todo dizendo “Alice, tira isso da boca. Alice, tira isso do nariz, é perigoso filha”.

Se isso acontece, a criança pode apresentar pneumonia e bronquite de repetição, pois as bactérias se aglomeram em volta do objeto. O diagnóstico é clínico e costuma ser bem difícil. “Porém, após diagnosticado, o tratamento é simples e consiste na realização da broncoscopia, que retira o corpo estranho”, completa Felgueira.

Para evitar esse tipo de acidente em casas com crianças de diferentes idades, o ideal é separar os brinquedos dos mais velhos. As crianças são muito rápidas e podem se machucar ainda que haja a supervisão de um adulto na brincadeira. Vamos ficar atentas mamães!

A Nova Relação com os Avós

Eu descobri com a maternidade que não existe nenhuma regra, mas existem certos hábitos que vemos as mães repetindo que podem mostrar uma mudança de comportamento. Ultimamente tenho reparado na relação das mamães e dos avós e percebi que houve grandes mudanças, principalmente no papel da matriarca da família.

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Ps: Esse é o meu avô gente, achei que ele tinha mais cara de vovô rs… os avós de hoje são muito novos rsrs.

Antigamente as avós eram as principais detentoras do conhecimento, por isso a maioria das orientações sobre o cuidado com os filhos vinha delas e eram para elas os telefonemas ou visitas na hora da dúvida ou do desespero, desde uma febre alta até a falta de apetite do pequeno. Vivíamos do comportamento replicado, nossas bisavós ensinaram nossas avós que ensinaram nossas mães.

Acredito que é daí que venham as simpatias como fitinha vermelha na testa para o soluço, água com açúcar para acalmar, xixi no formigueiro para parar de fazer xixi na cama, passar álcool na sola dos pés para febre, entre outras inúmeras práticas da sabedoria popular.

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Porém, a minha geração (dos 30 anos, com variações para mais e menos) já mostra que precisa de mais informações e da ajuda da opinião de um especialista para superar as ansiedades e lidar com as preocupações da maternidade. Na escola, fomos ensinados a questionar sempre e passamos a ter acesso a muita informação de forma rápida com a internet, por isso não conseguimos acreditar que nossas mães que passaram por isso há anos, seja as únicas detentoras da informação.

Esse choque tem gerado muitas crises em algumas famílias, pois as avós (e avôs também) querem compartilhar o que aprenderam e o que fizeram, mas acabam se frustrando e batendo de frente com a resistência das filhas e noras que só seguem o que seu pediatra ou outras mães de sua idade que passaram por isso recentemente indicam.

Quantas de nós dissemos que não daríamos doces e um vô ou vó foi lá e deu ou questionou sua decisão dizendo que eles deram para os filhos e estão todos ai fortes? Começa então um embate entre a experiência e a as decisões dos novos pais, que seguem outro modelo de criação.

Eu amo minha mãe e minha sogra, elas são pessoas muito queridas que me ajudam muito, porém desde a primeira febre da Manu não foi para elas que eu liguei, foi para pediatra. Não faço isso por mal ou por desmerecer o conhecimento delas, eu simplesmente cresci em uma geração que foi ensinada que cada um ocupa o seu espaço, e nesse caso, o cuidado com a saúde é trabalho do pediatra.

Também acredito que muita coisa mudou de 30 anos para cá como os hábitos, descobertas da pedagogia, novos produtos, serviços - e outros. É por isso que acabo buscando um blog ou um grupo de mães para tentar pedir um conselho sobre uma atitude que devo tomar diante de um comportamento e não para as minhas queridas matriarcas.

Vô e vó para mim é tradução de amor e carinho e acredito que como eu, muitas mães confiam 100% que com eles nossos filhos estão seguros e bem cuidados. É para eles que eu ligo quando preciso que alguém fique com a Manu ou que me ajude a cuidar dela. É a mãe da Thiara que ajuda a cuidar da Alice enquanto ela trabalha e que cuida das duas quando é preciso.

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Para mim, vô e vó são anjos da guarda que nos ajudam sempre que precisamos, por isso, entendo que essa mudança de comportamento é apenas parte da nossa evolução, mas que no fundo no fundo, sempre corremos para os nossos queridos pais e mães quando a coisa aperta.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O Pós-parto e o Guarda-roupa – Uma Relação em Crise

Eu sempre escuto aquelas histórias da pessoa que logo depois do parto já estava usando as suas roupas de antes da gravidez e fico me perguntando se isso é verdade. Eu não sei se é ou não, mas comigo levou 6 meses para que eu conseguisse voltar a usar as minhas roupas e algumas crises de “eu não tenho roupa” seguidas de um chorinho básico rs.

