segunda-feira, 30 de junho de 2014

1ª Consulta no Oftalmologista

Quando a Manu fez um ano, a pediatra dela pediu que eu a levasse ao oftalmologista para saber se estava tudo bem com sua visão. Eu confesso que achei bem estranho, como um bebê que não fala poderia passar em uma consulta desse tipo? Entretanto, como eu sei que não sei um monte de coisas, lá fomos nós desbravar mais uma novidade do encantador mundo dos bebês!

Primeiro de tudo, precisa ser um oftalmologista pediátrico, pois além de ser um especialista, a consulta exige certa habilidade e técnica de distração da criança.

Como foi a consulta:

1) Passamos em um primeiro bate papo com a médica. Ela me pediu para sentar no “cadeirão” com a Manu no colo e mostrou para ela um bichinho que acendia uma luz, na outra mão, usava um tipo de lupa, onde observava a reação dos olhos da Manu.

foto 2

2) A médica pediu para dilatar a vista da Manu com um colírio mais leve, ela disse que a reação durava no máximo uma hora. Foram três pingos em cada olho, de 10 em 10 minutos, ou seja, meia hora no processo de dilatação. A dificuldade é que a criança não pode chorar e toda hora que a moça chegava para pingar o colírio a Manu abria o berreiro. Para evitar o choro, eu buscava alguma coisa que a fizesse distrair bem rápido.

3) Voltamos para o consultório e a médica continuou com o bichinho lanterninha, só que agora ela usou também um aparelho com uma luz bem mais forte, com o objetivo de ver o fundo do olho da minha baby. A Manu ficou bem incomodada, levou um pouco de tempo para ela conseguir realizar o exame, mas deu certo.

foto 1

4) No caso da Manu o resultado do exame foi positivo, ela está com a visão normal. A médica me deu um atestado para que eu entregasse a pediatra indicando o resultado da consulta. Além disso, me explicou que seria interessante retornar quando ela estivesse com três ou quatro anos.

5) Na hora de sair a Manu ficou um pouco incomodada com a claridade, ficava com o olhinho fechado quando batia o sol, mas logo estava bem.

Viagem com o bebê - Campos do Jordão - Dicas de atividades com as crianças

Já fomos duas vezes para Campos do Jordão com a Alice, a primeira quando ela tinha 7 meses, e a segunda neste mês, com 1 ano e meio. Nas duas ela se divertiu demais. Fazer uma viagem com criança é totalmente diferente das viagens que fazíamos antes, e Campos para nós é sempre uma boa pedida, pois além de ter passeios divertidos para ela e ser pertinho, ainda dá para curtirmos um climinha romântico.

Em ambas as vezes optamos por alugar uma casa no bairro de Capivari, assim poderíamos passear pela cidade sem precisar sair de carro, nos preocupar com estacionamento, e o melhor é que poderíamos voltar para casa facilmente se a bebê precisasse de algum cuidado especial.

Para essa viagem a melhor dica é não esquecer que lá faz muito mais frio do que em São Paulo no inverno, e levar touquinhas, meias, luvas e muitas roupas de frio para o bebê. Nosso outro amigo inseparável na primeira viagem foi o canguru, para a Alice passear penduradinha no papai. Facilitava demais! Neste ano ela já estava grande demais para o canguru, e acabamos não levando o carrinho, que fez muuuuita falta, muita mesmo.

Outra dica importante é alinhar as expectativas do casal com a realidade. Provavelmente dessa vez vocês não conseguirão ir tomar uma cervejinha no Baden, nem curtir nenhum outro barzinho na movimentada noite de Campos. Nós optamos por passear muito durante o dia, almoçar fora, e fazer um cardápio especial em casa a noite. Afinal, sair com as crianças com temperatura de 2 graus na noite de lá é insanidade.

Abaixo vou listar alguns dos passeios que fizemos com ela e nos divertimos muito!

Passeio de trenzinho
Os trenzinhos ficam parados do lado de fora do Parque Capivari, na parte baixa, próximo à entrada do teleférico. O passeio custa R$ 10 por pessoa e dura cerca de 1 hora. É como um city tour, com meninos-guias super animados e descontraídos, que apresentam as mansões dos famosos morros acima. Ele faz uma parada na cachoeira Ducha de Prata em que todos podem descer e acompanhar a linda paisagem. Vale super a pena e rende ótimas fotos.


Passeio de bondinho na estrada de ferro
Na temporada o passei custa R$ 11 por pessoa e também é delicioso. É um vagão de trem que vai de Capivari até o portal da Cidade, paralelo à avenida principal da cidade. Quando chega ao portal da cidade em vez de manobrar e virar o trem, os bancos é que se viram (manualmente claro) e todos voltam de frente de novo. É um passeio gostoso e as crianças maiorzinhas se divertem. Lá também tem a opção de passear na Maria Fumaça, mas como o passeio era mais longo e mais caro, ficamos com o bondinho mesmo. 


Parque da Floresta Encantada
Agora que a Alice está maiorzinha fomos com ela ao Parque da Floresta Encantada, e ela AMOU! É um parque pequeno com muitas casinhas de personagens de contos. Tem a casa da Bruxa, casa da Branca de Neve e os sete anões, casa do Fantasma, casa dos Coelhos, casa do Papai Noel, casa das Bonecas... Casa casinha é decorada com o tema em questão, e as crianças adoram. Alice está na fase de gostar muito de bonecas, e não queria sair de jeito nenhum da casa das Bonecas. A entrada no parque custa R$ 10 e lá dentro tem uma lanchonete bem simplesinha.

Horto Florestal
Eu, particularmente, esperava mais do Horto. Achava que seria um lugar cheeeio de bichinhos para as crianças verem e correrem atrás. Chegamos lá com muita fome, e o restaurante Dona Chica realmente vale a pena. O preço é justo, a comida é super boa, e o atendimento bom também. Lá dentro tem fraldário e até fralda e lencinho para quem precisar. Tivemos que esperar um pouco para conseguir mesa, e nesse tempo as crianças puderam brincar em um grande gramado, cheio de redes amarradas nas árvores. Depois do almoço fomos caminhar e logo à frente tinha um parquinho de madeira bem bonitinho e conservado. Lá se foram muitos minutos de brincadeira para a criançada. Na volta para o carro tomamos chocolate quente na lanchonete. Depois disso, pouca coisa para ver. Foi um passeio de umas 4 horas, incluindo o almoço. 

Parque Capivari
O passeio dentro do Parque Capivari já é delicioso para as crianças. Além da estação de trem, que encanta os pequenos com as partidas e chegadas da Maria Fumaça, o parque tem um parquinho de madeira bem conservado, um lago para andar de pedalinho, o teleférico (que eu não deixei marido levar a Alice, porque tive medo de ela ter medo e não ter como descer) e muuuitas lojinhas. Passamos uma tarde inteira ali, e as crianças se divertiram demais (e a mamãe aproveitou para fazer muitas comprinhas).

Praça São Benedito
A praça principal da cidade é cheia de atrativos para as crianças. Na temporada acontecem muitos shows (ano passado perdemos o do Palavra Cantada por 1 dia!) e tem atividades para as crianças. Os menores adoram os passeios nos mini-fusquinhas que ficam por ali. Além disso tem vários artistas de rua fazendo brincadeiras, esculturas com balões e divertindo a todos. É um espaço amplo, delicioso para caminhar e lanchar, faça calor ou frio. E se o frio apertar mesmo, tem duas lojas da Montanhês na praça, que vendem o chocolate quente cremoso mais gostoso do universo.

Parque Tarundu
O Tarundu é um parque de diversões para todas as idades, e é para passar o dia todo. Prepare-se também para gastar uma pequena fortuna... Todas as atividades são pagas, e você pode pagar avulso ou fechar um pacote, em que você paga aproximadamente 100 reais para usufruir de 200. Para quem vai fazer a tirolesa dupla (450 metros e 350 metros, respectivamente) vale a pena, pois só ela custam R$ 120. Para a idade da Alice praticamente não tem atividade, somente o pula-pula, mas ela passou o dia correndo para todos os lados, apontando as crianças, comendo, rolando na grama, e se divertiu demais. A partir dos 2 anos já existem várias atividades, e o que eu achei mais legal é o Family Space, um circuito de atividades com obstáculos, tobogãs e muitos desafios. Se a Alice pudesse entrar ali, com certeza se divertiria. Sua priminha que estava junto adorou a Water Ball e  passeio de buggy, e o primo mais velho curtiu o arborismo e a patinação no gelo.

