sábado, 30 de agosto de 2014

Mamães, vocês já ouviram falar do Cine Materna?

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Eu nunca fui a nenhuma sessão mas conheço muitas mamães que vão sempre e adoram. Vou tentar ir em breve!

Como surgiu o Cine Materna?

Em um grupo de discussão sobre parto humanizado e maternidade ativapela internet, um dia, uma das mães relata sobre as saudades de ir ao cinema depois do nascimento do primeiro filho.

As mães se organizam e dez delas – com seus bebês – "invadem" uma sala de cinema, em fevereiro de 2008.

O sucesso da primeira empreitada dá início a encontros semanais no cinema, seguidos de bate-papo num café, em meio à amamentação e trocas de fraldas. As mães retomam sua vida cultural e trocam experiências sobre a maternidade.

Passados alguns meses, o grupo lança a primeira sessão amigável para bebês, acolhido pela rede de cinemas, que reconhece o valor da iniciativa.

Nasce oficialmente, em agosto de 2008, o CineMaterna

O logotipo é um presente da frequentadora e mãe Nádia Lemos.

Feito à mão livre e executado por Caius Manga, o desenho remete a uma poltrona de cinema vista de costas, onde aparecem a mãe e seu bebê.

A imagem mostra o aconchego dos filhos, transmitindo amor, carinho, segurança e conforto.

Em 26 de agosto de 2008, é fundada a Associação CineMaterna

Esta empresa social, sem fins lucrativos, compromete-se com as seguintes metas:

  • Resgate social da puérpera (mãe de um recém-nascido) através da cultura;
  • Incentivar a troca de experiências entre mulheres sobre as diversas questões da maternidade, sempre com o intuito de difundir a cultura;
  • Promoção da segurança alimentar e nutricional.

O CineMaterna é feito para quem?

O CineMaterna organiza sessões especiais de cinema para mães com bebês de até 18 meses. Papais e acompanhantes são sempre bem-vindos. Os filmes exibidos em geral são de temática adulta - portanto, entretenimento para mães e pais, mas em ambiente especialmente preparado para os bebês.

Onde acontece?

As sessões acontecem em diversas cidades do Brasil. Para participar das sessões, basta ir ao cinema no dia e hora da sessão. Não é preciso reservar lugares. Visite o site do evento para saber se ele aconte em sua cidade:  http://www.cinematerna.org.br/

Como acontece?

Acolher com todo conforto é o compromisso do CineMaterna. Uma equipe de facilitadoras, também mães, está em todas as sessões.

Fonte:  Site Cine Materna

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Dica cultural - Bienal Internacional do Livro

Acontece em São Paulo, até o dia 21 de agosto, a 23ª edição da Bienal Internacional do Livro. A feira reúne mais de 480 expositores, entre editoras, livrarias, gráficas e escritores independentes, e um vasto conteúdo na literatura infantil.

No Espaço Imaginário, uma área com 650 metros quadrados, acontecem mais de 100 atividades para crianças e jovens. Uma delas é a contação de histórias com Kiusan de Oliveira, amanhã, dia 30, às 15h.

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O escritor Pedro Bandeira, que tem mais de 20 milhões de livros vendidos, também estará presente no espaço, falando sobre suas obras e a sua trajetória de carreira. Além dele a autora de “Vida, aqui vou eu”, Flávia Savary, também estará no espaço.

Você pode conferir o guia completo da programação cultural, com todas as atividades para as crianças clicando aqui.

Aproveite o passeio, reabasteça as prateleiras de livros e torne o mundo do seu pequeno ainda mais mágico e lúdico. Quer saber mais sobre os benefícios da leitora para crianças e bebês? É só clicar aqui.

Dicas Caseiras para bebê com Intestino Preso

Antes fazer ou seguir algumas das dicas que que vou passar aqui, lembre-se se falar com o seu pediatra e verificar se ele aprova que você ofereça algumas desses alimentos para o seu bebê.

Chá de Ameixa seca

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Ferva uns 90ml de água com três ou quatro ameixas secas e deixe esfriar, quando o chá estiver morno você pode oferecer para o bebê, na mamadeira caso ele já mame ou se ele só mama no peito, ofereça de colher ou no copinho.

Obs.: A pediatra da Manu que me ensinou esse chá quando ela tinha uns dois meses.

Vitamina

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Fonte: http://bebe.abril.com.br/materia/vitaminas-de-frutas-bem-nutritivas-para-os-pequenos

Troque o leite puro da tarde por um leite batido com mamão ou outra fruta que tenha poder laxante.

Obs.: Comecei a fazer isso quando a Manu tinha 5 meses.

Frutas

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Fonte: http://ameliamajd.overblog.com/tag/saude/

Se o seu bebê tem muita prisão de ventre é importante que você evite frutas que não tenham muitas fibras, foque nas com efeito laxante como: laranja, tangerina, mamão, abacate, manga, quiwi, ameixa preta.

Obs.: Comecei a oferecer as frutas quando a Manu fez 5 meses, conforme orientação da pediatra.

Leite com água de ameixa seca

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Coloque na mamadeira a água na quantidade normal para o preparo do leite artificial e acrescente as ameixas. Deixe descansar por algumas horas, retire as ameixas e depois prepare o leite da sua forma habitual com essa água.

Obs.: Comecei a fazer isso quando a Manu tinha uns 11 meses, mas converse com sua pediatra, pode ser que ela libere antes.

Mingau de Aveia com banana prata e ameixa

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Fonte: http://www.outramedicina.com/135/beneficios-da-aveia

Para bebês que usam leite em pó:

Ingredientes

150ml de água
3 colheres de sopa de aveia em flocos
1 banana prata
3 ameixas secas sem caroço

Modo de Fazer

Ferva a água com as ameixas, quando levantar fervura acrescente a aveia. Cozinhe a aveia em fogo baixo, mexendo de vez em quando por aproximadamente 6 ou 8 minutos, depende do fogão. A textura é bem molinha. Coloque o mingau em um prato com a banana já amassada e misture. Acrescente as porções do leite conforme a quantidade de ml de água usada que propõe a marca de leite em pó que você usa e misture. Eu sempre coloco uma medida a menos por que muita água evapora na fervura. Espere amornar e ofereça para seu bebê o mingau com as ameixas e tudo. Você pode trocar a banana por outras frutas como abacate.

