sexta-feira, 30 de maio de 2014

A ditadura do parto cesárea

A Fiocruz e o Ministério da Saúde, divulgaram ontem uma pesquisa com dados de 2011 e 2012 que identificou que 88% dos partos da rede privada é cesárea.

Gente, antes de entrar no assunto, quero deixar claro que não julgo a escolha da gestante, se ela optar por cesárea por que se sente mais confortável OK, mas quantas vezes não optamos pela cirurgia por imposição ou terrorismo dos médicos?

Será que muitas mulheres não optam pela cesárea por que quase não conhecem mais amigas que fizeram parto normal, ai rola o medo do desconhecido, já que hoje em dia o parto normal é anormal?!?!

Achei bem legal uma matéria que eu vi no site do IG e achei que era o momento de divulgar:



Fonte: http://bbel.com.br/arquivo/post/os-riscos-da-gravidez-apos-os-40-anos


Verdades e mentiras sobre parto normal

Site reúne depoimentos de mulheres que receberam explicações duvidosas de ginecologistas e obstetras. Veja o que é verdade ou mentira
Danielle Nordi, iG São Paulo | 25/04/2012 06:58:27

O tumblr “Seu G.O. disse o quê?” ficou bastante popular nas redes sociais nas últimas semanas. O conteúdo é, no mínimo, curioso: os relatos, supostamente verídicos, são enviados por mães ou gestantes que ouviram justificativas suspeitas de seus médicos para não tentarem o parto normal.

Frases como “um novo estudo indica que as mulheres que nasceram de cesárea dificilmente conseguem ter parto normal” ou “eu faço parto normal, mas só espero quatro horas porque depois disso o bebê entra em sofrimento fetal” teriam sido ditas por médicos durante consulta pré-natal.

A reportagem do Delas pediu que ginecologistas e obstetras analisassem algumas frases retiradas do “Seu G.O. disse o quê?” e esclarecessem o que tem de verdade ou mentira nas explicações que teriam sido dadas por colegas de profissão.

Tal mãe, tal filha?

- Doutora, quero parto normal se estiver tudo bem
- Ótimo! A gravidez está indo bem, acho que não teremos problemas, mas me diz uma coisa, você nasceu de parto normal ou cesárea?
- Cesárea.
- Ah, então não sei não. Sabe, tem um novo estudo que indica que as mulheres que nasceram de cesárea dificilmente conseguem ter parto normal.

“Não condiz com a realidade. Essa ideia surgiu porque algumas mulheres têm a bacia um pouco estreita, o que impediria um parto normal. Mas se a mãe tem essa característica não significa que a filha terá”, observa Rogério Leão, ginecologista e obstetra membro do corpo clínico do Centro de Reprodução Humana do IPGO (Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia).

A ginecologista e obstetra Flavia Fairbanks completa: “muitas variáveis são levadas em consideração na indicação de um parto normal. Além da bacia, vemos se o tamanho do bebê é compatível, a sua posição, a idade da paciente e outros itens. É uma combinação de fatores favoráveis que vai determinar o parto normal.”


Força na barriga

- Doutor, posso ter um parto normal, certo?
- Lamento informar que não, minha filha. Lamentavelmente você não tem músculos na barriga então não vai conseguir empurrar seu bebê. E vamos falar a verdade, parto normal é coisa do passado, não é mesmo? Cesárea é bem melhor!

“Um bom preparo físico ajuda bastante, mas não é um fator definitivo. O obstetra realmente precisa do auxílio da mãe durante o parto normal”, afirma Flavia.

“Se a mulher tem uma boa musculatura abdominal pode ajudar durante o parto. Mas quem não tem também pode estar apta para o parto normal. A ausência de uma boa musculatura por si só não é indicação de cesárea”, esclarece o ginecologista e obstetra Alberto Jorge Guimarães.

Sinceridade a toda prova

- Doutora, a senhora faz parto normal?
- Claro! Se for de dia. De noite não vou.

“O obstetra precisa ter consciência que o momento do parto depende do bebê e não de seus próprios compromissos. Se a pessoa se propõe a fazer obstetrícia tem que estar preparada para isso”, afirma Alberto.

Mas a opinião não é unânime e gera discordância entre médicos. “Muitos médicos não se dispõem a ficar a disposição das pacientes 24 horas por dia. O que importa é que tudo fique claro durante o pré-natal para que a paciente não fique na mão. A transparência não pode ser criticada”, opina Flavia.

Sofrimento com hora marcada

- Doutor, posso ter um parto normal?
- Ah, eu faço sim! Precisa três coisas: paciência, paciência e paciência. Mas eu só espero 4 horas porque depois disso o bebê entra em sofrimento fetal.

“Chamamos sofrimento fetal uma situação onde a oxigenação do bebê está prejudicada. O feto tem reservas e mecanismos de compensar uma oxigenação insuficiente, mas às vezes chega a uma situação tão severa que pode levar ao óbito fetal ou causar déficits por anóxia”, explica Rogério. Mas, segundo o médido, não existe um tempo específico que se possa aguardar durante o parto normal. Tudo depende da avaliação e monitoração do bebê e da progressão do trabalho de parto.


Sem marido

- Doutora, o que você acha do parto normal?
- Se escorregar, tudo bem, eu faço. Mas eu nunca deixaria uma filha passar por uma coisa dessa! E você vai ficar toda alargada e seu marido vai te largar. Além disso, você vai ter bexiga caída, que é inoperável, sem solução para o resto da vida. Aí o marido, você sabe.