Eu engordei 14kg na gestação da Manu e como sempre fui magra eu praticamente tive que comprar roupas novas pois nada me cabia. Até ai tudo bem, eu não era gordinha eu era uma grávida, então o corpo redondinho fazia parte da beleza da gestação e era normal que minhas roupas não coubessem.

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Porém, quando a Manu nasceu eu fiquei ainda uns três meses com uma barrigona inchada, parecia que eu ainda estava grávida. Nos primeiros meses eu ainda achava normal usar as roupas de grávida mesmo sem estar grávida, mas quando eu comecei a poder sair de casa com a Manu eu dei uma surtadinha de leve com o meu guarda-roupa.

IMG_0285Eu não podia usar as minhas blusas de alcinha por que estava lá aquela alça grossa do sutiã de amamentação. Tinha que usar blusa com botão para poder botar o peito para fora quando fosse preciso. Vestido nem pensar, eu teria que dar de mamar pelada por que teria que levantar a saia, então não era uma opção. Minha barriga ficou com uma pochete na região da cesárea, por isso minhas calças não fechavam. Enfim, sair era sempre um drama mexicano e eu fazia a Maria Mercedes.

Eu não servia para as minhas roupas e minhas roupas não me serviam, eu não tinha tanta grana para sair comprando e sabia que aquele ali ainda não era o meu corpo, por isso eu precisava entender esse meu novo “eu” e aceita-lo.

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Você deve ter pensado que eu sou uma dessas pessoas que são loucas por academia e corpo, que vive malhando e comendo macrobióticos, mas eu juro que não. Sou uma pessoa bem comum, só que tenho a minha vaidade e não foi fácil ver tantas transformações no meu corpo e não conseguir me arrumar do jeito que eu queria.

Eu só consegui voltar a usar as minhas calças quando completei 6 meses do pós-parto e parecia que eu tinha ganhado um guarda-roupa novo. Grande parte daquelas peças eu não usava há mais de um ano, por isso foi até divertido rever as minhas peças até esquecidas.

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Foi ai que eu descobri que dramatizei um pouco demais e entendi que essa é uma fase que passamos, algumas passam rapidinho outras ficam mais tempo nela, mas que uma hora ou outra voltamos para o nosso “normal”.

Eu olhei algumas fotos desse período depois do nascimento da Manu e percebi que eu estava muito bonita. As coxas ainda estavam grossas, a barriga pulava para frente e eu ainda tinha um papo meio grande, mas o meu semblante era de tanta paz e amor que eu percebi que a minha beleza vinha de dentro, vinha da minha alma. Por isso, não brigue com seu guarda-roupa, essa crise não será o fim da relação de vocês!

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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Fazendo a higiene bucal dos bebês

Os cuidados com a higiene bucal dos bebês devem começar antes dos primeiros dentinhos aparecerem. A recomendação é que, após a mamada, a mãe passe uma gaze ou uma fralda umedecida com água filtrada na gengiva e na língua da criança para retirar os resíduos do leite.

Dr. Cid Pinheiro, pediatra do Hospital São Luiz Morumbi, afirma que apesar de tentarem, normalmente as mães não conseguem realizar esta tarefa porque as crianças não permitem. Para tranquiliza-las, ele explica que “até o surgimento dos primeiros dentes, o próprio movimento da língua do bebê ajuda a eliminar os alimentos. Como ele só mama e o alimento é o leite, que é líquido, a saliva também ajuda a digeri-lo.”

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Fonte: http://www.parents.com/

Mas nós mamães sabemos que a preocupação aumenta quando nossos bebês começam a ter dentinhos, por volta dos seis meses (essa é uma média, mas aqui em casa os primeiros chegaram somente aos 10 meses, e foram só 2 até 1 ano e 2 meses). E podem acreditar: a higienização dos dentes de leite dos pequenos é fundamental. “A partir do nascimento dos dentes, é essencial que a família faça a higiene bucal da criança. Eles podem usar uma dedeira, molhá-la num copo d’água e passá-la por toda a boca do bebê”, completa Pinheiro.

Não existe uma idade certa para que os pequenos aprendam a escovar os próprios dentes. Vai depender da coordenação, da habilidade motora de cada um. O importante é que, iniciando a higienização desde cedo, além de contribuir para a saúde, a gente desenvolve o hábito da escovação que ela deverá ter no futuro.