 

Assim foram nossos dias super divertidos em Campos! Se tiverem alguma dúvida ou quiserem alguma dica, é só falar!


quinta-feira, 26 de junho de 2014

Viagem com o bebê - O que não pode faltar na mala

A cada viagem que fazemos é um Deus nos acuda para tentar não esquecer de nada. É quase impossível, claro! Na última eu esqueci a pasta de dentes, minha e da bebê. Em outra esqueci o secador de cabelo, e era uma cidade fria e não ficamos em hotel, fez a maior falta. No fim, sempre fica alguma coisa de fora.



Para tentar minimizar os riscos eu sempre pego um bloquinho ou o aplicativo de notas do celular e vou anotando tudo o que não pode faltar durante alguns dias, uns 4 mais ou menos. Aí quando chega a hora de fazer as malas é só ir ticando o que já foi e o que ainda tenho que pegar.

Hoje vou compartilhar com vocês minha última lista. Pode ser que várias coisas vocês não precisem, já outras podem ser super importantes e você nem tinha lembrado. O ideal é usar uma lista como base e fazer a sua própria, a cada viagem.


Uma outra dica boa é usar um aplicativo para fazer as malas. Eu já usei o Get Malas Checklist e é super bom. Mas confesso que eu gosto mesmo é do bloco de notas. Acho mais fácil de marcar sempre que lembro de alguma coisa.

Para mim o importante meeesmo é lembrar do leite e das mamadeiras, caso o bebê não mame mais no peito, da escovinha de mamadeira, das fraldas, lencinhos e pomada preventiva de assaduras. Também não pode esquecer o filtro solar e as vitaminas e remédios que o bebê tome. Para todo o resto a gente dá um jeito, nem que seja comprando de última hora num mercadinho perto de você.

E vocês, como fazem para não esquecer de nada? Alguma dica especial?

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Viagem com o bebê - Poços de Caldas

Olá! Meu nome é Thiara Ney e esse é meu primeiro post aqui no Papo Maternidade! De agora em diante estarei por aqui muitas vezes, para contar para vocês um pouco da minha experiência como mãe também! Sou mãe da Alice, de 1 ano e 6 meses, e a Andressa e eu tocamos muuuitas figurinhas desde a gravidez. É muito bom ter com quem compartilhar não só as dúvidas, mas os erros, os acertos e os anseios.

O papo de hoje é sobre viagem com os bebês. Meu marido e eu sempre viajamos muito antes de a Alice nascer, e quisemos manter as viagens mesmo com ela pequena. Afinal, quer coisa melhor do que conhecer lugares e pessoas novos? E assim ela já vai se acostumando ao nosso ritmo de vida, que amamos e queremos mesmo passar para ela.

Fonte: Arquivo pessoal

Uma das primeiras viagens maiores que fizemos foi para Poços de Caldas, em Minas Gerais. Fomos quando ela tinha quase 4 meses, de carro, e foi tudo muito tranquilo. Alice dormiu praticamente toda a viagem (pouco mais de 5 horas) e foi o seu recorde de horas de sono na época. Fiquei com medo de ela ficar irritada se acordasse para mamar, então deixei dormir até chegarmos ao hotel.

Uma coisa ruim que não pesquisamos e não nos programamos é que na estrada de São Paulo para Poços não há muitos pontos de parada. Na época a Alice só mamava no peito, e para amamentar eu precisaria tirá-la da cadeirinha. Para isso precisávamos parar, mas da metade da viagem em diante simplesmente não há onde parar! Agradeço a Deus por ela ter dormido tanto e não ter precisado mamar, senão teria que ser no acostamento, o que é extremamente arriscado.

O hotel que nos hospedamos foi o Estalagem do Café, que fica bem no centro da cidade e é excelente, com o melhor café da manhã do Brasil. O único contra é que é um hotel pequeno, e para ir para os quartos é preciso subir escadas. Foi um tal de sobe com o carrinho, desce com o carrinho, etc.

No primeiro dia fomos passear na praça principal de Poços, que é deliciosa. Alice ficou super tranquila em seu Canguru, pendurada no papai, e ficava muito animada quando via outras crianças brincando. Parecia querer sair do colinho e ir correr também.

Fonte: Arquivo pessoal


No segundo dia fizemos o passeio de teleférico/bondinho e ela foi muito mais valente do que eu! Dormiu durante o passeio, enquanto eu só tremia com aqueles chacoalhões todos.

Também aproveitei para visitar duas amigas muito queridas que moram em Poços, e assim o feriado de páscoa terminou super rapidinho. Foi um passeio maravilhoso, e nossa bebezinha sem dúvidas curtiu muito a mudança de ares.

Se tiverem alguma dúvida sobre algum detalhe da viagem, é só perguntar aí nos comentários. Ficarei super feliz em compartilhar!

terça-feira, 24 de junho de 2014

Concha e Sutiã de Amamentação - seus próximos parceiros

Quando eu estava com seis meses de gravidez o meu GO me deu a seguinte dica: “dos sete meses em diante o bebê pode nascer a qualquer momento, por isso é muito importante que você já comece a adiantar tudo o que precisa agora”.

Foi nessa época que viajei para fazer o enxoval da Manu. Mas ainda havia muita pendência que não resolvi na viagem e como o universo da maternidade sempre foi meio misterioso para mim, lá fui eu perguntar “prazamiga” o que eu precisava comprar. Os primeiros itens que me indicaram formam a dupla: sutiã de amamentação e concha.



Para falarmos da concha, você primeiro precisa identificar, qual o tipo de mamilo que você tem:

Normal ou protruso



Na gravidez, fica com bico proeminente e rígido quando estimulado. Se for muito largo, o bebê pode fazer a pega de maneira errada, sugando apenas o mamilo – o que pode causar fissuras. Caso isso aconteça, vale dar de mamar em mais de uma posição, para evitar que a criança toque a fissura toda vez, ou ordenhar o leite e oferecê-lo em um copinho.

Plano



Não é nem “para fora” nem “para dentro”. Se for o seu tipo, use conchas preparatórias para formar o bico desde a gestação. Ou, antes de amamentar, “pince” a aréola com os dedos. As duas coisas vão ajudar a formar um mamilo. Atenção: se a mama estiver muito cheia, ela parece plana. Ordenhe um pouco o leite que o mamilo “aparece”.

Invertido ou pseudoinvertido



Também chamado de umbilicado, é voltado para dentro. O bico pode ser “extraído” aos poucos com as mesmas técnicas usadas no caso dos planos. É o que gera mais obstáculos para amamentar, já que o leite não sai com facilidade. O pseudoinvertido tem a mesma aparência. Mas ao ser estimulado, fica proeminente e, assim, o bebê mama sem problemas.


CONCHA



Benefícios:

• Os modelos apropriados ajudam a corrigir um mamilo invertido ou plano
• Auxilia na prevenção do contato do mamilo rachado/fissurado na roupa, dando mais tempo para cicatrização
• Protege o mamilo normal ou saudável
• Coleta o leite materno que vaza

A concha é objeto de plástico, formado por duas partes redondas que a gente usa por baixo do sutiã. Existem vários modelos, com utilidades diversas e que podem ser usados na gravidez e no pós-parto.



ps: eu usei essa da Avent

Quais os tipos de conchas?

BASE RÍGIDA – melhor para correção de bico.
BASE FLEXÍVEL – melhor para coletar leite e proteger seios rachados.
ORIFÍCIO GRANDE – se o orifício é muito grande, não corrige o bico, apenas protege a mama e coleta leite.
ORIFÍCIO PEQUENO – quando o orifício é muito pequeno, pode ferir e machucar.

A concha deve ser transparente, com furinhos para ventilação e o furo para colocar o mamilo não pode ser muito pequeno a ponto de apertar o bico, pois pode ferir.

Precisa higienizar sempre, descartar com frequência o leite que vazar e lavar com sabão neutro e esterelizar uma vez ao dia. Você pode usar durante o dia o quanto quiser, fazendo pausas, mas não é legal dormir com elas, pois podem machucar.

Para quem tem o mamilo normal, a concha só se a pessoa tem bastante leite, caso contrário, os absorventes de seio são o suficiente. Mas como não dá para adivinhar se você vai ter muito leite ou não, é melhor já ter na mão esse acessório.

Eu não tive muito leite, acabei usando depois de um tempo mais os absorventes de seio. Eu gostei muito desse da Lansinoh:



Além das conchas, há dois acessórios úteis para quem tem bico plano ou invertido:

Corretor de mamilo: funciona como uma bomba que “suga” o mamilo. Pode ser usado todos os dias por baixo do sutiã, por até duas horas.

Bicos de silicone: deve ser usado durante a amamentação, caso os seios tenham fissuras dolorida sou o bebê não consiga sugar. Mas eles devem ser sua última alternativa, uma vez que a criança pode confundir os bicos e recusar o da mãe depois.