Obs.: Comecei a oferecer quando a Manu fez 1 ano. Peguei essa receita no blog http://www.asdeliciasdodudu.com.br/

Azeite na comida

azeite Fonte: Oba Gastronomia

Coloque uma porção extra de azeite extra virgem na comida do seu bebê, o óleo também atua como laxante.

Obs.: Comecei a fazer isso quando a Manu estava com 10 meses.

Arroz Integral

arrozFonte: Panelinha IG 

A pediatra da Thiara sugeriu que ela sempre oferecesse esse tipo de arroz para sua bebê.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Viagem - Hotel Fazenda com o bebê

Gostamos muito de viajar, muito mesmo. E agora as viagens têm que ser totalmente pensadas para nossas bebês, afinal, nada pior do que sair para descansar e se estressar com a falta de estrutura.

No final do ano passado decidimos passar o Natal com a família toda do marido em um Hotel Fazenda. O tipo de hotel estava certo, mas escolher o que se adaptasse às nossas necessidades foi um grande desafio.

Depois de muita pesquisa optamos pelo Hotel Fazenda Vale da Mantiqueira, em Virgínia, Minas Gerais. Assim poderíamos ir de carro, levando tudo o que fosse preciso, e ainda ficar em um espaço cheio de estrutura e opções de diversão para as crianças (eram 3: Alice com 1 ano, Sarah com 6 meses e Catarina com 4 anos).

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Os dias que passamos lá foram muito divertidos. Não fez muito calor, o que nos fez aproveitar bastante a piscina aquecida. Alice adora mergulhar, e deu bons mergulhos por lá. Durante as horas de sol fomos à piscina externa também, que ela também adorou, nadava como um peixinho.

Além da piscina passeamos de pedalinho e ela adorou olhar os patinhos e toda a natureza pelo lago. Ficou encantada de ver ao vivo os bichinhos de seus livros. Ela também aproveitou muito os parquinhos e brincou com a prima mais velha aos montes.

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Um detalhe muito importante e que fez toda a diferença: o hotel disponibilizava muitos cadeirões para crianças, e eles eram ótimos, reclinavam totalmente caso a criança tirasse um cochilo. Nem preciso dizer o quanto foi essencial na noite de Natal, não é? Alice dormiu por volta das 23h, e lá ficou no seu cadeirão, enquanto ceávamos e dançávamos. Pudemos aproveitar muito. É preciso elogiar também a comida oferecida, sempre com muita variedade e excelentes opções para a bebê, com muita salada, legumes e frutas.

Um outro ponto importante e que eles foram super certeiros: no check in perguntaram a idade da criança e quando fomos para o quarto já haviam colocado berço e banheira no quarto. Tudo preparado para o conforto do bebê e a tranquilidade dos papais.

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Ah, na noite de Natal teve até Papai Noel, eu simpático velhinho que encantou as crianças. Alice ficou boquiaberta, encantada de verdade com ele. Foi lindo de se ver!

Então, fica a dica: se está procurando um hotel fazenda para passear com a família com excelente custo x benefício, indicamos o Hotel Fazenda Vale da Mantiqueira.

Casa das Rosas realiza feira de trocas, em 30/08

feira Fonte: Planeta Sustentável

Mamães de São Paulo uma dica bem legal para esse final de semana é a Feira de Troca Tudo Sem Dinheiro. Já ouviram falar?

Ela vai acontecer neste sábado, 30/08, o espaço cultural Casa das Rosas, em São Paulo, é mais uma edição da feira, que pretende estimular o escambo de objetos sem que os participantes tenham que colocar a mão no bolso.

Os frequentadores podem levar qualquer objeto para troca: roupas, livros, gibis, brinquedos, CDs, produções artísticas independentes e o que mais estiver escondido no armário, sem uso. Até conselhos podem ser trocados!

Só não vale levar livros didáticos ou brinquedos quebrados. A Casa das Rosas irá redirecionar estes livros para outras entidades e reciclará os brinquedos em oficinas ou atividades lúdicas com crianças.

FEIRA DE TROCA TUDO SEM DINHEIRO
Data:
30/08, das 14h às 17h
Local: Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
Endereço: Avenida Paulista, 37 – São Paulo/SP (próximo à estação Brigadeiro do metrô)

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticias/casa-rosas-realiza-feira-trocas-30-08-797885.shtml?utm_source=redesabril_psustentavel&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_psustentavel

Você sabia que os bebês enfrentam crises de crescimento?

Uma das grandes descobertas da maternidade para mim foi descobrir que os bebês enfrentam momentos de conflito de idade, parece coisa de adulto né? Mas não é, eles também sentem as mudanças de seu “amadurecimento”.

Vou falar especificamente das crises do primeiro ano de vida, lembrando que, nem toda criança passa por essas crises, ou se passa pode ser de forma mais leve ou mais aguda.

CRISE DOS TRÊS MESES

3 Meses

O primeiro trimestre de vida é conhecido como período simbiótico, que na ciência significa quando um animal vive dentro de outro.

Quando o bebê completa três meses, segundo alguns autores, é como se ele nascesse de novo, por que até então ele achava que ele e a mãe eram a mesma pessoa. De repente ele percebe que há uma diferença. Então é como se batesse uma ansiedade ao não saber como ter o leite, as fraldas limpas e o aconchego. Será que o outro vai voltar? Como eu faço para que isso aconteça?

As crises começam de uma hora para outra, podem ter sinais como bebê não querendo mamar, dificuldade de sono ou mudança de hábito, antes dormia bem e depois começou a acordar chorando durante a noite. Nada agrada, não quer colo, nem carrinho, nem berço, tudo incomoda.

Calma mamãe, eu passei por isso e te falo, é chatinho mas passa. Segundo alguns especialistas essa fase de adaptação dura em média 15 dias, depois o bebê encontra o seu ritmo de novo.

É muito importante que você converse com o seu pediatra para que ele possa confirmar se vocês estão apenas enfrentando uma crise de idade ou uma doença, não é legal fazer o diagnóstico sozinho.

O bebê não vai precisar tomar nem um remédio, apenas de muito amor e carinho e uma dose extra de paciências dos papais, lembre-se sempre, VAI PASSAR.

CRISE DOS 5 E 6 MESES

6 Meses

Papais, não fiquem tristes com o que vou dizer, mas até agora o bebê não sabia muito bem que vocês existiam com exceção dos pais que conviveram e assumiram os cuidados do filho, ai o bebê o reconhece como contei na fase anterior.