“Mulheres que tiveram vários partos normais ou não assistidos podem ter maior tendência a roturas perineais, que deixam a sensação de frouxidão, distopias - útero ou bexiga ‘caída’, que às vezes se exterioriza pela vagina - e incontinência urinária. Entretanto, isso não é observado em partos bem assistidos”, afirma Rogério.

“A mulher não fica ‘larga’. O parto normal pode mudar a estática pélvica, mas não quer dizer que para pior. Tem mulheres que sentiam dor durante a relação sexual e depois do parto melhorou”, conta Flavia Fairbanks.


Falta de sol

- Doutora, quais são minhas opções para o parto?
- Veja bem, o parto normal seria melhor, mas o sedentarismo, a falta de sol nas mulheres de hoje prejudicam este tipo de parto. Além disso, a miscigenação (mistura de raças) causa desproporção céfalo-pélvica.

“Não existe relação direta entre falta de sol e parto normal. O sedentarismo pode ser um problema, mas não para todas as mulheres. Com relação à miscigenação, isso pode também acontecer. Em alguns casos os ossos do crânio da criança não são proporcionais à bacia da mãe, mas isso não é uma regra”, afirma Flavia.

“Não dá para descartar a possibilidade de um parto normal apenas pela miscigenação. Uma das melhores maneiras de saber se o parto normal pode acontecer é respeitar a data do nascimento e acompanhar a evolução do trabalho”, enfatiza Alberto Jorge Guimarães.


24 horas de vida


- Doutora, meu streptococcus deu positivo.
- Então não pode ser mais parto normal. Seu bebê pode pegar a bactéria e morrer em 24 horas!

“Isso é mentira. Infecção por strepto B na criança realmente é muito séria e pode levar a infecção generalizada e óbito neonatal rapidamente. Entretanto, o fato da mulher estar colonizada pelo streptococcus b não significa que o bebê terá a infecção. Neste caso, indica-se antibiótico antes e durante o trabalho de parto, evitando-se assim a infecção neonatal”, afirma Rogério Leão.

Fonte: http://delas.ig.com.br/filhos/2012-04-25/verdades-e-mentiras-sobre-parto-normal.html

CENSURADA - A porquinha Peppa é acusada de ser feminista e pode sair do ar na Austrália

Gente, essa matéria é da revista TPM, olha a Peppa ganhando todo o meu respeito kkkkk, tudo isso porque a família divide as tarefas do lar acreditam?


Fonte: http://revistatpm.uol.com.br/so-no-site/notas/censurada.html

CENSURADA
A porquinha Peppa, acusada de ser feminista(?), pode até sair do ar em canal público da Austrália
Texto: Rita Lisauskas, do blog Ser mãe é padecer na internet

Quando você acha que já viu de tudo e já leu de tudo se surpreende com essa: Peppa, a porquinha mais querida do mundo, está no centro de uma discussão por verbas na TV estatal australiana, a ABC. Com um corte previsto no orçamento, quem pode pagar o pato é a porquinha e sua família. O sucesso do desenho na Austrália é o mesmo que em todo o mundo.

De acordo com a assessoria de imprensa da ABC, é o programa de maior audiência no IView com mais de dois milhões de visualizações mensais e está entre os programas infantis mais populares da ABC2. Só que a Austrália é governada pelo Partido Conservador, que tem maioria na Câmara e o cargo de Primeiro-Ministro. E Peppa teria posições mais à esquerda, mais parecidas com o Partido Trabalhista. Essas tendências foram descritas pelo colunista do Daily Telegraph, Piers Akerman. “A personagem Peppa estaria mais próxima dos valores do Partido Trabalhista do que das crianças da pré-escola que a assistem”.

A senadora do Partido Trabalhista Australiano, Louise Pratt, posicionou-se sobre os cortes na TV Estatal e “defendeu” a simpática porquinha. “Estaria Peppa salva de ser tirada do ar particularmente por conservadores preocupados sobre sua perigosa ideologia feminista?”. Em resposta ao questionamento da senadora, a diretora da ABC disse que Peppa, George, Mamãe e Papai Pig estão salvos porque a ABC tem contratos a cumprir, mas que quando expirarem ela não pode mais garantir que o desenho continuará no ar. Um outro senador se meteu na história dizendo que não tinha a menor ideia de quem era a Peppa e quando a senadora se ofereceu a presenteá-lo com alguns DVDs da série ele recusou a oferta, justificando que ele e o irmão tinham sido criadores de porcos e “já tinham visto e sentido o cheiro desses bichos o suficiente nesta vida”.

Sim, senhores, Peppa Pig está sendo usada pelos políticos australianos ao mesmo tempo em que é “acusada” de ser feminista.

Conversei sobre o assunto via Facebook com uma amiga que mora e Dublin, na Irlanda, e é mãe de quatro crianças (ou seja, uma especialista em Peppa Pig). Ela discordou veementemente da “acusação” feita à família de porquinhos. “O Papai Pig ajuda nas tarefas de casa, mas essa é a realidade da maioria dos lares europeus que não tem a ajuda de uma empregada”, afirmou Karine Keogh, brasileira e blogueira do “Ká entre Nós”. Segundo ela, a família Pig não seria comunista, socialista ou trabalhista, apenas uma família normal que divide as tarefas de casa entre pai e mãe. Eu sempre tive essa mesma impressão e por isso sempre gostei do desenho que é adorado pelo Samuca. No episódio abaixo, um exemplo da “acusação”: Mamãe Pig trabalha no computador enquanto Papai Pig faz o jantar sem-re-cla-mar. Isso acontece na minha casa e na casa de muitas famílias. Ainda bem! Uma pena que cenas como essa não sejam vistas como normal nos dias de hoje.