SUTIÃ DE AMAMENTAÇÃO



Essa peça vai mudar um pouco sua maneira de vestir, pois tem alças mais grossas para dar mais suporte a mama que esta mais pesada e um formato maior de bojo. Dessa forma, para quem não gosta de mostrar a alça ou o próprio sutiã, vale fugir das blusinhas de alcinha e dos decotes.

É legal ter no mínimo três sutiãs, para poder fazer o rodízio enquanto um lava e o outro seca e por ai vai.

Muito provavelmente o seu número de sutiã vai mudar durante a gravidez. Eu usava 42 e lá pelos cinco meses estava usando 44. Acabei comprando sutiãs maiores comuns, porém depois que tive bebê e fui recuperando o meu peso, voltei para o 42.

Por isso, se eu pudesse dar uma sugestão, eu diria que se você sentiu que seu número aumentou, compre os sutiãs de amamentação e comece a usá-los. Aguarde o pós-parto e sua perda de peso para confirmar se aumentou ou não o tamanho da sua mama e ai sim, compre novos sutiãs se for necessário.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Infantolatria: as consequências de deixar a criança ser o centro da família

Pessoal, acabo de ler um artigo no site do IG sobre Infantolatria, quando a criança é o centro do universo familiar. Acho extremamente importante que pensemos no assunto com muita seriedade, pois eu mesma, caio nessa armadilha de colocar a Manu como centro de tudo.

O artigo não entra nesse mérito, mas eu acredito que temos um medo imenso de ver a criança sofrer ou se frustrar e para que isso não ocorra, deixamos que ela controle a situação e tenha sempre o que deseja.

Além disso, elevamos a superproteção a níveis absurdos. Amigas professoras me dizem que quando o filho vai mal na escola, os pais culpam o professor e não a criança. Se o filho se comporta mal e leva uma bronca na escola, muitos pais se revoltam e procuram a coordenadoria pedindo um punição para a professora.

Deixamos de ter um segundo filho para não deixarmos de dar "tudo" o que podemos para o nosso pequeno herdeiro, temos medo de dividir o amor com outro filho e nosso primogênito se sentir deixado de lado.

Tenho certeza que fazemos tudo isso tentando acertar, tentando ser o melhor que podemos, mas é importante repensar nossas atitudes e entender que não estamos fazendo o melhor para a criança quando a deixamos no controle. Eu vou repensar e muito a minha forma de agir!

O ARTIGO:





Além das complicações na vida dos filhos, como dificuldade de socialização e insegurança, deixar a criança comandar a dinâmica familiar pode prejudicar – e muito – o casal

Por Raquel Paulino - especial para o iG São Paulo | 22/03/2014 06:00

As atividades da família são definidas em função dos filhos, assim como o cardápio de qualquer refeição. As músicas ouvidas no carro e os programas assistidos na televisão precisam acompanhar o gosto dos pequenos, nunca dos adultos. Em resumo, são as crianças que comandam o que acontece e o que deixa de acontecer em casa. Quando isso acontece e elas já têm mais de dois anos de idade, é hora de acender uma luz de alerta. Eis aí um caso de infantolatria.

“O processo de mudança nos conceitos de família iniciado no século 18 por Jean-Jacques Rousseau [filósofo suíço, um dos principais nomes do Iluminismo] chegou ao século 20 com a ‘religião da maternidade’, em que o bebê é um deus e a mãe, uma santa. Instituiu-se o que é uma boa mãe sob a crença de que ela é responsável e culpada por tudo que acontece na vida do filho, tudo que ele faz e fará. Muitos afirmam que a mulher venceu, pois emancipou-se e foi para o mercado de trabalho, mas não: é a criança que entra no século 21 como a vitoriosa. Esta é a semente da infantolatria”, explica a psicanalista Marcia Neder, pesquisadora do Núcleo de Pesquisa de Psicanálise e Educação da Universidade de São Paulo (Nuppe-USP) e autora do livro “Déspotas Mirins – O Poder nas Novas Famílias”, da editora Zagodoni.

Em poucas palavras, Marcia define infantolatria como “a instituição da mãe como súdita do filho e o adulto se colocando absolutamente disponível para a criança”. E exime os pequenos de qualquer responsabilidade sobre o quadro: “Um bebê não tem poder para determinar como será a dinâmica familiar. Se isso acontece, é porque os pais promovem”.

Reinado curto

A verdade é que existe um período em que os filhos podem reinar na família, mas ele é curto. “Quando o bebê nasce e chega em casa, precisa ser colocado no centro das ações, pois precisa ser decifrado, entendido. Ele deve perder o trono no final do primeiro, no máximo ao longo do segundo ano de vida, para entender que existe o outro, com necessidades e vontades diferentes das dele”, esclarece Vera Blondina Zimmermann, psicóloga do Centro de Referência da Infância e Adolescência da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

A infantolatria ganha espaço quando os pais não sabem ou não conseguem fazer essa adequação da criança à realidade que a cerca e a mantêm no centro das atenções por tempo indefinido. “Em uma família com relacionamento saudável, o filho entra e tem que ser adaptado à dinâmica da casa, à rotina dos adultos”, afirma a psicóloga.

Segurança ou insegurança?

Na casa da analista contábil Paula Torres, é ao redor de Luigi, de cinco anos, que tudo acontece. Entre os privilégios do garoto estão definir o canal em que a TV fica ligada e o dia do fim de semana em que será servida pizza no jantar. “Acho importante a criança se sentir amada e saber que suas vontades são relevantes para a família”, opina.

Ela conta que seu marido, o também analista contábil Luiz André Torres, não gosta muito disso e constantemente reclama que o filho é mimado demais. “Mas bato o pé e defendo essa proteção. Quando o Luigi crescer, será mais seguro para lidar com os adultos, já que suas opiniões são levadas em consideração pelos adultos com quem ele convive desde já”, acredita.

Não é o que as especialistas dizem. “Se o filho fica no nível dos pais, acaba criando para si uma falsa sensação de poder e autonomia que, em um momento mais adiante, se traduzirá em uma profunda insegurança. Ele sentirá a falta de uma referência forte de segurança de um adulto em sua formação”, explica Vera.

“Em uma família com relacionamento saudável, o filho entra e tem que ser adaptado à dinâmica da casa, à rotina dos adultos”
Marcia diz ainda que, ao chegar à idade adulta, esse filho cobrará os pais. “Ele olhará ao redor e verá outras pessoas se realizando independentemente dele. A criança que acha que o mundo tem que parar para ela passar não consegue imaginar isso acontecendo e não está preparada para lidar com a mínima das frustrações. Em algum ponto, acusará os pais de terem sido omissos”.

Para Vera, supervalorizar os pequenos e nivelá-los aos adultos “é o resultado de uma projeção narcísica dos pais nos filhos, que se veem nas qualidades que enxergam em suas crianças”. Marcia concorda: “Isso tudo tem a ver com a vaidade da mãe, que considera aquele filho uma parte melhorada dela própria e, por isso, a criatura mais importante do mundo”.

Os alertas do dia a dia

Muitas vezes, os pais não se dão conta de que estão tratando os filhos como reis ou rainhas, então precisam levar uns chacoalhões da realidade fora de suas casas. “Eles geralmente caem em si quando começa a sociabilização. A escola reclama porque o aluno não respeita as regras, a criança tem dificuldade para fazer amiguinhos porque as outras, com autoestima positiva, não querem ficar perto de alguém que ache que manda em todos”, aponta Vera.

“Em um futuro bem imediato, as reações dos colegas podem fazer a criança perceber que precisa mudar. Ela se comportará com eles como faz com a família e receberá a não-aceitação como resposta. Terá de lidar com isso para ter amigos”, afirma Marcia.

Mesmo assim, ela ainda correrá o risco de não conseguir rever seus comportamentos devido a uma superproteção parental, adverte Vera: “Em alguns casos dá para ela se salvar, mas muitos pais preferem culpar o ‘mundo injusto com seu filho perfeito’, o que impede que ela entenda as necessidades dos outros e reforça seus problemas de inadequação para a adaptação social”.

E como fica o casal?

Além de todas as complicações causadas pela infantolatria na vida dos filhos, ela prejudica – e muito – o casal que a promove. “Na relação saudável, o casal continua sendo o mais importante na família mesmo com a chegada da criança. Se os pais mantêm o filho no centro por mais tempo do que o necessário, acabarão se afastando”, alerta Vera.

“Some o casal. O ‘marido’ e a ‘mulher’ passam a ser o ‘pai’ e a ‘mãe’. E se em uma casa a mãe é a santa e o filho é o deus, onde fica o espaço do pai?”, questiona Marcia. “Muitos tentam entrar, reconquistar seu espaço, mas outros simplesmente caem fora”, constata.