Como o pai normalmente não fica tão próximo do bebê quanto a mãe, o normal é que nessa fase o bebê comece a reconhecer que seu núcleo é formado por três indivíduos, a mãe, ele e o papai, e ai rola a segunda crise, ele precisa reconstruir seu pequeno mundo com a figura do papai.

Essa crise costuma ser mais leve que a anterior, o bebê pode ter um pouco de alterações do sono ou falta de apetite. Como essa também costuma ser uma fase que começam a nascerem os primeiros dentinhos, pode ser difícil identificar o que é que.

Esse é um momento onde muitas mães voltam a trabalhar e sofrem com a separação, é como se houvesse um novo parto e a criança poderá sentir essa insegurança da mãe.

Mesmo que não seja o caso dessa separação, mas o papai tem um papel fundamental para ajudar a mãe a se separar de seu bebê, a entender que nem a dependência dela e nem do bebê é saudável.

CRISE DOS 8 MESES

8 Meses

Bom, até para que fique claro, as crises podem variar um pouco, então a crise dos 8 meses pode acontecer aos 9 ou aos 10. Todas as crises se relacionam ao trimestre de vida que o bebê inicia.

A Manu não passou por essa crise, mas todas as minhas amigas que passaram disseram que foi super difícil, essa é realmente a mais tensa de todas, pois dura mais tempo e as mudanças nos hábitos do bebê são mais significativas.

Pais tenham muita paciência, essa crise dura de três a quatro semanas.

Os sintomas são mais acentuados como alteração de sono (o bebê pode acordar umas 10 vezes durante a noite), chorando de forma estridente, pode perder o apetite ao ponto de rejeitar qualquer alimento e ficar agitado, inquieto e insatisfeito com tudo.

Bom, alguns pais preferem enfrentar essa fase colocando o bebê para dormir com eles, devido ao cansaço e por achar que a criança se sentirá mais segura. Eu não pratico a cama compartilhada (quando pais e filhos dormem juntos) então não posso julgar. Mas segundo alguns psicólogos o bebê não precisa disso para se sentir seguro, a segurança se dá para os pais que precisam do bebê perto para diminuir sua ansiedade.

Eu li muito a respeito dessas crises de sono e os autores sugerem que a mesma seja administrada pela mãe. Acontece que na cabecinha do bebê, quando a mãe se afasta ela nunca mais vai voltar, esse é o motivo da crise. Então se o neném chora e outra pessoa vem acudir, a mãe realmente não voltar.

Nessa fase o desafio do pequenino é entender que a mamãe vai se afastar e vai voltar, ele não consegue entender essa lógica ainda, é uma fase bastante assustadora e por isso mais intensa.

A Tracy Hogg, a Encantadora de bebês, sugere que a mãe faça os seguintes passos quando o bebê chora em seu berço durante a noite:

· Quando o bebê chorar, deixe que ele permaneça sozinho por alguns instantes para dar oportunidade que ele se acalme sozinho.

· Se o choro não cessar vá até ele. Se ele estiver muito nervoso, pegue-o no colo, sem falar muito e quando ele se acalmar, antes de dormir, coloque-o no berço. Você pode dar leves tapinhas em seu bumbum para que ele sinta que você ainda está presente.

· Se ele voltar a ficar nervoso, repita esses passos com toda paciência do mundo e uma hora o bebê se adapta.

Outra sugestão dos pediatras é dar ao bebê um objeto de transição, um paninho, brinquedinho ou chupeta especial. O objeto tem o objetivo de mostrar que as coisas não somem, vai simbolizar a mãe, então se for um paninho ou ursinho é legal que ela deixe seu cheiro no objeto (dê beijinhos, abrace...).

CRISE DE 1 ANO

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Essa crise relaciona a dependência versus a independência do bebê, coincide com os primeiros passos da criança.

Eu passei por essa crise quando a Manu fez um ano e um mês, assim que ela começou a andar. Foi uma fase muito diferente. A Manu sempre foi muito desapegada, brincava bem sozinha, mas de repente, ao mesmo tempo em que aprendeu a ser mais independente ela começou a cobrar mais a minha presença.

Ela se agarrava na minha perna na cozinha, me puxava, ficava pedindo colo a todo o momento e tudo isso era muito mais intenso comigo, quando eu contava para os outros até parecia que eu estava mentindo.

Parecia que ela queria ganhar o mundo e não deixar de ser bebê e é bem disso que essa fase se trata.

Todas as crises têm sintomas muito parecidos, perturbação de sono, de apetite ou agitação.

É preciso tentar deixar a criança se adaptar a esse novo momento sem forçar a sua independência. Por mais que a gente queira que eles saiam andando e explorando tudo, o bebê ainda precisa do seu tempo certo para fazer isso. Quando eu tentava forçar a Manu a treinar os primeiros passos ela se jogava não chão, ela simplesmente não queria fazer isso nesse momento.

Essa crise é mais individual, cada criança vai passar por ela de um jeito, por isso os pais precisarão de muita tranquilidade e criatividade para achar uma forma de lidar com essa fase.

Lembre-se que a pesar de serem momentos difíceis, essas crises representam marcos do crescimento dos nossos bebês, então há muito que se ganhar com cada uma delas, são momentos extraordinários da vida.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Como tirar a chupeta do bebê

Atenção mamães e papais! Esse post não é para julgar a decisão de ninguém, muito menos para discutir sobre o uso ou não da chupeta. Só quero contar minha experiência para vocês, e acalmar alguns corações de mães e pais por aí.

Quando Alice nasceu ela teve icterícia, como já contei aqui. Ela teve que ficar tomando banho de luz durante mais de 24 horas para tirar o amarelado da pele, e por isso não podia ficar muito no colo. Colo era só para mamar, e logo tinha que voltar para o bercinho. Acontece que Alice chorava muito no berço, muito mesmo, mesmo que já tivesse mamado. Em um determinado momento cheguei a ficar com ela por 3 horas no peito, porque ela realmente só chorava quando estava no berço.