Fala sério né??? Clique aqui e assista um dos episódios super feministas da Peppa kkkkkk

quinta-feira, 29 de maio de 2014

O exame deu Strepcoccus Positivo! E agora? Posso ter parto normal?

Meninas eu posso falar desse tema com propriedade por que o meu resultado foi positivo. Na hora eu dei uma leve surtada e fui consulta o Dr. Google né? Mas não adianta, só conversando com o seu obstetra é que você poderá ter informações mais claras.


Fonte: http://www.nahoradoparto.com/2012/03/streptococcus-b-gbs.html

Em primeiríssimo lugar, não se assuste amiga! Cerca de 20% das mulheres tem essa bactéria, então seu médico esta careca de saber o que fazer hehehe.

Em muitos países do mundo a Cultura para Streptococcus é um exame de rotina feito por precaução no final da gravidez (só feito depois das 35 semanas por que mesmo tratada essa bactéria pode voltar depois de algum tempo). Entretanto, no Brasil ele ainda é recente, por isso, muitos médicos inclusive do SUS não pedem. Converse com o seu obstetra e verifique a possibilidade de realizar o exame.

O resultado positivo indica que você possui a bactéria estreptococo b na região da vagina, por isso a preocupação é com o parto, pois não há risco para você nem para o bebê, enquanto ele está dentro da sua barriga.


Como é feito o exame?
O exame é bem simples, é como um papa Nicolau. O médico usa tipo um cotonete e colhe uma amostra da vagina e do ânus e é só esperar o resultado.

Como é tratado?
Bom, o momento da decisão é na hora do parto, para evitar a infecção no bebê, a gestante toma pela veia um antibiótico que diminui muito as chances de qualquer infecção por conta da bactéria.

Meu médico disse que o ideal é fazer pelo menos com 4 horas de antecedência, por isso se seu parto for cesárea o médico já agenda prevendo o tempo do antibiótico, se for normal, você deve ir direto para maternidade assim que sentir os primeiros sintomas para tomar o antibiótico.

Ah importantíssimo! O antibiótico administrado é a base de penicilina e a ampicilina, se você for alérgico avise seu obstetra.

Assunto polêmico – posso ter parto normal?

Olha pessoal meu sonho era ter parto normal, meu médico nunca dizia que não, mas dizia que só dava para saber perto da data do parto. Aquilo me parecia razoável, por que precisava ver dilatação e tudo mais.

Quando o meu resultado deu positivo para Strepcoccus B o meu médico me “tacou o terror” dizendo que ele jamais se arriscaria a fazer um parto normal com tamanho risco como esse. Que não havia como, teria que ser cesárea, inclusive me disse que eu não poderia entrar em trabalho de parto de forma alguma, por isso a Manu nasceu de 38 semanas.

Eu procurei muito na internet e vi muitos casos de grávidas que tiveram parto normal mesmo sendo streptos b positivo, mas como é que a gente faz para mudar de médico aos 45 do segundo tempo?

Uma amiga minha, foi um desses casos, o parto dela foi normal e ela tem a bactéria! Tratou conforme o padrão tomou o antibiótico e sua filhota esta ai, linda e forte. Não foi um caso de sorte, foi um caso correto, sem riscos, por que quando há o tratamento não há risco.

Eu fiquei muito brava! Por que como muitas grávidas cai no conto do vigário dos médicos que não querem fazer o bom e velho parto normal.

Mas enfim, eu não sou médica né? Tudo o que eu falo é baseado em minha experiência e de minhas amigas. Sempre converse com mais de um médico se você tiver dúvida!

Fontes:


http://brasil.babycenter.com/a5700019/exame-para-estreptococo-na-gravidez#ixzz338CSngt3
http://delas.ig.com.br/filhos/2012-04-25/verdades-e-mentiras-sobre-parto-normal.html

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Como contar os meses da gravidez

Gente, até grávida se confunde na hora de transformar as semanas de gravidez em meses né rs. Vi essa imagem na internet e achei o máximo a didática simples que explica em que mês estamos:



Fonte: http://agravidezdafaby.blogspot.com.br/

Principais exames que a gestante realizará durante a gravidez

Uma das coisas que mais me ajudaram durante a gravidez foi o pré-natal, com o acompanhamento médico e sabendo como estava a minha saúde e a do bebê, eu conseguia ficar menos tensa e curtia melhor a gestação.

Eu nem imaginava que ter um filho rendia tanto exame rs!