O futuro da infantolatria

Sabendo disso tudo, os pais têm condições de se preparar para evitar os estragos na criação dos filhos. Marcia conta que percebe que as pessoas têm encontrado em sua análise uma saída para a tirania infantil.

“Não sou adivinha, mas creio que o novo arranjo familiar, em que os pais também assumem funções na criação dos filhos e as mães seguem carreiras por prazer, vá ajudar a mudar o panorama, assim como os arranjos homoparentais que começam a ser mais comuns”, diz, para complementar: “Creio que todos os comportamentos continuarão existindo, mas temos a obrigação de trabalhar para reverter esse quadro. O filho não é o centro porque quer, mas porque o adulto permite”.

Vera enxerga o futuro da situação de forma um pouco diferente. “Nossa sociedade é muito apressada e, no geral, não dá espaço para a preocupação com o outro. Isso tende a potencializar esse tipo de problema, a naturalizar para a criança o fato de que ela é o que mais importa, como aprendeu em casa com o comportamento dos pais em relação a ela”, finaliza.

Fonte: http://delas.ig.com.br/filhos/2014-03-22/infantolatria-as-consequencias-de-deixar-a-crianca-ser-o-centro-da-familia.html


OS DIREITOS TRABALHISTAS DA GESTANTE



Em relação ao trabalho, de acordo com o Artigo 392 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)

• Licença-maternidade de 120 dias (a partir do 8º mês de gestação), sem prejuízo do emprego e do salário, que será integral. Caso receba salário variável, receberá a média dos últimos seis meses. Confira aqui a Cartilha para a mãe trabalhadora que amamenta.

• Dois descansos diários de 30 minutos para amamentação, até a criança completar seis meses de vida.

• Estabilidade no emprego, o que significa que do momento da confirmação da gravidez até cinco meses após o parto a gestante não poderá ser demitida sem justa causa.

• Trabalhar. A gestação não pode ser motivo de negativa de admissão.

• Ser dispensada no horário de trabalho para a realização de pelo menos seis consultas médicas e demais exames complementares.

• Mudar de função ou setor de acordo com o estado de saúde e ter assegurada a retomada da antiga posição.

• Ampliação da licença-maternidade por 60 dias, a critério da empresa, desde que a mesma faça parte do Programa Empresa Cidadã (Lei 11.770/08).

• Duas semanas de repouso no caso de aborto natural.

Adoção

O direito à licença-maternidade e a ao salário maternidade é estendido às mães adotivas, respeitando os seguintes critérios:

1) Se a criança adotada tiver até um 1 ano de idade, licença maternidade/salário de 120 dias.
2) Se a criança adotada tiver de 1 ano a 4 anos de idade, licença/salário maternidade de 60 dias.
3) Se a criança adotada tiver de 4 a 8 anos de idade licença/salário maternidade de 30 dias.

Licença Paternidade

O pai do bebê tem direito a 5 dias corridos de dispensa do trabalho, a contar da data de nascimento do bebê.

Fontes:
Ministério da Saúde
Secretaria de Políticas para as Mulheres

TESTE - CONHEÇA O SEU BEBÊ

Em minha opinião, uma das coisas mais importantes para aprender a lidar com o bebê é saber quem ele é. Cada neném tem uma personalidade diferente, irmãos com a mesma criação se mostram crianças completamente diferentes.

É muito importante que você esteja pronta para amar e aceitar o seu filho, independente da personalidade que ele tenha. Muitas vezes almejamos aquela família de comercial de fraldas, onde o bebê sorri o tempo todo e dorme tranquilamente sozinho. Mas a realidade é muitas vezes diferentes e precisamos estar prontas para enfrentar o desafio.

A Tracy Hogg, autora do Os Segredos de uma Encantadora de Bebês, conseguiu com seus anos de trabalho identificar as personalidades mais recorrentes nos bebês. A partir do momento que você descobre o seu filho é mais fácil lidar com ele e com suas características mais difíceis.

Ela criou um teste bem interessante para ajudar você nessa identificação. É legal que você e mais um dos cuidadores da criança façam esse teste individualmente e depois comparem resultados. Não tente colocar as resposta de como você gostaria que seu filho fosse, seja sincera.

Há crianças que possuem características que mesclam mais de uma personalidade, o que é bem normal. A ideia não é apontar o dedo para criança e dizer “você é assim”, mas ajudar a conhecê-la melhor.

TESTE

(texto extraído do livro)

Para cada uma das questões seguintes, escolha a melhor resposta - em outras palavras, a frase que descreve o comportamento de seu filho na maior parte do tempo.

1. Meu bebê:
A. raramente chora
B. chora apenas quando está com fome, cansado ou super estimulado
C. chora sem motivo aparente
D. chora muito alto e, se não o atendo logo, começa a berrar
E. chora grande parte do tempo

2. Na hora de dormir, meu bebê:
A. fica tranquilo no berço e logo dorme
B. em geral, pega no sono facilmente dentro de 20 minutos
C. reclama um pouco e parece sonolento, mas não consegue manter o sono
D. é muito agitado e geralmente precisa ser envolvido em um cobertor ou embalado no colo
E. chora muito e parece não gostar de ser colocado no berço

3. Quando acorda, de manhã, meu bebê:
A. raramente chora - ele fica brincando no berço até eu chegar
B. murmura e olha a seu redor
C. precisa de atenção imediata, senão começa a chorar
D. grita
E. choraminga

4. Meu bebê sorri:
A. para tudo e para todos
B. quando estimulado
C. quando estimulado, mas às vezes começa a chorar minutos depois de sorri
D. muito e também é muito vocal: ele tende a fazer ruídos muito altos
E. apenas em determinadas circunstâncias

5. Quando levo meu bebê para passear, ele:
A. é extremamente comportado
B. é comportado, desde que eu não o leve para um local muito agitado
ou desconhecido
C. fica bastante irrequieto
D. exige muito minha atenção
E. não gosta de ser muito manipulado

6. Quando um desconhecido simpático conversa com ele, meu bebê:
A. sorri imediatamente
B. fica um pouco sério e depois geralmente sorri
C. quase sempre chora, a menos que o desconhecido consiga conquistá-lo
D. fica muito agitado
E. raramente sorri

7. Quando escuta um ruído muito alto, como um cachorro latindo ou uma porta batendo, meu bebê
A. nunca se incomoda
B. percebe, mas não se incomoda
C. fica visivelmente assustado e, em geral, começa a chorar
D. também faz um ruído alto
E. começa a chorar

8. Na primeira vez em que dei um banho em meu bebê, ele:
A. gostou da água como se fosse um peixe
B. ficou um pouco surpreso com a sensação, mas gostou quase imediatamente
C. ficou muito sensível, tremeu um pouco e parecia estar com medo
D. ficou frenético, batia os braços e as pernas, esparramando a água
E. detestou o banho e chorou

9. Normalmente, a linguagem corporal de meu bebê é:
A. relaxada e alerta
B. relaxada na maior parte do tempo
C. tensa e muito reativa aos estímulos externos
D. desajeitada - ele bate muito os braços e as pernas
E. rígida - seus braços e suas pernas geralmente são inflexíveis

10. Meu bebê faz ruídos altos e agressivos:
A. ocasionalmente
B. apenas quando está brincando e é muito estimulado
C. quase sempre
D. freqüentemente
E. quando está bravo

11. Quando troco as fraldas do meu bebê, dou banho nele ou o visto:
A. ele sempre se comporta com tranqüilidade
B. ele se comporta se eu não fizer movimentos muito rápidos e se souber o que estou fazendo
C. geralmente fica mal-humorado, como se não suportasse ficar nu
D. contorce o corpo e derruba tudo do trocador
E. ele detesta, vestir uma roupa é sempre uma batalha

12. Quando levo meu bebê para um ambiente muito iluminado, pela luz do sol ou por lâmpadas flúorescentes, ele:
A. enfrenta a situação com naturalidade
B. às vezes parece assustado
C. pisca excessivamente ou tenta esconder o rosto
D. fica superestimulado
E. parece perturbado

13a. (Se você dá mamadeira) Quando alimento meu bebê, ele:
A. sempre suga de forma adequada, presta atenção e, em geral, alimenta-se em 20 minutos
B. se mostra um pouco atrapalhado com os movimentos de sugação, mas quase sempre se ali menta bem
C. contorce muito o corpo e demora para terminar a mamadeira
D. segura a mamadeira de forma agressiva e tende a se alimentar demais
E. geralmente é mal-humorado e demora muito para se alimentar

13b. (Se você amamenta) Quando amamento meu bebê, ele:
A. começa a mamar imediatamente - foi bem fácil desde o primeiro dia
B. demorou um ou dois dias para conseguir mamar direito, mas depois ficou tudo bem
C. sempre quer mamar, mas ocasionalmente larga o seio, como se tivesse esquecido como fazer
D. alimenta-se bem desde que eu o segure do jeito que ele quer
E. fica muito bravo e agitado, como se não tivesse leite suficiente para ele