Nessa hora a enfermeira entrou no quarto e disse que se eu não a deixasse no berço iriam lhe dar água com açúcar para encher a barriguinha e ela ficar quietinha lá. Gelei! Foi quando percebi que o problema da Alice não era fome, e sim a vontade de chupar. Seguindo as recomendações da maternidade, eu não havia levado chupeta, e agora me arrependia amargamente. Passei o começo da noite, cerca de duas horas, com o dedo mindinho enfiado dentro do bico de silicone que eu tinha levado para o caso de ter dificuldade de amamentar, e com ele na boca dela. E ela sugava loucamente e dormia como um bebê.

Foi então que a enfermeira de plantão soltou: Papai, vai lá e compra uma chupeta para essa criança, ela tem necessidade de sucção, mas não pode ser do berço por causa do banho de luz. Marido saiu na mesma hora, e voltou com uma chupeta salvadora. E foi aí que tudo começou.

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Sim, Alice sempre chupou chupeta. E quer saber? Era um alívio! Porque quando ela começava a ficar chatinha, chupeta nela, e pronto. Bebê se aclamava e dormia em segundos. Poupou muitas horas de papais acordados, e nos garantiu noites muito mais bem dormidas. Mas agora, depois de um ano e meio, nós sabíamos que a chupeta já havia cumprido seu papel inicial, e que agora era muito mais uma questão de mania do que de necessidade. E foi então que um dia decidimos: já está na hora de tirar a chupeta.

A estratégia foi bem simples: meu priminho estava para nascer, dentro de 15 dias, e começamos a contar para a Alice que o Pedrinho iria nascer, e seria um bebezinho muito pequeno. Dizíamos a ela todos os dias que ela já é uma mocinha, e que o Pedrinho é que era bebê, e que quando ele nascesse ela deveria dar as chupetas todas para ele. Dissemos isso insistentemente, até que ela começou a repetir. Quando perguntávamos o que ela daria ao Pedro quando ele nascesse, ela já dizia: as pepês. E quando perguntávamos para quem ela daria as pepês na próxima semana, ela dizia: o pêto (no caso, Pedro em Alicês).

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E assim foi. O Pedro nasceu em uma segunda-feira, e naquela noite mesmo nós duas, Alice e eu, separamos todas as chupetas. Nós só o veríamos na noite seguinte, mas já ficamos sem a chupeta desde a primeira noite. Juntamos todas, colocamos em um saquinho e guardamos na mala. Sim, ela pediu a pepê para dormir. Marido e eu dissemos calmamente que as pepês estavam guardadas para o Pedro, que agora ela era moça e teria que dormir sem. E ela logo emendou: Tetê!

Demos a mamadeira e ela dormiu. Acordou na madrugada somente uma vez, pediu a pepê, conversamos de novo e ela dormiu. Na soneca da tarde seguinte ela chorou novamente, pediu a pepê, e dormiu depois de meia hora chorando. A noite fomos visitar o Pedrinho e levamos todas as chupetas para ele. Ela entregou meio a contra-gosto, mas entregou, todas as 14 chupetas (!).

Nessa segunda noite foi mais fácil. Ela só pediu uma vez, e logo aceitou o tetê no lugar da pepê, rs. Não pediu mais. Faz 23 dias que o Pedrinho nasceu, e a retirada da chupeta foi um sucesso!

A Primeira viagem sem o bebê

Meu coração ficava muito apertado quando eu imaginava como seria ficar longe da Manu por alguns dias, não gostava nem de pensar na ideia. Porém surgiu um trabalho de consultoria que pedia uma viagem de dois dias. Fiquei tensa, mas como gosto e preciso trabalhar, aceitei.

Preparei minha mala, organizei as coisas do trabalho, os remédios da Manu (ela estava se recuperando de uma pneumonia na época), mil orientações para a vovó e o vovô que vieram nos dar cobertura e embarquei na viagem.

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Eu amo muito a minha bebê, mas confesso que sofri muito menos do que imaginei. Como parei de trabalhar, foi uma ótima oportunidade de voltar à ativa, de falar de assuntos de adultos, de conhecer gente nova e de me desenvolver profissionalmente.

É claro que senti saudade, mas sem melancolia, olhava as fotinhos dela no celular, ligava para saber como ela estava e consegui me desligar um pouco da Andressa mãe e me religar na Andressa mulher e profissional.

IMG_6890Eu me sentia culpada só de pensar em sair e me divertir sem a Manu, mas percebi que é importante ter um tempo só para gente, que não é errado sair sem nossos filhos vez ou outra. Não precisamos estar juntos e grudados o tempo todo para ser uma família e nos amarmos.

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A Manu se divertiu horrores, foi como se ela tivesse tirado umas mini-férias, faltou na escolinha, fez vários passeios e não pediu a mamãe nenhuma vez. Foi tudo muito mais simples e fácil do que o monstro de sete cabeças que eu criei antes de viajar.

Minha conclusão é que a melhor fórmula é aquela “viva e deixe viver”. Muito apego ou anulação só faz mal para gente e para os nossos filhos, precisamos ser livres para amar e para ser felizes!

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Aprovado - Canguru da Infanti

Cinco anos antes de eu ter a Alice, duas das minhas melhores amigas tiveram filhos. Elas foram as primeiras da turma, então aprenderam tudo para depois ensinar pra gente, risos. Para uma delas minha mãe deu de presente um trequinho popularmente chamado de “canguru”. O canguru nada mais é que uma espécie de mochilinha para colocar o bebê, e ficar com os braços mais livres para suas atividades. E minha amiga aprovou! Me lembro que uma vez me disse que aquele presente da minha mãe tinha lhe devolvido a liberdade, e que agora ela conseguia pegar um copo de água sozinha (o que para uma mamãe com um bebê é realmente tarefa difícil).

Quando fiz minha lista de enxoval, é claro que o tal do canguru não poderia faltar. Mas e aí, com tantas marcas e modelos no mercado, como decidir qual o melhor? Eu realmente não sabia qual comprar, e quando cheguei à loja tinha vários modelos diferentes, fiquei doidinha.

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No final optei por um da marca Infanti, que foi muito muito muito usado aqui em casa. Ele é super confortável, dava para deixar a bebê virada para frente ou para trás, é todo acolchoado, fofinho em todas as partes, o que o deixa mais confortável nos ombros, e tem um regulador atrás, ótimo para adaptar às costas de quem vai carregar o bebê.