Fonte: http://cheliarruda.blogspot.com.br/2010/11/us-morfoloigico-e-selinho.html

Cada médico pede os exames que acredita serem necessários de acordo com o decorrer da sua gravidez e do seu histórico de saúde, vou contar um pouco da minha experiência:

1º Trimestre

• 4 exames de sangue
o Hemograma (ajuda saber se a gente esta com uma anemia, alguma infecção...);
o Glicemia de Jejum – algumas grávidas apresentar uma diabete gestacional, por questões genéticas ou do organismo mesmo. Eu
não tive, mas meu médico me contou que com dieta correta e acompanhamento, é uma gravidez normal;
o Tipagem sanguínea – esse é um exame que alguns médicos incluíam naqueles chamados pré-nupciais, mas hoje em dia quase
ninguém faz né? É importante para saber o tipo do nosso sangue, no caso de uma necessidade em uma cirurgia e comparar o
fator rh da mãe com o do pai. É meio confuso, mas vou tentar explicar como aprendi, se a mãe for rh negativo e o pai
positivo, o bebê tem uma probabilidade de nascer positivo e nesse caso o corpo da mãe pode querer combater as hemácias do
feto. Isso não quer dizer um problema, mas o médico precisa acompanhar mais de pertinho e quando você tiver o seu baby, você
toma uma vacina de rh para evitar o problema na segunda gravidez;
o Sorologia – para Sífilis, HIV, citomegalovírus, toxoplasmose, rubéola e hepatites B e C. Bom, cada resultado tem um
tratamento conforme seu médico irá orientar.
• Urina: explicaram que era para identificar principalmente infeções do trato urinário e diabetes.
• Fezes
• Papanicolau
•Ultrassonografia:

o O primeiro é entre 6 e 8 semanas, fiz quando descobri que estava grávida com 8 semanas mesmo rs. Esse primeiro é
endovaginal e é a primeira vez que escutamos o coração do bebê. Muito emocionante.
o O segundo é o chamado de Morfológico, feiro só barriga mesmo. Neste o médico irá identificar se há algum problema de
formação, como a síndrome de down por exemplo. Além disse ele consegue acompanhar a maturidade da placenta.

2º Trimestre

• Ultrassom Morfológico: meu médico me orientou a fazer entre 20 e 24 semanas, fiz com 23. O objetivo é analisar se há alguma anomalia na formação que não ficou clara no primeiro morfológico.

3º Trimestre

• Ultrassom com doppler: esse exame é porreta rs! Ele não só vê o bebê como ainda consegue analisar o fluxo sanguíneo dele. Eu me lembro de que fazia um barulho engraçado por que dava para ouvir o sangue correndo. Esse exame é completão, da para ver um monte de coisas.

Obs: A quantidade de ultrassons que serão realizados depende do médico, eu fazia a cada 4 semana nessa fase da gravidez.

• Cultura para Streptococcus: gente esse exame é muito importante para segurança do bebê. Ele detecta a presença da bactéria Streptococcus que pode causar uma infecção no recém-nascido. É uma doença comum a 20% das grávidas. O tratamento é feito a base de um medicamento tipo um antibiótico horas antes do parto.

Dicas do que levar quando você visita um bebê

Uma amiga querida me pediu que elaborasse um post sobre esse tema. Achei a ideia ótima e vou ampliar a discussão, elaborando outros posts com o tema “presentes”.

Mas vamos começar do começo, o que levar quando a gente faz a primeira visita?

Não é uma regra, mas é mais elegante se na primeira visita ao bebê e sua família que levemos um presentinho, é uma forma de celebrar aquele momento especial.

Dicas de presente:

Roupinha – para o bebê recém-nascido o melhor é levar no mínimo no tamanho de três meses. Considere a estação do ano que estará quando ele estiver com a idade para usar a roupinha, não adianta dar um conjuntinho de verão se daqui três será inverno;


Fonte: http://www.dooda.com.br/moda/casaquinhos-de-bebe-feito-a-mao-fotos-passo-a-passo/

• Brinquedinhos – no começo os pais compram ou ganham poucos brinquedinhos, então um móbile para carrinho, mordedor, ursinho de pelúcia, livrinho de brincar ou qualquer coisa para a idade do bebê vai ser útil;


Fonte: http://www.americanas.com.br/produto/7478067/mordedor-jacare-com-argolas-fisher-price

• Livrinhos Infantis – o bebê fica mais tranquilo quando ouve a voz da mamãe, a leitura aproxima os momentos que passam juntos;


Fonte: http://www.fnac.pt/Boa-Noite-Pequeninos-FREEDMAN-CLAIRE/a521242

Porta-retratos ou quadros específicos para bebês;



Fonte: http://bebetenkite.com.br/blog/quadro-de-lembrancas-do-bebe/
http://www.mobly.com.br/painel-portaretrato-baby-love-1f-10x15-cm-com-janela-branco-13147.html
http://www.preciolandia.com/br/porta-retrato-do-bebe-meu-primeiro-aninh-7t24bg-a.html

• DVD ou CD´s – bebês até 1 ano ou mais gostam de música ou de coisas bem simples. A Manu gosta muitooooo do Baby Einstein (ideal para os bebês menores), ama Palavra Cantada e o Toquinho – O Mundo da Criança. Você ainda tem opções como a Galinha Pintadinha, o MPBaby, Grandes Pequeninos do Jair Oliveira com a sua esposa, o Pequeno Cidadão do Arnaldo Antunes com o Edgar Escandurra, o Partimpim da Adriana Calcanhoto e muito mais...



• Objetos de decoração (vale investigar antes o tema da decoração que os pais escolheram);


Fonte: http://www.elo7.com.br/almofada-para-quarto-de-bebe/dp/40813

• Cadeirinha de balanço – estilo bebê conforto. Dependendo das suas possibilidades financeiras e da sua proximidade com o bebê, esse é um presente extremamente útil;


Fonte: Acervo pessoal

• Tapete de Atividades – esse é um brinquedo bem legal para os bebês pequenos até a fase que começam a engatinhar;


Fonte: http://www.kidsvitrine.com.br/2013/10/22-tapetes-de-atividades.html

• Poupança – se você é bem próximo aos pais, você pode de repente dar um dinheiro para que eles comecem uma poupança para o bebê.