14. O comentário que melhor descreve a comunicação entre mim e meu bebê é:
A. ele sempre consegue que eu saiba exatamente qual é a sua necessidade
B. na maior parte do tempo, é fácil interpretar suas dicas
C. ele me confunde: às vezes, chega a gritar comigo
D. seus gostos e desgostos são firmados de modo bem claro e freqüentemente barulhento
E. ele geralmente chama minha atenção com um choro alto e tenso

15. Quando vamos a uma reunião familiar e muitas pessoas querem segurá-lo, meu bebê:
A. é muito adaptável
B. é bastante seletivo em relação a quem deseja segurá-lo
C. chora facilmente se muitas pessoas o segurarem
D. pode chorar ou até mesmo tentar se afastar dos braços de alguém se não se sentir confortável
E. recusa-se a ir com qualquer pessoa que não seja a mamãe ou o papai

16. Quando voltamos para casa depois de um passeio qualquer, meu bebê:
A. adapta-se imediatamente
B. demora alguns minutos para se ambientar
C. tende a ficar muito agitado
D. geralmente está superestimulado e é difícil acalmá-lo
E. parece bravo e infeliz

17. Meu bebê:
A. distrai-se por um longo período observando um único objeto, até mesmo as barras do berço
B. consegue brincar sozinho por cerca de 15 minutos
C. tem dificuldade para divertir-se em um ambiente desconhecido
D. precisa de muito estímulo para se distrair
E. não se distrai facilmente com alguma coisa

18.O aspecto mais perceptível de meu bebê é:
A. como ele é adaptável e incrivelmente bem-comportado
B. como seu desenvolvimento segue um trajeto preciso,
exatamente como descrevem os livros
C. sua sensibilidade a tudo
D. sua agressividade
E. como ele é resmungão

19. Meu bebê parece:
A. sentir-se absolutamente seguro no berço
B. preferir o berço na maior parte do tempo
C. sentir-se inseguro no berço
D. irritado, como se o berço fosse uma prisão
E. ressentido quando é colocado no berço

20. O comentário que melhor descreve meu bebê é:
A. nem parece haver um bebê na casa - ele é um sonho
B. é fácil lidar com ele, ele é previsível
C. ele é uma coisinha muito delicada
D. eu acho que, quando começar a engatinhar, ele vai esbarrar em tudo
E. ele é uma "alma velha", parece que já esteve por aqui antes


Para saber o resultado do teste, escreva as letras A, B, C, D e E em um papel, ao lado de cada uma anote quantas vezes a marcou durante o teste. Cada letra denota um tipo correspondente:

A = bebê Anjo
B = bebê Livro-texto (A Manu é essa aqui!)
C = bebê Sensível (A Manu é essa aqui!)
D = bebê Enérgico
E = bebê Irritável

Agora que você identificou um ou dois tipos de personalidade é hora de ler sobre elas, entretanto tenha em mente que essas características se relacionam com a maneira que a criança lida com as coisas em situações normais. Momentos como uma cólica ou o nascimentos dos dentes são situações incomodas e podem irritar até um bebê anjo.


Bebê Anjo



Como era de esperar, esse é o tipo de bebê que todas as mulheres que engravidam pela primeira vez imaginam ter: ele parece um verdadeiro sonho. Pauline é um bebê desse tipo: doce, eternamente sorridente e muito pouco exigente.

Suas dicas são fáceis de interpretar. Ela não é perturbada por ambientes novos e é extremamente comportada - na realidade, você pode levá-la para qualquer lugar.

Ela tem facilidade de se alimentar, brincar e dormir e em geral não chora quando acorda. Você encontrará Pauline brincando em seu berço quase todas as manhãs, conversando com um bicho de pelúcia ou apenas se distraindo com a faixa do papel de parede.

Um bebê Anjo quase sempre consegue se acalmar sozinho; mas, se estiver
muito cansado, talvez porque suas dicas não tenham sido bem interpretadas, a única providência necessária é aconchegá-lo um pouco e dizer: "Eu estou vendo que você está muito cansado". Depois, cante uma canção, deixe o quarto confortável, escuro e silencioso, e logo ele dormirá.

Bebê Livro-texto



Esse é o nosso bebê previsível e, como tal, é consideravelmente fácil lidar com ele.

Oliver insinua tudo o que fará, por isso não existem muitas surpresas com ele.

Ele chega a todos os marcos exatamente de acordo com o previsto - dorme a noite toda aos 3 meses de idade, consegue rolar aos 5 e senta-se aos 6. Suas manifestações do processo de crescimento parecem um relógio. Nos períodos em que seu apetite aumenta repentinamente, ele está ganhando peso e se desenvolvendo com rapidez.

Quando tem apenas 1 semana, já consegue brincar sozinho por um período curto - 15 minutos aproximadamente - e também murmura muito e olha ao redor. Além disso, sorri quando alguém sorri para ele. Embora Oliver tenha períodos normais de mau humor, exatamente como os livros descrevem, é fácil acalmá-lo.

Também não é difícil fazê-lo dormir.

Bebê Sensível



Para um bebê ultrassensível, como Michael, o mundo parece uma série interminável de desafios sensoriais. Ele se assusta com o ruído de uma motocicleta passando na rua, com os sons da TV, com um cachorro latindo na casa do vizinho.

Ele pisca ou tenta afastar o rosto de uma luz forte. Às vezes chora sem motivo aparente, mesmo quando está sozinho com a mãe. Nesses momentos, ele está tentando dizer na sua linguagem de bebê: "Eu já estou cansado, preciso de um pouco de paz e silêncio".

Frequentemente, fica irritado depois de algumas pessoas o segurarem ou depois de passear. Ele brinca sozinho por alguns minutos, mas precisa se certificar da proximidade de alguém que ele conheça bem - a mamãe, o papai ou a babá.

Já que esse tipo de bebê gosta muito de sugar, a mamãe pode interpretar mal suas dicas e pensar que ele está com fome, quando uma chupeta poderia acalmá-lo.

Ele também pode se alimentar de uma forma errática, às vezes agindo como se tivesse esquecido como fazê-lo. Durante as sonecas e à noite, Michael com frequência tem dificuldade em pegar no sono.

Bebês Sensíveis como ele facilmente saem dos horários programados, porque seu sistema é muito frágil. Uma soneca muito longa, o fato de pular uma refeição, uma visita inesperada, uma viagem, uma mudança na rotina - qualquer um desses eventos pode colocar Michael em desespero.

Para acalmar o bebê Sensível, você terá de "recriar o ventre". Envolva-o bem firme em um cobertor, aconchegue-o no seu ombro, sussurre perto do ouvido dele ritmicamente um som que lembre o da água fluindo pelo ventre e dê tapinhas suaves nas costas dele, imitando o ritmo cardíaco (isto, aliás, acalma a maioria dos bebês; mas funciona especialmente com o Sensível).

Se você tiver um bebê Sensível, quanto mais rápido aprender a interpretar suas dicas e seu choro, mais simples sua vida será. Esses bebês adoram estrutura e previsibilidade - nada de surpresas, muito obrigado.

Bebê Enérgico



Esse é o bebê que parece sair do ventre já sabendo do que gosta e do que não gosta, e ele não hesita em mostrar isso a todos. Bebês como Karen são muito vocais e, às vezes, chegam a parecer agressivos. Ela frequentemente chama a mamãe e o papai aos gritos quando acorda pela manhã.

Ela detesta ficar com as fraldas sujas e comunicará "Troque-me" vocalizando violentamente seu desconforto. Na realidade, balbucia muito e bem alto. Sua linguagem corporal tende a ser um pouco desajeitada.

Karen frequentemente precisa ser envolvida em um cobertor para dormir, porque seus braços e suas pernas ficam se debatendo e a deixam superestimulada.

Quando começa a chorar e o ciclo não é interrompido, parece chegar a um ponto do qual não há retorno: seu choro vai se prolongando até atingir um estado de raiva extrema.

Um bebê Enérgico provavelmente segurará a mamadeira em idade prematura. Ele também percebe os outros bebês antes que eles o percebam e, assim que tiver idade para desenvolver uma preensão boa e firme, pegará também os brinquedos dos outros.

Bebê Irritável



Eu defendo a teoria de que bebês como Gavin já estiveram por aqui antes - eles são "almas velhas", como costumo chamá-los, e não ficaram nada felizes em voltar ao mundo. Eu posso estar errada, é claro, mas independentemente do motivo, garanto que esse tipo de bebê é absolutamente amargo, ou como dizemos em Yorkshire, está bravo com o mundo e mostra isso claramente.