Abaixo, algumas dicas do que verificar ao escolher o canguru:
- verifique se as alças que vão nos ombros são largas e bem acolchoadas
- veja se todas as alças são ajustáveis, para se adaptar tanto ao corpo da mamãe quanto ao do papai.
- veja se é fácil de vestir. Afinal, é uma mão na roda para sair sozinha com o bebê, mas você tem que conseguir fazer isso sem ajuda.
- preste atenção se a área que o bebê senta também é bem confortável e se o espaço para as perninhas é suficiente.
- verifique se a parte onde o pescocinho do bebê vai ficar apoiada é fofinha. Ele certamente vai tirar bons cochilos ali.
- com a ajuda de outro adulto, faça um teste para ver se o canguru está firme. Vista ele e peça a alguém para puxar para todos os lados, e testar todos os encaixes.

Canguru escolhido, agora é hora de passear com o seu bebê e aproveitar para estreitar os laços. Carregá-lo junto ao seu corpo o deixará certamente mais calmo. Aproveite para fazer uma caminhada ao ar livre e conversar muito com o seu bebê.

Dica: SESC Bertioga – Diversão para toda a família

Você sabia que o SESC possui hospedagens em diversas cidades turísticas do Brasil? São diversas opções de diversão com um custo justo para você e sua família.

A mais famosa e concorrida é o SESC Bertioga, um complexo aquático de frente para praia com casas e apartamentos bem novinhos (foram reformados recentemente). O lugar é quase um resort, com a diferença que tem aquele estilo do SESC que presa pela convivência, valorização da ecologia e o bem-estar.

Montagem Bertioga Lá você tem piscina para adultos, um mini parque aquático para os pequenos, lago para pesca e prática de esportes, mini-campo de golf, parquinhos, um Espaço Brincar para os bebês, sala de jogos de tabuleiro, espaço para shows que acontecem todos os dias (para crianças e adultos), atividades na praia, um restaurante, um bar, cinema e muitos mais. Eles também oferecer inúmeros passeios e atividades para todas as idades.

Eu sou literalmente fã de carteirinha do SESC Bertioga. Mas já vou avisando que é bastante concorrido. Para ter acesso ao parque você precisar ter a carteirinha de comerciário ou ser convidado e ir junto com alguém que tenha. Você pode passar o dia (precisa comprar o ingresso em alguma unidade do SESC com antecedência) ou tentar passar um período como um feriado, alguns dias ou final de semana (nesse caso você precisa se inscrever nos sorteios).

O preço da hospedagem inclui acomodação, três refeições, acesso a todos os espaços, passeios e atividades que fizerem parte da programação da sua estadia.

ps: o SESC está passando por algumas mudanças de categorias, os usuários deixarão de existir e os acessos as hospedagens e outros serviços estão sendo repensados, pode ser que abram a possibilidade para o público geral, eu estou na torcida ;)

Se você é comerciário aproveite essa oportunidade!

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Você lê para o seu bebê?

Aqui em casa a leitura antes de dormir já se tornou um hábito. Alice tem apenas 1 ano e 8 meses, ainda faz muita bagunça na hora da leitura, mas sabe que aquele é um momento importante antes de se deitar. Nós lemos para ela desde muito pequenina, quando ela sequer conseguia identificar as imagens que estavam no livro à sua frente. Ela foi se desenvolvendo e o apego pelos livros aumentando. De repente ela já começava a associar as figuras, depois começou a reconhecer os personagens, lembrar de seus nomes. Hoje ela já escolhe todas as noites qual o livro que irá ler com o papai antes de deitar no berço para dormir.

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Foto: Acervo pessoal

Segundo o site BabyCenter,  “nunca é cedo demais para apresentar seu filho ao mundo dos livros”. Conforme informações do site, “para bebês e crianças pequenas, abrir um livro não tem muito a ver com as palavras que estão lá dentro. É uma chance de aproveitar a interação com a mamãe, o papai, a babá ou a professora. Quando seu filho senta-se no seu colo enquanto você lê para ele, ele não só está curtindo o livro, mas também toda a atenção que você está lhe dando.”

E na prática você vai perceber exatamente isso. Alice muitas vezes não quer ir dormir, quer ficar na sala brincando, começa a fazer birra. Mas é só o papai perguntar “Qual livro vamos ler hoje?” que ela sai correndo para o quarto e começa a apontar para a prateleira. Escolhe o seu preferido daquela noite, senta-se no tapete com o papai e muitas vezes ela mesma já conta a história para ele. Esse é um momento especial, somente deles.

IMG_1814Foto: Acervo pessoal

A leitura antes de dormir também é uma maneira muito efetiva de relaxar a criança. Muitas vezes a criança está agitada, brincando, ou até mesmo nervosa, e a leitura irá relaxá-la, preparando-a para uma noite de sono tranquila.

Algumas dicas para a hora da leitura:
- Estabeleça uma rotina, faça da leitura um hábito diário
- Escolha livros apropriados para a idade da criança
- Repita a história se a criança pedir. Eles gostam de ler o mesmo livro por dias e dias seguidos.
- Interprete a história, cante, faça voz de vovozinha e de lobo-mau.
- Frequente livrarias e feiras de livros com seu filho, deixe-o escolher um livro novo.
- Mostre as palavras. Ajude-o a assimilar o que está escrito ali, fazendo conexão com as ilustrações.
- Deixe claro o seu próprio gosto pelos livros. E se você ainda não gosta de ler, é um excelente momento para iniciar esse hábito tão enriquecedor.

Free Kids – O movimento dos sem filhos

IEpag62e64_FilhosNao_Vale√.indd Fonte: Site da Revista Isto É.

Quando escolhemos ser pai ou mãe, apesar de algumas dificuldades que encontramos pelo caminho, é quase impossível imaginar a nossa vida sem aqueles pequeninos seres. Pois é, tem um pessoal que não quer nem pensar em imaginar, é o pessoal do “filho não, obrigado”.

Hoje 19% das famílias brasileiras são formadas por casais que decidiram não ter filhos, onde a cena do bebê no colo não sensibiliza. Muitos desses casais adoram crianças, são ótimos padrinhos, vão a todas as festas infantis dos amigos, mas simplesmente não querem ser pais.

Normalmente esses casais possuem renda e optam por usa-la para conquistar seus próprios sonhos, sabendo que um filho é um custo a ser considerado. A coisa é tão séria que especialistas já até deram um nome para essa nova “família”, são os dinks (“double income, no kids” – em português renda dupla, sem filhos).