Fonte: http://construcaoedecoracaodecasas.com/page/4/

terça-feira, 27 de maio de 2014

BPA Free - Você sabe o que é isso? Muito importante!

BPA é uma substância popularmente conhecida como Bisfenol A, utilizada na produção de policarbonato, que é um componente do plástico e tem como característica a transparência, a resistência térmica e mecânica.

Adivinhou onde esse material é usado? Sim, nas mamadeiras e copinhos infantis, além de outros inúmeros materiais plásticos.

Estudos recentes geraram muita polêmica sobre o BPA, levantando dúvidas quanto à sua segurança. Isso abriu discussão sobre o assunto em diversos países. Em 2010, a Organização Mundial da Saúde se aprofundou nesse assunto e concluiu que ainda é incerto o resultado da toxidade desse material para o homem, mas por precaução, alguns países inclusive o Brasil, optaram por proibir a fabricação e produção de mamadeiras que contenha o Bisfenol A.

Lembrando que para as demais aplicações (pratinhos de plástico, copinhos, colheres...) o BPA ainda é permitido.

Mamães, acho que na dúvida não vale arriscar né? Procure produtos que informem a composição na embalagem e que digam que são BRA FREE.

Eu, comecei a procurar produtos com essa informação inclusive para mim e para o meu marido, acho que na dúvida, melhor não usar né hehe



Fonte: http://www.inspiredwater.org/2012/08/did-you-know-that-mavea-is-bpa-free/

Fonte: http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/anvisa/home/alimentos/!ut/p/c4/04_SB8K8xLLM9MSSzPy8xBz9CP0os3hnd0cPE3MfAwMDMydnA093Uz8z00B_A3cvA_2CbEdFADQgSKI!/?1dmy&urile=wcm%3Apath%3A/anvisa+portal/anvisa/inicio/alimentos/publicacao+alimentos/bisfenol+a

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Como armazenar ou congelar o leite materno?



Fonte: http://euqueroajudarcuritiba.com/2012/11/05/curitiba-precisa-de-doacao-de-leite-materno/

Pessoal, o conteúdo desse post foi extraído do site Baby Center, pois foi lá que li e aprendi a armazenar e congelar o leite, incluindo os cuidados necessários:

Já aprendi a tirar meu leite. E agora? Como faço para guardá-lo?

Depois de você ter tirado seu leite, você precisa agora guardá-lo do jeito certo para poder dar ao bebê mais tarde ou em outra ocasião, sem risco de o leite estragar. Não tem problema se você não tiver conseguido tirar muita quantidade - pode juntar com outras tiradas para alcançar um volume maior e completar a mamada do bebê.

As bombinhas ou ordenhadeiras normalmente já vêm com alguns recipientes especiais para o congelamento ou armazenamento do leite. Mas você pode também armazená-lo em mamadeiras comuns esterilizadas, desde que elas tenham uma tampa que vede bem, ou então em qualquer recipiente de vidro com tampa de plástico, também esterilizado.

Qual é o melhor jeito de esterilizar o recipiente onde o leite vai ficar?

A melhor maneira de esterilizar o potinho ou mamadeira onde o leite materno vai ser guardado é fervendo-o por 15 minutos, ou usando esterilizadores de microondas pelo tempo determinado na embalagem do esterilizador. Franz Novak, chefe do banco de leite humano do Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), explica que esse método não é chega a ser uma esterilização industrial ou profissional, mas é eficaz para o armazenamento do leite em casa.

O recipiente deve secar naturalmente, de boca para baixo em cima de uma toalha, ou então dentro de um pote maior, fechado. Só depois que o recipiente tiver esfriado é que se pode colocar o leite materno dentro dele.

Quanto tempo o leite materno pode ficar em temperatura ambiente?

O leite materno pode ficar em temperatura ambiente por até duas horas. É só a partir desse tempo que existe o risco de micróbios crescerem no leite e fazerem mal ao bebê.

O tempo de duas horas também vale durante a mamada. Se o bebê começou a tomar o leite materno na mamadeira às 8h, mas não tomou tudo, esse leite ainda pode ser usado até as 10h.

Quanto tempo posso deixar o leite na geladeira, sem precisar congelar?

Na geladeira, segundo os padrões determinados pelos especialistas da Rede de Bancos de Leite Humano, o leite materno pode ser guardado por no máximo 12 horas, para garantir que não seja contaminado. Para mais tempo do que isso, o melhor é congelar o leite.

Para guardar o leite na geladeira, use a prateleira de cima, que é a mais fria, e nunca guarde o recipiente de leite na porta do aparelho. Procure deixar o recipiente com leite longe de outros alimentos crus, como verduras e carnes.

Como faço para congelar o leite?

Congelar o leite pode facilitar muito a sua vida com o bebê. Você pode guardar o leite no congelador por até 15 dias, desde que a temperatura esteja abaixo de 10 graus negativos. Essa é a recomendação dos especialistas da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, que é referência internacional.

Não encha o recipiente até a boca. Deixe 2 centímetros de espaço até a borda da mamadeira ou o recipiente, porque todo líquido "incha" depois de congelado.

Antes de congelar, anote numa etiqueta a data do congelamento. Você pode ir preenchendo o mesmo recipiente até ele encher, com várias "tiradas" de leite, mas aí a data de validade do leite vai ser a da primeira ordenha.