Gavin choraminga todas as manhãs, não sorri muito durante o dia e fica inquieto até dormir, todas as noites. Sua mãe tem muitos problemas em conseguir manter as babás, porque elas tendem a levar o mau humor desse bebê para o lado pessoal.

No início, ele detestava tomar banho e, cada vez que alguém tentava trocá-lo ou vesti-lo, ele se tornava impaciente e irritado.

Sua mãe tentou amamentá-lo, mas seu fluxo (o ritmo do leite até chegar ao mamilo e passar por ele) era lento, e Gavin não tinha paciência.

Embora ela tenha seguido todas as normas, a alimentação ainda é difícil por causa do mau humor dele. Para acalmar um bebê Irritável, a mãe ou o pai precisam ser pacientes, porque esse bebê fica muito bravo e seu choro é particularmente alto e longo.

O "murmúrio da água do ventre" precisa ser ainda mais alto que o choro. Ele odeia ser envolvido em cobertores e certamente faz você saber disso.

Se o bebê Irritável tiver uma crise, diga: "Está bem, está bem, está bem", de uma forma rítmica, enquanto o acalenta suavemente de frente para trás.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Grávida: Se prepare para ouvir um monte de abobrinhas!

Eu descobri durante a gravidez que a barriga atrai muita gente cheia de histórias bizarras para contar. É inacreditável como parece que as pessoas perdem o senso do que deve ou não deve ser dito a uma moça que está ali, indefesa, esperando o seu bebê.




Eu recitei muitas vezes o mantra “é melhor ouvir do que ser surda”. Isso não espantava os doidos mas me ajudava a tentar não dar na cara deles rs


• Testemunhos sobre partos

Sempre aparecia uma amiga ou conhecida para contra o quanto foi difícil o seu parto. Contando que a anestesia não pegou, que a agulha era imensa, que no parto normal os pontos doeram e por ai vai...

Uma vez, uma amiga de um casal de amigos, em uma festa, começou a me contar todo o drama do parto dela. Contou em detalhes da agulha ao corte que fizeram na “periquita” dela para facilitar o parto normal, mas sempre dizendo que parir é horrível. O marido dela pediu para ela ficar quieta que eu podia me assustar e ela disse “não, ela tem que saber, por que eu sempre gostei de saber das coisas”.

A verdade é que tem muita gente que fala por que acha que está ajudando, mas cada pessoa é de um jeito. Eu, por exemplo, odeio sofrer por antecipação, então, não me conte a parte ruim, não me ajuda saber dessas coisas antes da hora.

• As amigas competitivas

Essas são clássica em qualquer círculo social, com elas tudo sempre foi pior. Você fala que sente enjoo e ela diz que sentia muito mais, você diz que estava cansada e ela que não conseguia andar, que as pernas caíram ou qualquer outro exagero.

• Dorme agora por que depois...

“Aproveita para dormir agora, por que você não vai dormir mais!” Quem disse? Quem disse que seu filho vai ficar acordado a noite inteira? Por que você tem que sofrer por antecipação? Cada bebê é de um jeito.

• Seu peso

Com quantos quilos você está? Você era tão magrinha! Suas pernas estão muito grossas! Seus seios estão imensos! Gente que coisa chata de se ouvir, eu sempre fui magra e ganhei 16kg na gravidez. É claro que meu corpo ficou diferente.

• A prima do meu cunhado...

Eu não sei como tanta gente resolveu me contar histórias de aborto, de nascimentos difíceis, de tragédias no geral, não é possível que a pessoa não se toque que você não quer ouvir essas coisas.

• Você tem certeza que esse é o tipo de parto que você quer?

O que não falta é gente defendendo o tipo de parto que fez e criticando o que você escolheu, mostrando mil defeitos da sua escolha.

O parto ideal é o que você escolher, ninguém sabe o que é melhor além de você mesma.

• Inchada, dolorida, acabada...

Você conta que está grávida e já começa a ouvir tudo o que a pessoa passou durante a gestação dela: eu inchei, enjoei, vomitei, perdi quilo, tive problemas de articulação, diabetes, pressão alta...

No começou eu ficava apavorada depois eu comecei a criar fugas mentais que resolviam bem rs.

• Nossa! Você está imensa!

No começo a gente fica louca para parecer que está grávida, eu fiquei bem barriguda e ouvi “parece que você engoliu uma melancia”, “sua barriga da até medo”, “já está para nascer né?”.

Gente ninguém quer ouvir isso!

• Você deveria comer isso?

Eu nem sei o que responder para quem fica prestando atenção no que a gente come viu, coisa chata!

E se você pensa que a gente ouve isso por que estava comendo tijolo com detergente, não, normalmente é alguma gordice ou algo que o ser iluminado na sua frente julga errado.

• Como você ficou grávida? Foi planejado?

Sério que a pessoa quer detalhes? Não é possível! Mas eu ouvi várias vezes essa pergunta. Eu sempre ficava constrangida, tentando explicar que tinha parado de tomar remédio e que acabou rolando... aff...

Amiga gestante, respira fundo e se prepara por que depois que o bebê nascer a história continua viu, só que ao invés de falarem de você, vão falar do seu filho e da sua forma de criação...

Dicas e truques para engravidar

Você pensou e planejou com muita calma ficar grávida. Assim que a maternidade te chamou e você decidiu que era o momento certo, pronto, toda aquela tranquilidade foi pelo ralo. Bem-vinda ao time rs! Isso acontece com quase toda mulher, a gente se torna o ser mais ansioso do mundo e quer conseguir ficar grávida já nas primeiras tentativas.

Uma amiga “tentante” (apelido das mulheres que estão tentando engravidar) me disse uma vez que o que mais a pressionava era que todo mundo que ela conhecia tinha conseguido de primeira. Ela estava quase há um ano tentando e ainda não havia conseguido.
Algumas dicas que aprendi com médicos, amigas e alguns sites:

1. Não conte para ninguém que você está tentando!


Fonte: http://valmais5.wordpress.com/2012/08/01/em-boca-fechada-nao-entra-mosquito/

Cada pessoa tem um estilo, mas seu eu pudesse dar um conselho, eu diria para você não contar para ninguém. Quer dizer, conta para o seu parceiro né rs, mas segue a máxima de que “boca fechada não entra mosca”. Se você tiver alguma amiga que passou por algo parecido vale falar com ela, pois haverá uma troca de experiências, mas só, não fale nem com os seus pais. Muita gente sabendo gera mais expectativa e perguntas como “ainda não conseguiu?”.

2. Conheça o seu corpo


Fonte: http://www.canalgravidez.com.br/tabelinha-para-engravidar/

Se você é do tipo de pessoa que é bem controlada, ótimo, mas se você é como eu e nunca sabe qual a data da sua última menstruação, é hora de começar a anotar essa informação. Você precisa desse dado para saber o ponto mais importante, quando você está ovulando, ou seja, qual o seu período fértil.

Se seu ciclo é regular, uma Calculadora da ovulação é bem eficiente para te ajudar a descobrir o seu período fértil. Clique aqui e faça o cálculo.

Caso o seu ciclo menstrual seja desregulado esse cálculo é meio furado, por isso, clique aqui e leia um artigo do site Baby Center com outras dicas para auxiliar nessa medida.

3. Cuide da sua saúde


Fonte: http://bilycortez.blogspot.com.br/2014/04/endomitriose.html

Algumas doenças ou desequilíbrios do corpo podem prejudicar as suas tentativas.

Converse com seu ginecologista e diga que está pensando em ficar grávida (para ele também pode contar rs). Ele passará alguns exames e já indicará que você tome o ácido fólico, uma vitamina maravilhosa, que ajuda a diminuir os riscos de má formação genética dos bebês.

Parar de fumar ajuda tanto a mulher quanto o homem. No caso da mulher, o cigarro pode afetar o amadurecimento dos folículos, que se tornaram os óvulos mais tarde, e nos homens, os espermatozoides do fumante podem ter um potencial menor de fertilização.

Evite o álcool e outras drogas, naturais ou sintéticas, eles podem reduzir em até 40% a chance de uma gravidez por que interferem tanto no ovário quanto nos testículos, além de prejudicar a sua saúde.

Alguns estudos indicam que tomar café pode diminuir as chances de engravidar, na dúvida é melhor considerar a hipótese de excluir a cafeína do seu dia a dia.

Para que os homens possam produzir espermatozoides mais fortes uma dica dos médicos é comer alimentos ricos em zinco, ácido fólico, cálcio e vitaminas C e D .

Os homens devem evitar banhos muito quentes e sauna, o calor em excesso elimina espermatozoides. É importante evitar ficar com o notebook no colo, pois aumenta a temperatura dos testículos. Outro item que deve ser considerado é andar muito de bicicleta, esporte que também prejudica a produção de espermatozoides.