Aqui em casa todas as manhãs e noites Alice escova os dentinhos com o papai. Ele deixa ela escovar sozinha enquanto ele escova os dentes dele, e depois ele a ajuda, escovando os dentes do fundo, o sorriso e a língua.

Dicas de Prevenção e Segurança - Sufocação ou Engasgamento

A Manu é uma bebê que engasga muito e que tem o hábito de colocar tudo na boca, por isso sempre fico muito atenta quando dou um alimento e para não deixar pequenos objetos espalhados, que podem ser engolidos com facilidade.

A sufocação é a primeira causa de morte entre os acidentes de bebês até 1 ano de idade e até os 4 anos, a criança fica muito exposta a este tipo de risco. Como pais, todos nós percebemos que após um ano de vida nossos filhos ficam muito curiosos e começam a explorar tudo, mas temos que ficar muito atentos para garantir a segurança deles.

Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2012, 756 crianças de até 14 anos morreram vítimas de sufocação.

Como proteger a criança de uma sufocação ou engasgamento segundo a ONG Criança Segura:

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• Corte os alimentos em pedaços bem pequenos na hora de alimentar a criança;

• Bebês devem dormir em colchão firme, de barriga para cima, cobertos até a altura do peito com lençol ou manta presos embaixo do colchão e os bracinhos para fora. O colchão deve estar bem preso ao berço (não mais que dois dedos de espaço entre o berço e o colchão) e sem qualquer embalagem plástica. Conheça a campanha da Pastoral da Criança sobre a posição correta do bebê dormir;

• Seja especialmente cauteloso em relação ao berço. Procure berços certificados pelo Inmetro, conforme as normas de segurança da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Fique atento às grades de proteção do berço, que devem estar fixas e não devem ter mais que 6 cm de distância entre elas;

• Remova do berço todos os brinquedos, travesseiros e objetos macios quando o bebê estiver dormindo, para reduzir o risco de asfixia;

• Compre somente brinquedos apropriados para a criança. Verifique as indicações de idade no selo do Inmetro. Tenha certeza de que o piso está livre de objetos pequenos como botões, colar de contas, bolas de gude, moedas, tachinhas. Tire esses e outros pequenos itens do alcance do bebê;

• Considere utilizar um testador para determinar essas partes pequenas de brinquedos que oferecem risco de engasgamento para crianças de até 4 anos: utilize uma embalagem plástica de filme fotográfico como referência, pois ela possui o diâmetro (3 cm) aproximado da garganta da criança e poderá alertar para o risco de forma bastante visual;

• Considere a compra de cortinas ou persianas sem cordas para evitar que crianças menores corram o risco de estrangulamento.

Fonte: ONG Criança Segura

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Liguinha da justiça

Por Josi Guimarães

Crianças são aquelas que muitas vezes salvam o nosso dia, arrancam um sorriso de um rosto triste e as vezes fazem tanta travessura que só tendo super poderes para não se machucarem!

Eu adooooro ver uma criança passeando vestida de super herói em parques, shoppings ou dentro de casa. Me dá uma sensação de criatividade e diversão.

Hoje em dia tem muitas marcas nacionais que tem sua versão heróica! A PUC já fez pijama, a Marisa, Renner e C&A já tiveram sua versão de camisetas, entre outras marcas menos conhecidas mas muito fofas, é só fazer uma busca na web que encontramos muitas opções.

Além dos diversos modelos que existem por aí, as mamães também podem improvisar sua versão de super herói! Basta comprar um tecido para a capa, fazer um escudo com a(s) inicial(is) de sua(s) criança(s). Veja esses exemplos:

LiguinhaDaJustiça-3   LiguinhaDaJustiça-4   LiguinhaDaJustiça-8

Fonte: http://kolegram.ca/; http://www.100layercakelet.com; http://catchmyparty.com

O tema heróis também vem em peças comuns do dia a dia, como essas versões do Batman:

LiguinhaDaJustiça-1  LiguinhaDaJustiça-6  LiguinhaDaJustiça-7
Fonte: Pinterest.com e http://girlslovesuperheroes.tumblr.com

E que tal fazer uma montagem com os pequenos como essas? Muito cute!

LiguinhaDaJustiça-2  LiguinhaDaJustiça-5
Fonte: http://www.mothermag.com e Speak Now Photographia

E para fechar… Os heróis do Rodrigo Hilbert em ação!