Se um recipiente com leite congelado não estiver cheio, você pode ir completando com outras tiradas de leite, e só colocar o leite novo por cima. Use outro recipiente (o da bombinha ou um copo de vidro, no caso de ordenha manual) para tirar o leite, e só abra a mamadeira com o leite congelado na hora de guardar o leite novo.

Achei que o leite materno podia ficar mais tempo no freezer. Por que tão pouco?

O padrão de 15 dias em ambiente doméstico foi determinado porque é o que menos riscos apresenta de contaminação. Franz Novak, do banco de leite humano do IFF/Fiocruz, explica que a gordura do leite materno continua se decompondo até a temperatura de -18 graus Celsius, dificilmente alcançada pelos freezers domésticos.

Para durar até 6 meses, o leite materno teria de ser submetido ao processo de pasteurização, que é o que acontece nos bancos de leite.

Com o prazo de 15 dias, você precisa se programar direitinho. Se quiser ter sempre uma mamadeira de leite congelado para emergências, vai precisar ir renovando essa mamadeira a cada duas semanas.

E como faço para descongelar o leite? Posso usar o microondas?


O melhor jeito de descongelar o leite é colocando o recipiente dentro de um pote maior com água morna. Um bom guia é usar a mesma temperatura de água que você usaria para o banho do bebê.

O microondas não é aconselhável porque existe a possibilidade de algumas propriedades do leite se perderem no processo de aquecimento.

O leite materno nunca pode ser fervido nem esquentado diretamente. Também não se deve descongelá-lo em banho-maria com água fervente, pelo mesmo motivo: os benefícios do leite podem se perder pelo aquecimento excessivo.

É melhor dar leite materno congelado ou fórmula em pó?

O processo de congelamento do leite materno destrói alguns dos anticorpos presentes nele, por isso procure só congelar mamadeiras que realmente não serão consumidas logo.

Ainda assim, o leite materno congelado é muito mais saudável e oferece maior proteção contra doenças do que as fórmulas lácteas em pó.

Posso recongelar o leite?

Não, não recongele o leite materno depois que ele tiver sido desgelado. E jogue fora todo leite que sobrar na mamadeira e não tiver sido tomado pelo bebê.

http://brasil.babycenter.com/a7600046/como-armazenar-congelar-e-usar-o-leite-materno#ixzz32pp95SDx

Amamentação: Como saber quanto leite eu tenho?

A Manu desidratou nos seus primeiros dias de vida por que o meu leite demorou para descer. Essa dúvida me deixava maluca, quanto leite eu tinha? Como eu faço para saber se desceu mesmo?

Bom, preciso ser sincera, nunca consegui amamentar a Manu só no peito, sempre fiz amamentação compartilhada (leite materno+artificial). Meu leite nunca desceu completamente, mas eu lutei muito para conseguir, por isso li bastante sobre o assunto e perguntei para inúmeras pediatras.

Para saber quanto leite eu estava produzindo elas me explicaram o seguinte, eu precisava tirar todo o leite de uma mama, anotar quanto leite foi extraído e reservar, dando de mamar com a outra mama. Se o bebê não ficasse satisfeito com a quantidade de uma mama, era só dar o leite que reservei em um copinho como aqueles de café. Eu achei estranho, mas deu certo rs. O objetivo é não apresentar a mamadeira para o pequenino antes da hora.

O próximo passo é na mamada seguinte fazer o inverso, tirar o leite da outra mama que você ainda não usou o extrator e dar de mamar com a outra. Assim, somando as duas extrações você saberá quanto leite está produzindo.

Bom, eu nem sabia como tirar leite né, então me explicaram que há três formas principais:

* Bomba Manual

Eu usei essa da Avent:



Fonte: Site - https://www.semprebaby.com.br/bomba-de-tirar-leite-manual-avent.html#

Essa bomba é mais barata que a elétrica e é bem fácil de higienizar. O ponto negativo para mim é que dava muito trabalho ficar apertando, eu me cansava muiiiito.

Se eu puder dar um conselho, fujam dessa aqui, dói muito na minha opinião:



Fonte: http://www.amarsempre.com.br/produtos-index/categorias/388728/bomba_tira_leite_manual.html

* Bomba extratora de leite elétrica

Eu não comprei, mas se você é do tipo que tem muito leite ela pode ser um santo remédio, ajuda a evitar o empedramento, as febres e até na fácil extração para armazenamento, assim, mesmo longe, seu bebê pode mamar leite materno.

Eu usei quando fui a um banco de leite e lá me explicaram que isso me ajudaria a contabilizar de forma mais prática a minha produção. A máquina era tipo essa:



Fonte: http://dicalinks.com/como-usar-uma-bomba-de-leite-do-tipo-bulbo/

Caso você não queira comprar você pode alugar por um determinado período. Entre em contato com algum banco de leite da sua cidade que eles indicaram como fazer.