4. Faça sexo


Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Crescer/0,19125,EFC803587-2215,00.html

Bom, agora que você já sabe que está bem com o seu corpo e conhece melhor o seu dia fértil é hora de começar a brincadeira rs.

Muitos casais acabam só fazendo amor nos dias da tabelinha, mas isso acaba tornando as coisas um pouco mecânicas. É legal se organizar para estar juntos e tentar “fazer bebê” no período certo, mas não deixe de curtir a vida a dois né?

Os médicos sugerem que você comece a fazer sexo 3 dias antes do seu período fértil e 3 dias depois, como se fosse uma curva de erro, igual a gente costuma ver nas pesquisas.

Os espermatozoides sobrevivem no seu corpo cerca de 3 a 4 dias depois do coito, por isso se você só produzir um óvulo no dia seguinte, ainda há chance de engravidar. Em contrapartida o óvulo só sobrevive em torno de 12 horas.
Caso você tenha tentado fazer o cálculo e ainda não tenha conseguido descobrir exatamente o seu dia de ovulação, uma boa dica é fazer sexo dia sim, dia não. Dessa forma, você terá diariamente espermatozoides em seu aparelho reprodutor esperando o óvulo aparecer.

Fazer sexo todos os dias não é uma boa pedida, pois diminui a quantidade de espermatozoide por ejaculação. Entretanto, longos períodos sem transar podem acumular espermatozoides mortos no sémen, o homem precisará ejacular pelo menos uma vez, antes de estar apto para conceber um bebê. O melhor é encontrar um equilíbrio.

5. Fique deitada depois do sexo


Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Crescer/0,19125,EFC803587-2215,00.html

Pesquisadores holandeses descobriram que as mulheres que faziam inseminação artificial e permaneciam deitadas de barriga para cima durante 15 minutos tinham mais chances de engravidar.

Não da para dizer que o mesmo se aplique para concepção clássica, mas de qualquer jeito vale tentar né?

6. Não pressione o seu útero


Fonte: http://terestilo.wordpress.com/2010/07/17/chega-de-reclamar/

A pressão psicológica da nossa mente em nosso corpo é dos maiores impedimentos para engravidar.

Conheci uma psicóloga da UNIFESP que estava atuando em uma pesquisa de doutorado onde um grupo de 60 mulheres “tentantes” seriam tratadas em dois grupos, um com medicação e outro com terapia. A pesquisa duraria alguns anos ainda com outros grupos, mas nesse primeiro ela já estava com 30% mais sucesso nas mulheres que faziam apenas terapia.

Todo mundo conhece algum caso de um casal que tentava engravidar e quando desistiu de ficar pensando nisso, adotou uma criança ou fez qualquer outra coisa, conseguiu conceber um bebê.

A ansiedade é muito normal, mas é preciso aprender a controlar esse sentimento, pois o nosso organismo não funciona corretamente quando estamos nervosas. Quantas vezes seu ciclo não ficou maluco em um momento de estresse?

Por isso aproveite essa fase para se divertir com muito chamego e carinho, sem se preocupar se vai ficar grávida ou não, pense nas coisas boas que essa fase de intimidade vai trazer para o seu relacionamento e aproveite!

7. Quando procurar ajuda médica



Cada caso é um caso, mas normalmente 6 em cada 10 casais tentantes conseguem engravidar nos três primeiros meses. A decisão de procurar um médico deve considerar principalmente a idade do casal, pois a fertilidade diminui com o tempo.
Se você tem mais de 40 anos deve procurar um especialista imediatamente, entre 35 e 39, vale esperar pelo menos seis meses de tentativas para procurar o médico. Se você tem menos de 35 anos é possível esperar até um ano.

Todos esses prazos se alteram se vocês tiverem algum histórico médico, alguma doença crônica, problemas com peso ou qualquer dúvida. Se vocês estão inseguros por algum motivo, procurem sempre ajuda médica, pois nada melhor que estar desencanados de qualquer problema para relaxar.


Fontes:
http://brasil.babycenter.com/a6700031/6-truques-para-engravidar-r%C3%A1pido#ixzz34WtGLtGU
http://revistacrescer.globo.com/Crescer/0,19125,EFC803587-2215,00.html

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Site para saber mais sobre o nome do seu bebê



Pessoal, olha que legal esse site da Johnson´s Baby com informações diversas sobre o nome do bebê:

Clique aqui para ver o site.

Parabéns para empresa e para o pessoal que fez o site, super interessante a ideia!

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Os Animais de Estimação e seu novo DONO

É muito como que mesmo na gravidez os animais de estimação já começam a demonstrar certa mudança de comportamento por causa do “intruso”.

Antes, o bichinho era o centro das atenções e ele começa a perceber a mudança no comportamento de seus donos, que passam a dividir o tempo que era só dele com os preparativos para chegada do bebê.

Além disso, conforme passam os meses, as grávidas normalmente ficam menos ativas e brincam menos com os seus animais, por isso é importante prepará-los para chegada do bebê.

CÃES


Fonte: http://patakipatakola.com.br/blog/2012/05/31/como-preparar-o-cao-para-a-chegada-do-bebe/

Os especialistas que li, indicam que você converse com seu cachorro para a recepção do neném e, antes de voltar para casa da maternidade, o papai pode levar uma fralda ou paninho que esteve em contato com o bebê para o animal cheirar. Assim, ele se familiariza com o odor de seu novo amiguinho.

Como os cães são donos do território, apresente o bebê para ele antes de entrar na casa, na porta ou no quintal. O ideal é que o bebê entre no colo de outra pessoa e que a nova mamãe chegue fazendo festa com o animal que deve estar morto de saudades. Assim ele se sente amado e fica mais receptivo.

Tente não mudar muito a rotina do cachorro, ele precisa entender que o novo morador de sua casa não veio roubar o seu território. Tente prever as mudanças que precisaram ser feitas e as faça já no começo da gravidez, assim quando o bebê nascer o seu bichinho já estará acostumado à nova rotina.

Mesmo com todos esses preparativos não é legal deixar o bebê sozinho com o animal, essas são preparações, mas não garantem que o cão não terá uma reação mais negativa. Converse com seu pediatra e com o veterinário sempre que tiver dúvidas.

GATOS


Fonte: http://www.fotosdeanimais.org/gatos/fotos-de-bebes-com-gatos/

O gatinho como o cachorro não deve associar a chegada do bebê com a perda do seu espaço. Ele deve estar acostumado com a rotina nova já na gravidez. Por exemplo, como você irá afastá-lo do quarto do bebê, já faça isso na gestação.

Se você vive com seu gatinho no colo, esse hábito irá mudar por que agora seu colo será do bebê. Já comece a acostumá-lo a descansar em outros locais, assim não haverá estresse.

Como foi sugerido para o cachorro, alguém deve ficar encarregado de levar paninhos com o cheiro do bebê, só que no caso do gato, é legal colocar os panos em locais comuns a ele, como embaixo da vasilha de comida e na caminha.

O bebê é uma fonte de calor e os gatinhos adoram se encostar-se a lugares quentinhos. Só que o pulmão do bebê recém nascido ainda é muito sensível e o pelo do gato muito fininho, podendo causar reações alérgicas e até asma. É preciso deixar o bichano longe do bebê nesse comecinho.

Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/108/e-possivel-preparar-seu-animal-para-a-chegada-do-bebe-255313-1.asp/
http://www.webanimal.com.br/cao/index2.asp?menu=cao_e_bebe.htm
http://guiadobebe.uol.com.br/como-preparar-o-gato-para-a-chegada-do-bebe/

Check-list para a Chegada do Bebê


Fonte: http://walkercorporatelaw.com/wp-content/uploads/2012/05/checklist-4.gif

Mamães e papais de plantão, logo mais sua casa terá um novo morador: o bebê. Se este é o seu primeiro filho é tudo uma grande novidade né?

Quantos mais preparados os pais estiverem, mais o ambiente estará tranquilo e mais tempo para conhecer o bebê vocês terão. A Tracy Hogg, autora do livro Os Segredos de uma Encantadora de Bebês sugere o seguinte check list de preparação:

• Coloque lençóis no berço e carrinho (eu incluo, deixe de fácil acesso o mosquiteiro também).
• Arrume o trocador. Deixe à mão tudo de que precisará: lenços umedecidos, fraldas (eu incluo que você tire do pacote e coloque em algum lugar de fácil acesso), bolas ou chumaços de algodão, álcool (eu incluo a garrafa térmica pronta para colocar água morna para as trocas de fralda e cotonete).
• Prepare o primeiro guarda-roupa do bebê. Tire as roupas das embalagens, remova as etiquetas e lave as peças com sabão suave que não contenha cloro (existe sabão próprio para lavar roupa de bebê).
• Abasteça a geladeira e o freezer. Uma semana antes da data prevista para o parto, faça pratos que possam ser congelados. Verifique se vocês têm todos os produtos básicos à mão – leite, margarina, ovos, cereais, ração para os bichinhos da casa e etc. Você comerá melhor, gastará menos e ainda evitará a necessidade de correr até o mercado.
• Não leve muita coisa para o hospital. Lembre-se de você terá bagagem extra – e o bebê – para levar para casa.