Segundo um levantamento de 2013 feito pelo Instituto de Vendas e Trade Marketing (Invent), um filho pode custar, dependendo da faixa de renda da família, entre R$ 2 milhões (classe A) a R$ 407 mil (classe C), do nascimento até os 23 anos.

A pressão social (e religiosa) sob a mulher é muito grande e muitas vezes aquelas que optam por não ser mãe, são extremamente julgadas pela família e pelo seu ciclo de amigos. Uma amiga me disse que toda vez que ela dizia que não queria ser mãe perguntavam por que ela não gostava de crianças. A questão não era gostar e sim não ter o desejo maternal de colocar um filho no mundo.

Há uma corrente do movimento Sem Filhos meio chatinha, eles vivem apontando os pontos negativos de ter um filho, a ponto de criticar aqueles que optaram por serem pais. Isso é um pouco inconveniente já que a liberdade deve ser valorizada para os dois lados.

Nós aqui da Redação do Blog Papo Maternidade apoiamos as mulheres e os homens e sua liberdade de escolha, não acreditamos que há certo ou errado na decisão de ser ou não ser pais. O importante é ser feliz com as suas escolhas e não com as que os outros acreditam ser certas!

Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/373521_FILHOS+NAO+OBRIGADO

domingo, 24 de agosto de 2014

Dica Cultural: Exposição Grimm Agreste

A exposição explora 156 contos dos irmãos alemães Jacob e Wilhelm Grimm. A mostra lúdica tem seis espaços temáticos, entre os quais a Biblioteca, que tem mais de 2.000 livros que estão ligados à exposição, e a Floresta, sala com uma instalação multimídia com fragmentos dos contos dos Grimm e xilogravuras, feitas pelo artista pernambucano J. Borges, que ilustram as histórias.

Sesc Interlagos - Sede social

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Av. Manuel Alves Soares, 1.100 - Parque Colonial - Sul. Telefone: 5662-9500.
Aceita os cartões Amex, Diners, Elo, MasterCard, Visa.
Não tem área para fumantes. Grátis. Tem acesso para deficiente. Proibido fumar. Tem local para comer. Estac. (R$ 7 e R$ 14).

Quando

quarta a domingo: 10h às 16h30.
Até 2/11.

sábado, 23 de agosto de 2014

Restaurantes com espaços kids em São Paulo-SP

Chega um certo momento que sair com as crianças se torna um desafio né? Por isso, os restaurantes com espaço Kids são uma ótima opção para os papais que não querem deixar de sair e que querem um pouquinho de paz. O Pessoal do blog http://spcuriosos.com.br fez um post muito legal, de onde eu tirei essas informações.

América
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A unidade Alphaville tem a Fogofinolândia, cujo nome é uma homenagem à mascote Fogofino. Uma monitora supervisiona todos os dias a área, que tem fliperama, livros infantis e espaços temáticos como uma casinha para as meninas e uma construção para os meninos. O restaurante oferece ainda um cardápio especial para as crianças.

Alameda Mamoré, 877, Alphaville
(11) 4689-4000
Dom. a qui. 12h/23h30, sex. e sáb. 12h/24h30.

Applebee’s
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Todas as unidades têm a área Appleville, com monitores nos finais de semana, brinquedos educativos de madeira, fliperama, consoles de videogame e atividades recreativas durante as férias escolares e também no mês de outubro.

Alameda dos Arapanés, 508, Moema
Telefone (11) 5051-1946
Dom. a qui. 12h/24h, sex. e sáb. 12h/01h.

Bacalhoeiro

Além do brinquedão, com escorregador e piscina de bolinhas, o restaurante tem uma salinha separada à vista dos pais com dois videogames e recreadora durante as noites de terça a sexta e nos finais de semana. Também existe um cercadinho para crianças menores e um cardápio exclusivo para as crianças.

Rua Azevedo Soares, 1580, Tatuapé
(11) 2293-1010
Seg. 12h/16h e 19h/23h, ter. a sex. 12h/16h e 19h/24h sáb. 12h/16h e 19h/01h, dom. 12h/17h.

Badebec

O espaço só abre nos finais de semana e tem dois monitores que proporcionam atividades com desenho e quebra-cabeças. Para as crianças menores, o restaurante oferece brinquedos educativos.

Avenida Doutor Chucri Zaidan, 902, Shopping Market Place, Morumbi
(11) 5181-0695
Seg. a sex. 12h/15h e 19h30/21h, sáb. e dom. 12h30/17h e 19h30/24h.

Baião de Dois Interlagos
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Especializado na gastronomia nordestina o restaurante, que ocupa cerca de 1000m², reserva um local especial para as crianças.O espaço funciona nos finais de semana. O playground fica no jardim do restaurante e conta com escorregador, casinha de madeira e uma tela para escalada. O serviço não oferece monitores para cuidar das crianças.

Avenida Atlântica (antiga Av. Robert Kennedy), 2680, Interlagos
(11) 5524-9285
Seg. a qui. 11h/24h, sex. e sáb. 11h/1h e dom 11h/23.

Bracia Parrilla
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Parquinho com passatempos educativos, como fantoches e brinquedos de madeira ou encaixe. As crianças também podem aproveitar a piscina de bolinhas e o videogame. Uma monitora fica presente na hora do jantar, durante a semana, e por todo o horário de funcionamento nos fins de semana.

Rua Azevedo Soares, 1008, Tatuapé
(11) 2295-0099
Seg. a qua. 12h/24h, qui. a sáb. 12h/13h, dom. 12h/22h.

Bravo Pizza Bar

O restaurante oferece um clima aconchegante para as famílias.  O espaço kids fica aberto durante todo o horário de funcionamento do restaurante. Uma monitora acompanha as crianças (com altura máxima de 1,20m) enquanto elas se divertem no brinquedão. Costuma lotar nos finais de semana.

Avenida Iraí, 516, Moema
(11) 2076-3788
Seg. a dom. 12h/15h e 19h/24h.

Casa Pizza
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O restaurante oferece uma brinquedoteca, onde instrutores propõe brincadeiras para as crianças. O espaço monitorado é por câmeras Uma televisão no salão principal permite que os pais acompanhem todas as atividades realizadas pelos filhos.

Rua Brasília, 90, Itaim Bibi
(11) 3078-6261
Seg. 12h/15h, ter. a qui. 12h/15h e 18h/24h, sex. 12h/15h e 18h/1h, sáb. 19h/1h e dom. 18h30/24h.