* Ordenha manual

Esse tipo de ordenha não é difícil, mas para mim era chata e demorava bastante. Você precisa de um recipiente como uma mamadeira ou pote com medida para depositar o leite durante a coleta, depois é só fazer a pega igual a da amamentação, porém, ao invés de colocar na boca da criança, a gente aperta como seu fosse espremer um pouco:



Fonte: http://karolinejeremias.blogspot.com.br/2013/03/como-fazer-ordenha-manual-retirada-do.html
http://comoamamentar.com/como-tirar-o-leite-materno/


IMPORTANTE: Independente do tipo de ordenha escolhido, as mamas não podem ter leite empedrado. As enfermeiras me explicaram para fazer uma massagem circular, com as pontas dos dedos ao redor da auréola até que não houvesse mais nenhum calombinho:



Fonte: http://anadoulaenutri.blogspot.com.br/2012/09/como-aumentar-producao-de-leite-materno.html

MAMÃES NÃO SE PREOCUPEM QUE NÃO DÓI(TIRANDO AQUELA QUE PARECE UMA BUZINA RS), PODE SER MEIO CHATO OU INCOMODO, MAS É MUITO IMPORTANTE CONSEGUIR SE DESFAZER DESSA NEURA "SERÁ QUE TENHO LEITE SUFICIENTE?".





domingo, 25 de maio de 2014

Dicas sobre alimentação do bebê

Gente, algumas coisas que aprendi com dica de outras mães, que li em blogs ou livros e com a pediatra:

· É o bebê que controla a comida. Por mais que a gente queira fazer o pequeninho comer é ele que sabe o que quer e se quer, a nós, só cabe transformar a experiência em algo tranquilo e não em um momento de tensão;

· Quando a gente tenta forçar a criança e comer um novo alimento ou força-la a comer "só mais uma colherada" ela perceberá a nossa ansiedade e é bem capaz de perceber que este é um modo de conquistar o controle;

· As nossas preferências alimentares interferem no que a gente oferece para os nossos bebês. Minha cunhada deu tomate para a Manu quando ela tinha 11 meses e naquele dia eu percebi que por não comer tomate eu nunca havia oferecido para Manu;

· Muitos autores afirmam que pais ansiosos podem transformas seus filhos em pessoas que não comem. As crianças captam a nossa ansiedade em relação a comida e costumam ter reações como ficae com comida na boca sem mastigar, cospem a comida, engasgam ou vomitam;

· A pediatra da Manu sempre me fala quando fico tensa: tem criança que é boa de garfo, outras gostam de petiscar e tem criança que não gosta de comer, mas isso não quer dizer que ela não tem saúde, às vezes, o pouco que elas comem consegue ser nutritivo. Eu fui dessas crianças que não gostava de comer, minha mãe passou maus bocados e eu tenho medo da Manu ser igual, por isso transfiro minha experiência pessoal para ela. Estou tentando me controlar;

· Quando a Manu esta doente ou quando os dentinhos estão rasgando a gengiva, ela prefere alimentos mais docinhos na hora das refeições como papinha de fruta ou purê de beterraba e batata doce;

· Eu odeio sujeira, mas aprendi que é muito importante deixar a criança aprender a comer sozinha, isso ajuda inclusive a melhorar a parte motora do bebê;

· Comer junto com a família pode motivar o seu bebê! Quando o neném percebe que a família toda esta na mesa comendo junto com ele (ou quem está em casa), a refeição fica mais animada e menos tensa para todos. Você pode comer nem que seja só um lanche, dessa forma ele entende que esse é o momento de comer. Além disso, criança adora imitar adulto!

· Na experiência inicial de comer sozinho é legal não colocar um prato cheio para o bebê, coloque pedacinhos de alimentos e quando ele for evoluindo você vai aumentando a quantidade de alimentos;

· Alguns autores defendem que não brinquemos com a comida e não associemos a comida com brincadeiras, eles dizem que ao brincar de avião com a colher ou algo do gênero, um dia a criança pode se sentir no direito de fazer a comida voar já que aquela colher é um avião. O senso dela do real e brincadeira ainda é meio confuso;

· Eu ainda faço errado...mas se puderem não façam! Eu uso desenhos para distrair a Manu e faze-la comer. Ela não gosta de ficar parada e esse é um dos poucos jeitos que consegui, estou tentando mudar isso.



Fonte: acervo pessoal

A Rotina da Alimentação da Manu

Eu não sei vocês, mas a alimentação sempre foi algo que me abalou um pouco. Quando a Manu não come eu ainda fico desesperada. Hoje estou aprendendo a me controlar e entender melhor as necessidades dela.

O primeiro mês de introdução dos alimentos salgados foi difícil, ela ainda pedia a mamadeira mas com o tempo foi se adaptando. Depois ela comia super bem, mesmo doente ela não perdia o apetite (só quando algum dentinho começava a nascer). De repente, com 11 meses ela ficou três semanas sem querer comer nada e ainda evitava a mamadeira, ela engatou uma super gripe + otite + virose + 4 dentinhos nascendo de uma vez. Depois voltou a comer melhor, mas já não come tanto quando comia antes, ela agora tem preferido petiscos junto com as mamadas.

Enfim, eu acredito e minha pediatra me confirmou que não há uma rotina que a gente consiga manter por muito tempo, a alimentação é feita de fases e nossa ansiedade é o maior problema nesse momento.

Bom, a rotina que eu sigo com a alimentação da Manu é um combinado entre o que eu acredito + a opinião da pediatra + a rotina da escolinha.

O que eu acredito:

· Doce é uma delícia, eu substituiria qualquer prato de comida por uma panela de brigadeiro. Por isso, vou evitar oferecer alimentos com muito açúcar até os dois anos da minha bebê, li em alguns artigos que isso ajuda a criar um paladar mais neutro, facilitando a aceitação dos legumes e vegetais. Vou tentar!

· Não como fritura por que eu e meu marido temos tendência a ter um colesterol alto. Aqui em casa a Manu dificilmente irá comer, mas ela estará livre para comer em festa ou visitando algum amigo (mas com moderação);

· Gosto de coisas mais saudáveis e acredito que a comida feita em casa é mais nutritiva, mas dou a industrializada quando passeio;

· Mesmo evitando os doces, sempre ofereço pedacinhos de novos alimentos, para a minha filha possa conhecer novos sabores. Então dou de pão de queijo e pedacinho de torta a sorvete de fruta.