LiguinhaDaJustiça-9Foto: Marcus Pavão / AgNews

Com tantos mini heróis por aí, dá até para montarmos a "Liguinha da Justiça", não é? ;)

 

Objeto de transição – uma relação de carinho e segurança

Quando eu era pequena eu tinha um ursinho de pelúcia Petutinho que eu chamava de Blau Blau (criança dos anos 80 né rs). Eu levava meu “amiguinho” para todos os lados e eu gostava de mexer na etiquetinha dele para dormir. Ele me acompanhou até mais ou menos os meus 6 anos de vida, quando em uma mudança de casa ele se perdeu.

Petutinho

Fonte: http://edasuaepoca.blogspot.com.br/2012/09/1980-ursinho-de-pelucia-petutinho.html

Eu não sabia, mas fui descobrir recentemente que o Blau Blau foi mais que um ursinho para mim, ele foi muito importante para auxiliar no meu amadurecimento, ele foi um objeto de transição.

Objeto de transição é o “nome científico” do bichinho de pelúcia, paninho, bonequinho, travesseirinho, entre outros objetos que nossos filhos adoram e que se apegam de tal forma que lavar um desses tesouros pode ser um verdadeiro desafio.

Normalmente a criança cria esse vinculo com algum objeto no final do seu primeiro ano de vida e ele funciona como um apoio quando ela descobre que a mãe nem sempre estará por perto na hora do sono, do medo ou da angústia.

Esse objeto de suporte é muito importante para o desenvolvimento emocional da criança, porém não é essencial, nem toda criança tem um objeto de transição.

Eu sempre achei essas coisas de dormir super fofas, me lembravam o Linus, da Turma do Charlie Brown, por isso comprei uma cobertinha tipo mantinha de ursinho super fofa e a Manu não deu a menor bola, ou seja, quem escolhe o objeto é a criança e não os pais.

Isso não quer dizer que nós não podemos sugerir né? Existem ótimas opções no mercado de objetos que podem ajudar nessa fase. A loja Pijama Divertido se dedica justamente a fazer um produto que tenha essa função, eles vendem um kit com um pijama e um bonequinho de pano (sem botões, zíperes e nem nada do tipo, super seguro e fácil de lavar) e que usa um pijama igual ao do seu filho.

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A Manu chama seu bonequinho da Pijama Divertido de Nanar (sim, esse objetos tem nome próprio rs, lembra do meu Blau Blau?) e quando está com sono ela me mostra o seu amiguinho. É como se ela dissesse “quero descansar mamãe” e o Nanar passou a ter esse significado, ele é a referência dela de soninho.

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O mais importante é termos em mente que é super saudável que a criança tenha um suporte emocional em um objeto. Ele é mais que algo, ele tem o cheirinho da sua casa, da mamãe, ele traz conforto e segurança. Por isso, alguns especialista sugerem que só lavemos a peça se for essencial, para manter essa proximidade com a memória emocional relacionada aos odores conhecidos do bebê.

Outro ponto importante é você saber que uma hora você vai esquecer o objeto em casa em uma viagem ou perdê-lo, esteja preparado para enfrentar um pouco de choro, dificuldade para dormir ou manha, tudo isso é normal. Essa pode ser a oportunidade de trocar de objeto ou exclui-lo de vez da rotina, muito diálogo e paciência nessa hora amigos!

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Como tudo na vida é preciso perceber quando o apego do seu filho começa a passar do limite e precisa de uma atenção de um especialista. No caso das crianças que sentem necessidade de ficar mexendo em uma parte do corpo da sua mãe, vale começar a diminuir o hábito e se a criança for resistente converse com um especialista, pode ser que ela não tenha superado a percepção de que a mãe é outro individuo e esteja com dificuldades para lidar com a separação.

Não existe a idade certa para largar o objeto, alguns especialistas sugerem que entre os 3 ou 5 anos a criança já está preparada para seguir em frente. Caso o hábito perdure mas não atrapalhe a vida social do seu filho, não gere bullying ou nada do gênero, deixe que seu pequeno decida sozinho quando é o momento de parar. Porém, se houver uma dependência muito grande ao ponto de atrapalhar a vida do seu filho, é hora de procurar um especialista também.

E nunca, nunquinha jogue o objeto fora, essa decisão é do seu pequeno, ele sozinho deve decidir quando está pronto para enfrentar o mundo sem seu amigão. Não se preocupe, a maioria de nós passou por isso e está aqui, um adulto que não precisa mais da sua naninha, mas que lembra com carinho do seu objeto. Tudo dará certo!

fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/os-melhores-amigos-do-bebe/
           http://revistacrescer.globo.com/Bebes/Desenvolvimento/noticia/2014/06/10-coisas-que-voce-deve-saber-sobre-objeto-de-transicao.html