Casa da Fazenda
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O espaço abre nos almoços dos finais de semana. Uma equipe de monitores interage com as crianças, elaborando brincadeiras e jogos.

Avenida Morumbi, 5594, Morumbi
(11) 3742-2810
Seg. a qui.12h/15h30 e sáb e dom. 12h/17h.

Chácara Santa Cecília
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Em parceria com a empresa Casa de Brincar, o restaurante oferece atividades recreativas de educação ambiental com criação de arte a partir de sucata nos almoços de sábados, domingos e feriados. Programação especial em datas comemorativas,  como Dia das Crianças e Páscoa. Existe também um espaço com livros e gibis.

Rua Ferreira de Araújo, 601, Pinheiros
(11) 3034-6251
Seg. 12h/15h30, ter. a qui. 12h/15h30 e 18h/01h, sáb. 18h/02h, dom. 18h/23h.

Jeca Jones
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Todos os dias, uma monitora acompanha os pequenos, que podem se divertir com brinquedão, videogames, bichinhos de pelúcia e pintura em azulejo. Aos finais de semana, um grupo de recreação fica presente. São cobrados 8 reais por criança a partir de 3 anos.

Rodovia Raposo Tavares, quilômetro 12
(11) 3726-1995
Ter. a qui. 12h/15h30 e 18h/24h, sex. e sáb. 12h/17h30; dom. 12h30 até último cliente.

Joey Steakhouse
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Crianças podem brincar na piscina de bolinhas e com a lousa, que fica no mezzanino. Há uma máquina de fliperama, cujas fichas são vendidas a 1 real cada e um simulador de corrida.

Rua Itapura, 761, Tatuapé
(11) 2295-0451
Seg. a qui. 12h/15h e 18h/23h30, sex. 12h/15h e 18h/24h, sáb. e dom. 12h/23h30

La Caballeriza

A área fica no andar superior e tem quebra-cabeças, livros para colorir, televisão e aparelho de DVD com filmes infantis. Uma monitora fica presente apenas nos domingos. Nos outros dias, apenas crianças acompanhadas dos pais ou de acompanhante podem frequentar a sala.

Alameda Campinas, 530, Jardins
(11) 3541-2220
Seg. a sex. 12h/15h30 e 19h/24h, sáb. 12h/01h, dom. 12h/18h.

Panneteria ZN

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Fica no mezzanino. O espaço acomoda cerca de 15 crianças e tem brinquedos, videogames e filmes em DVD. A monitora só está presente em finais de semana, mas é possível deixar as crianças no ambiente a qualquer hora do dia.

Avenida Engenheiro Caetano Álvares, 4.740, Mandaqui
(11) 2236-6000
Todos os dias, 24 horas.

Pizzaria Paulista 10

São três brinquedões para a criançada: um para bebês de até um ano, outro que pode ser usado por quem mede até 1,20m e um terceiro, maior, para quem tem até 1,40m. Sete videogames de corrida atendem quem é grande para os brinquedões. As crianças são acompanhadas às sextas e aos finais de semana por uma pedagoga.

Rua Euclides Pacheco, 880, Tatuapé
(11) 2098-1010
dom. a qui. 18h/24h, sex. e sáb. 18h/01h.

Praça São Lourenço

Aos finais de semana, a casa abre a sala de recreação. Em parceria com a empresa Só Alegria, o restaurante oferece  uma equipe de monitores para entreter as crianças com atividades envolvendo materiais recicláveis, como garafinhas PET.

Rua Casa do Ator, 608, Vila Olímpia
(11) 3053-9300
Seg. a qui. 12h/15h e 19h/24h; sex. 12h/15h30 e 19h/01h; sáb. 12h/17h e 19/01h; dom. 12h/17h.

Trattoria Montecatini

São três mesas com brinquedos já detonados e jogos tradicionais como amarelinha e damas. Quando visitei a casa, não havia monitora. A casa informa que agora tem uma nos finais de semana. Fica no andar de cima. Tem refeições infantis a preços bem honestos.

Rua Cayowaá, 64, Perdizes
(11) 2586-4900 e 2589-2900
Seg. a sex. 12h/15h e 19h-23h30, sáb. 12h/24h e dom. 12h/17h.

Vento Haragano
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Sala de recreação com 6 monitoras nas noites de sextas-feiras, sábados, domingos e feriados. Espaço fechado, no andar de cima da casa. Tem videogame, DVD com projeção, e brinquedos em geral. Não funciona  nos outros dias da semana.

Avenida Rebouças, 1001, Jardins
(11) 3083-4265
Seg. a sex. 11h/16h e 18h/24h, sáb. 11h/24h e dom. 11h/23h.

Viccolo Nostro
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O charmoso e pomposo restaurante tem 3 ambientes diferentes – e  todas as mesas são enfeitadas com girassóis. Para as crianças, apenas nos finais de semana, o Viccolo Nostro oferece uma equipe de monitores, que desenvolve oficinas de desenhos e jogos recreativos, numa área que funcionava como sala de espera.

Rua Jataituba, 29, Brooklin
(11) 5533-3096 /5093-9314
Seg. a sex. 12h/15; Seg. a qui. 19h/0h; Sáb, dom. e feriado: 12h/16h30 e Sex. e sab. 19h/1h.

Fonte: http://spcuriosos.com.br/restaurantes-com-espaco-kids-em-sao-paulo/

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Como escolher o calçado ideal para o seu filho

sapato Fonte: Site Bebê Abril – Modelo: Rock star

Se há uma coisa que no meu caso foi um “mico” do enxoval foram os sapatinhos para bebê (entre 0 e 6 meses). Não usei quase nada, a minha bebê ficava muito mais tempo de meia ou descalça nos dias de calor, quando eu ia tentar usar ela já tinha crescido e perdido o sapatinho.

A verdade é que o calçado tem a função de proteger o pezinho dos nossos anjinhos da sujeira, de algo que possa machucar ou mesmo do frio do piso. Para que anatomia do pé dos nossos bebês se forme de forma adequada, os pediatras sugerem que em casa o bebê fique descalço ou de meias.

Os sapatinhos são úteis para sair e compor uma roupinha ou proteger do frio, mas só são realmente necessários quando os bebês começam a dar os primeiros passos. Nesse momento especial, é muito importante escolher um modelo de calçado anatômico, confortável e no tamanho ideal, para que não atrapalhe essa fase de descoberta e aprendizado do seu filho.

