segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Free Kids – O movimento dos sem filhos

IEpag62e64_FilhosNao_Vale√.indd Fonte: Site da Revista Isto É.

Quando escolhemos ser pai ou mãe, apesar de algumas dificuldades que encontramos pelo caminho, é quase impossível imaginar a nossa vida sem aqueles pequeninos seres. Pois é, tem um pessoal que não quer nem pensar em imaginar, é o pessoal do “filho não, obrigado”.

Hoje 19% das famílias brasileiras são formadas por casais que decidiram não ter filhos, onde a cena do bebê no colo não sensibiliza. Muitos desses casais adoram crianças, são ótimos padrinhos, vão a todas as festas infantis dos amigos, mas simplesmente não querem ser pais.

Normalmente esses casais possuem renda e optam por usa-la para conquistar seus próprios sonhos, sabendo que um filho é um custo a ser considerado. A coisa é tão séria que especialistas já até deram um nome para essa nova “família”, são os dinks (“double income, no kids” – em português renda dupla, sem filhos).

Segundo um levantamento de 2013 feito pelo Instituto de Vendas e Trade Marketing (Invent), um filho pode custar, dependendo da faixa de renda da família, entre R$ 2 milhões (classe A) a R$ 407 mil (classe C), do nascimento até os 23 anos.

A pressão social (e religiosa) sob a mulher é muito grande e muitas vezes aquelas que optam por não ser mãe, são extremamente julgadas pela família e pelo seu ciclo de amigos. Uma amiga me disse que toda vez que ela dizia que não queria ser mãe perguntavam por que ela não gostava de crianças. A questão não era gostar e sim não ter o desejo maternal de colocar um filho no mundo.

Há uma corrente do movimento Sem Filhos meio chatinha, eles vivem apontando os pontos negativos de ter um filho, a ponto de criticar aqueles que optaram por serem pais. Isso é um pouco inconveniente já que a liberdade deve ser valorizada para os dois lados.

Nós aqui da Redação do Blog Papo Maternidade apoiamos as mulheres e os homens e sua liberdade de escolha, não acreditamos que há certo ou errado na decisão de ser ou não ser pais. O importante é ser feliz com as suas escolhas e não com as que os outros acreditam ser certas!

Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/373521_FILHOS+NAO+OBRIGADO

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