quarta-feira, 27 de agosto de 2014

A Primeira viagem sem o bebê

Meu coração ficava muito apertado quando eu imaginava como seria ficar longe da Manu por alguns dias, não gostava nem de pensar na ideia. Porém surgiu um trabalho de consultoria que pedia uma viagem de dois dias. Fiquei tensa, mas como gosto e preciso trabalhar, aceitei.

Preparei minha mala, organizei as coisas do trabalho, os remédios da Manu (ela estava se recuperando de uma pneumonia na época), mil orientações para a vovó e o vovô que vieram nos dar cobertura e embarquei na viagem.

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Eu amo muito a minha bebê, mas confesso que sofri muito menos do que imaginei. Como parei de trabalhar, foi uma ótima oportunidade de voltar à ativa, de falar de assuntos de adultos, de conhecer gente nova e de me desenvolver profissionalmente.

É claro que senti saudade, mas sem melancolia, olhava as fotinhos dela no celular, ligava para saber como ela estava e consegui me desligar um pouco da Andressa mãe e me religar na Andressa mulher e profissional.

IMG_6890Eu me sentia culpada só de pensar em sair e me divertir sem a Manu, mas percebi que é importante ter um tempo só para gente, que não é errado sair sem nossos filhos vez ou outra. Não precisamos estar juntos e grudados o tempo todo para ser uma família e nos amarmos.

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A Manu se divertiu horrores, foi como se ela tivesse tirado umas mini-férias, faltou na escolinha, fez vários passeios e não pediu a mamãe nenhuma vez. Foi tudo muito mais simples e fácil do que o monstro de sete cabeças que eu criei antes de viajar.

Minha conclusão é que a melhor fórmula é aquela “viva e deixe viver”. Muito apego ou anulação só faz mal para gente e para os nossos filhos, precisamos ser livres para amar e para ser felizes!

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