Pela minha experiência eu ainda acrescento:

• Deixe separadas roupas confortáveis para o pós-parto.
• É legal deixar a banheira pronta, limpinha e com o sabonete correto. Os melhores são aqueles que não precisão enxaguar, facilita muito o processo.
• Deixe uma bomba para extrair leite à mão, dependendo da quantidade que você terá, será preciso extrair para evitar complicações.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

MÚSICA PARA BEBÊS

Os pequeninos costumam amar tudo que envolva música. Até mais ou menos um ano de vida, eles preferem os desenhos musicais, com clipes infantis.

É importante levar em consideração, que as associações pediátricas de alguns países como os Estados Unidos, indicam que as crianças não assistam à televisão antes dos dois anos de vida.

Eu concordo que há, muitas veze, uma grande exposição das crianças aos programas de televisão. Os aparelhos se tornam “babás eletrônicas” para que as mães possam fazer as coisas da casa, o que é bom para mãe. Porém, para assistir o filminho musical os baixinhos deixam de brincar, já que ficam ali maravilhados com aquelas cores e sons.

Eu pessoalmente não vejo problema em apresenta-los a esse universo da TV, desde que com moderação e com a finalidade de diversão e não só de distração para que possamos fazer algo.

Os CDs ou pendrive de música são uma mão na roda. Hoje mesmo, peguei um mega trânsito com a Manu no carro, enquanto eu deixava rolar a música infantil ela ficou quietinha, mas foi só mudar para o jornal no rádio que ela começou a chorar.

Quando a Manu nasceu o universo infantil era um mistério para mim, eu não conhecia nada, tirando a galera da minha época, Trem da Alegria, Xuxa, Sandy e Junior...

Hoje há uma diversidade imensa de opções musicais para seus bebês e saiba de uma coisa, os pequeninos tem gosto musical! Esse gosto muda, pode ser que hoje eles não gostem de algo e amanhã passem a adorar e vice versa.

Eu já mostrei diversos tipos de desenhos musicais para Manu e ela gostou muito dos seguintes:

• Baby Einstein:



Eu amo esses DVDs! São vários tipos, cada um com um objetivo. Há uma certa polêmica sobre o marketing que fizeram em cima dele, pois se vendeu nos EUA com a proposta de ser educativo ao ponto de ensinar a criança a falar por exemplo. Inúmeros pesquisadores disseram que é tudo mentira, que o aprendizado não se altera por que uma criança assiste aos desenhos. A Disney, responsável pela marca, teve até que devolver dinheiro aos pais.

Tem mãe amiga que me diz que os filhos acham chato, mas a Manu ama de paixão. Ela aprendeu a falar algumas palavras por causa do DVD e fica super feliz quando assiste.

Eu acho bem educativo, dentro do que é possível. Ele mistura música, movimento, sons, formas, números, enfim, uma gama de informações úteis para o seu bebê.

Clique aqui e assista um pedacinho.

• Palavra Cantada:



Essa dupla formada pela Sandra Peres e pelo Paulo Tatit muito provavelmente já fez músicas que embalaram a sua infância. As canções tem muita qualidade e respeitam a inteligência das crianças, até os pais gostam de ouvir. O Arnaldo Antunes é um dos parceiros dessa dupla!

Acho que as canções de roda são bacanas e importantes, mas de verdade acho que não oferecem nenhuma novidade. Já as canções da Palavra Cantada são atuais, criativas e ensinam de forma divertida.

Clique aqui e conheça uma das canções.

• Os Pequerruchos:



Eu conheci esse desenho musical pelo Netflix e a Manu amou. Ele trabalha com as canções de roda que conhecemos desde sempre, mas de um jeito interessante. Todos os personagens são crianças e por exemplo, a Dona Aranha é uma menininha vestida de aranha fazendo escalada em um paredão.

Algumas correntes de pedagogia infantil acreditam que mostrar desenhos que não retratem a realidade, com animais falantes, por exemplo, agreguem menos no desenvolvimento intelectual das crianças.

Eu não sou pedagoga, sou só uma curiosa mesmo, por isso acho relevante ouvir todos os lados. Resolvi oferecer um pouco de tudo para Manu, desenhos mais realistas e mais fantasiosos.

Clique aqui e assista um trechinho.

• O Mundo da criança – Toquinho



Eu sinceramente achava que o Toquinho só tinha aquela música Aquarela e me surpreendi quando descobri esse DVD. São várias músicas algumas conhecidas e outras novas só que com um som muito gostoso e letras mais profundas. A Manu gosta bastante das músicas, ela para o que esta fazendo para prestar atenção.

Clique aqui e escute um trechinho.

• Pequeno Cidadão – Arnaldo Antunes + Edgard Scandurra e outros



Quando a Manu era mais bebê ela não gostava, acho que tem um visual mais escuro e um pouco mais de música eletrônica, ela curtia umas coisas mais bobinhas com sonoridade mais suave.

Hoje ela esta começando a gostar. Eu acho bem legal, moderno e com traços de desenho que você assiste em clipes de adultos, mas sempre com músicas que buscam ensinar algo.

Clique aqui e assista um dos clipes.

Bom, eu falei só do que a Manu curte né? Mas existe uma lista infinita de coisas muito boas que seus filhos pode se amarrar:

• Adriana Calcanhoto - Adriana Partimpim
• MPBaby
• Galinha Pintadinha
• Toquinho – Canção de Todas as crianças
• Prá Gente Miúda
• Xuxa
• Babies Love (esse tem Paralamas do Sucesso, Madonna, U2, Creedence, Coldplay...)
• Grandes Pequeninos – Jair Oliveira e Tânia Khalill


Ah Há também a linha gospel infantil:

• DVD e Cd´s infantis da Aline Barros
• CD Milena e Amigos
• CD Crianças Diante do Trono - Davi
• Arca de Noé


Aqui em casa música não pode faltar!

Música na Gestação

A música para os nossos anjinhos é importante mesmo antes de nascerem. Estudos mostram que os bebês conseguem ouvir a música que estamos escutando mesmo no útero. Esse hábito, além de prazeroso aumenta o link entre a mãe e seu filho.


Fonte: https://nascemothercare.wordpress.com/author/nascemotherc/page/42/

Os bebês já conseguem perceber os sons lá pela casa da 20ª semana da gravidez. Você não precisa ouvir música clássica ou aquilo que não gosta, mas nessa fase da gestação, tente ouvir músicas mais calmas e relaxantes, pois o bebê sentirá toda a energia boa que você também estará sentindo. Especialistas dizem que você até conseguirá perceber se o som esta agradando o não pela agitação na sua barriga.

Não há nenhuma restrição para sua ida a baladas ou shows, mas lembrando que o bebê já ouve os sons na barriga vale ter cautela. Retirei esse trecho de uma reportagem do site IG que achei interessante:

"A ginecologista e obstetra Denise Coimbra, do serviço de reprodução humana da Escola Paulista de Medicina, recomenda mais cautela a partir do terceiro trimestre de gestação. “A audição e a visão fetal já estarão desenvolvidas desde o 7º mês. Em baladas, com som muito alto e muitas luzes, o bebê ficará confuso e poderá ficar mais agitado”, explica. Se não houver alternativa, Denise Coimbra recomenda que tanto o pai quanto a mãe acariciem e confortem o bebê durante a festa com passadas de mão suaves na barriga – o tato também já estará desenvolvido neste período – e conversas próximas ao ventre."

Há mães que me dizem que seus filhos, depois de nascer mostram algum tipo de memória afetiva com as músicas que elas cantavam ou ouviam repetidas vezes na gestação. Isso funcionou comigo, eu assisti ao filme O Despertar de uma Paixão e me apaixonei por uma música da trilha, uma cantiga francesa fofinha que eu ouvia que nem doida na gravidez. Quando a Manu nasceu, quando ela chorava com cólica ou algo assim, eu colocava e juro que ela se acalmava.

Por curiosidade, se quiser conhecer a canção se chama A la Claire Fontaine, clique aqui para ouvir.

Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/musica-na-gestacao/
http://delas.ig.com.br/filhos/duvidasgravidez/pode-ir-a-shows-e-baladas-com-som-alto-durante-a-gestacao/n1237937205595.html