· Tamanho: não escolha um calçado maior ou mais largo que o pé da criança, o ideal é que o calçado esteja justo e confortável. Um sapato muito grande pode deixar o bebê com dificuldades de se equilibrar, inseguro para andar e levar a tombos e tropeços.

· Flexibilidade: os primeiros sapatinhos não devem ter um solado rígido, devem permitir a movimentação do pezinho do bebê. É legal que a parte do calcanhar seja firme, como são os tênis.

· Solado: é imprescindível que todos os sapatos tenham solados com ranhuras ou que sejam antiderrapantes, pois essa textura evita os escorregões.

· Por idade: cada fase da vida pede um tipo de sapatinho. Nos primeiros 12 meses o calçado é quase um acessório. Essas idades variar de acordo com o desenvolvimento do seu bebê.

* 0 a 6 meses – bebê não engatinha: (meias, calçados de lã ou de tecido, flexíveis e confortáveis).

* 6 meses aos 12 meses – bebê engatinha: (meias com antiderrapante, meias sapatilhas com antiderrapante, calçados de solado reto e bem flexíveis)

* 12 meses até 3 anos – primeiros passos: (continue com as meias antiderrapantes e os tênis ou calçados confortáveis, flexíveis e com solado mais baixo, deixando os movimentos do pés do bebê mais livres).

* Dos 3 anos em diante – nesta fase a criança já anda de forma mais firme e o caçado pode ser escolhido livremente

· Modelo: os tênis com elástico atrás são sempre mais confortáveis e fáceis de calçar nos bebês e crianças até 3 anos. É mais prático e seguro quando o cadarço também é de elástico ou o tênis se fecha com uma lingüeta com velcro, pois um cadarço desamarrado é um tombo garantido. Sandálias e papetes para os dias de verão, desde que tenham fechamento seguro na parte de trás. Nada de salto durante a infância!

Fonte: http://bebe.abril.com.br/materia/sapatinhos-para-uma-pisada-ideal

http://guiadobebe.uol.com.br/como-escolher-o-calcado-infantil/

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Festa - Calculando os comes e bebes da festa

Saber o quanto servir de cada coisa é sempre um drama no planejamento das festas. Mas olha, não tem segredo maior do que conhecer os seus convidados. Já errei muito, já sobrou coisa que daria para mais 3 festas, mas aos poucos estou aprendendo a calcular e, principalmente, a conhecer meus convidados.

O primeiro passo é fazer uma lista de convidados. Não tem como calcular nada sem saber quantas pessoas estarão presentes. Costumo fazer a lista em Excel, e divido em várias colunas. Tem lá: ADULTOS; CRIANÇAS MENORES DE 6 ANOS; ADULTOS QUE BEBEM. Dessa forma eu consigo planejar exatamente o que ter e em qual quantidade.

A cerveja, por exemplo, compro somente usando os adultos que bebem como referência, 4 latas de cerveja por pessoa, ou 2 garrafas. Parece pouco, mas sempre vai ter aquele tio que não poderá ir, aquele amigo que está tomando antibiótico e hoje não vai beber, e aquela amiga que começou a dieta e está evitando o álcool. Confie em mim, se você calcular mais do que isso, vai sobrar. O que acontece algumas vezes aqui em casa é a gente estender a festa com os amigos mais chegados, e aí acaba indo mais cerveja. Se seus amigos são agitados como os meus, tenha 2 caixinhas de cerveja guardadas em casa, e se você ver que um deles puxou o violão e a festa vai se estender, corre para colocá-las no freezer.

Para refrigerantes o ideal é calcular 600 ml por pessoa. Se você servir suco natural e água, pode mudar para 400 ml de refri por pessoa, e acrescentar 200 ml de água e/ou suco. Se o suco estiver disponível em suqueiras, acaba rapidinho, então pode calcular um pouco mais, cerca de 300 ml por pessoa. Para uma festa com 30 pessoas, por exemplo, 9 caixinhas de suco está de bom tamanho. Deixar garrifinhas individuais de água disponíveis também é uma boa sacada, e ainda ajuda na decoração. O ideal é uma por pessoa. Nessa conta não precisa incluir quem bebe cerveja. Mesmo que a pessoa beba outros líquidos, já está na conta.

Para os salgadinhos, se forem no estilo coquetel, que você coloca inteiro na boca, o ideal é 10 unidades por adulto. Crianças comem muito pouco desses salgados e sou forte defensora de ser ter um cardápio especial para elas, com lanchinhos recheados e pães de queijo, por exemplo. Se os salgados forem maiores, do tipo que se come com 2 mordidas, 6 por pessoa está de bom tamanho. Se for servir lanchinhos como carne louca, hot dog e mini hambúrguer, a conta é de 3 por pessoa, ao todo (não é 3 de cada).

Uma coisa que sempre faço é deixar disponível pelo salão vários tipos de snacks, como bolinhas de amendoim, biscoitos de polvilho, torradinhas e batatinhas chips. Dessa forma os convidados podem ficar para lá e para cá e não deixar de comer.

Para os doces, se forem pequenos, como os brigadeiros da vovó, o ideal é 4 por pessoa. Se forem doces de copinho ou brigadeiros gourmet, que se come com duas mordidas, pode calcular somente 2,5 por pessoa. Você pode também já pensar em dar os docinhos como lembrancinha, e fazer alguns a mais para colocar em uma marmitinha simpática para os convidados levarem para casa.

Para o bolo toda boleira indica 100g por pessoa. Cai nessa na última festa e me dei muito mal. Eu tinha 90 convidados adultos, comprei 8 quilos de bolo (já comprei menos) e sobrou ao menos 5 quilos. Juro! Acontece que contratei um buffet de crepes para a festa, e na hora dos parabéns eles começaram a servir crepes doces com sorvete. Foi o maior sucesso, mas o bolo ficou totalmente de escanteio. Se você vai servir algum tipo de doce como sobremesa que não seja o bolo, então pode cortar a quantidade dele pela metade. Para esse ano já pedi o bolo com apenas 4 quilos.

Espero que as dicas acima ajudem vocês a calcular os comes e bebes da festa. Se tiverem alguma dúvida, ou precisarem de mais alguma ajuda, é só pedir!