A rotina da Manu:

5 MESES

7h - Leite (eu não amamentava mais)
9h - fruta (papinha)
11h - leite
12h30 - banho
13h - suco
14h - leite
17h - leite
19h30 – banho
20h - mamadeira

6 MESES (com almoço)

7h - Leite
9h - fruta (papinha)
11h – almoço (papinha de legumes)
12h30 - banho
13h - suco
14h - leite (com fruta, tipo vitamina)
17h - leite
19h30 – banho
20h - mamadeira

6 MESES (com almoço+janta)

7h - Leite
9h - fruta (papinha)
11h – almoço (papinha de legumes com caldo de carne)
12h30 - banho
13h - suco
14h - leite (com fruta, tipo vitamina)
17h – janta (igual ao almoço)
19h30 – banho
20h - mamadeira

IMPORTANTE: Muitas vezes a troca da mamadeira ou do peito por uma refeição salgada é muito difícil para criança. Ofereça sempre a papinha, independente da rejeição, quando a criança mostrar claramente que não quer, pode dar a mamadeira, não tem problema, o importante é que ela se alimente. Aos poucos ela vai aceitar a papinha, cada criança tem um ritmo.

7 MESES

7h - Leite (eu não amamentava mais)
9h - fruta (papinha)
11h – almoço (papinha que já incluía arroz, feijão, sopa, macarrão, pedacinhos de carne, mas ainda batidas no mixer)
12h30 - banho
13h - suco
14h - leite (com fruta, tipo vitamina) ou fruta batida com iogurte
17h – janta (igual ao almoço)
19h30 – banho
20h - mamadeira

8, 9 e 10 MESES

7h - Leite
9h - fruta (papinha)
11h – almoço (igual aos 7 meses, só que já não batia no mixer, deixava tudo em pedacinhos bem pequenos e bem cozido)
12h30 - banho
13h - suco
14h - leite (com fruta, tipo vitamina) ou fruta batida com iogurte. Nessa fase eu já incluía um biscoito maisena ou bolacha de água e sal ou pedacinho de pão francês, essas coisas são ótimas para estimular a dentição.
17h – janta (igual ao almoço)
19h30 – banho
20h - mamadeira

11 MESES

7h - Leite + biscoitinho maisena ou bolacha de água e sal ou bisnaguinha ou queijo branco ou cottage
9h - fruta (papinha)
11h – almoço (o mesmo que ela comia nos meses anteriores, só que agora em pedaços bem cozidos e maiores e já não amasso mais).
12h30 - banho
13h - suco
14h - leite (com fruta, tipo vitamina) ou fruta batida com iogurte + lanchinho como os do café da manhã
17h – janta (igual ao almoço)
19h30 – banho
20h - mamadeira

12 MESES

7h - Leite + biscoitinho maisena, bolacha ou bisnaguinha
9h - fruta (papinha)
11h – almoço (igual aos 11 meses) – dou metade da comida na boca e a outra metade fica para ela comer sozinha, por isso faço tudo de um tamanho que ela consiga pegar sem que seja arriscado.
12h30 - banho
13h - suco
14h - leite (com fruta, tipo vitamina) ou fruta batida com iogurte + lanchinho como os do café da manhã ou mingau
17h – janta (igual ao almoço)
19h30 – banho
20h - mamadeira



Fonte: Acervo Pessoal

IMPORTANTE: Deixei a Manu demonstrar o interesse em comer sozinha para começar a oferecer os pedacinhos, mas podia ter começado antes. Além dos pedacinhos de comida, dou uma colher pequena que cabe na mãozinha e que ela usa para tentar colocar a comida. Ah, eu li no livro Mais Segredos da Encantadoras de Bebês e sigo na minha vida, não deixo ela de fralda para se sujar, eu a deixo com a roupinha mesmo, porque a gente não vai sair com eles peladinhos em um restaurante né? Eles precisam aprender como as coisas funcionam na vida real!

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Berçário/Escolinha ou babá?

Antes mesmo de o bebê nascer, toda mãe se pergunta, e agora José? Escolinha ou babá? O que eu faço? E agora quem poderá me ajudar?

Bom, nem o Batman, nem o Chapolin Colorado e nem a Liga da Justiça inteira vai conseguir responder essa pergunta, só você mesma.

Custos:

• Uma escola mediana em São Paulo pode ter custos que variam de R$500 a R$2.500 (além das públicas). Em um bairro de classe média alta, esse valor fica em torno dos R$900 para meio período e R$2000 para o integral. Esse valor vai variar de acordo com a região que você mora e com a sua exigência em relação à instituição. Por exemplo, se você quer uma escola bilíngue, você vai ter que se preparar para gastar um pouco mais. Vi uma que custava R$3.500,00 para criança ficar das 8h às 15h (logo desisti).
• O custo de uma babá varia muito também, mas fiz uma pesquisa aqui no prédio. O valor vai de R$1300,00 a R$2.000. Babás que dirigem, estão estudando ou que possuem formações acadêmica, as chamadas tutoras, podem ganhar de R$4000,00 a R$5000,00.

Bom, na minha avaliação pessoal sobre a escola e quando ela é a melhor opção:

• Quando pelo menos um dos pais da criança trabalha em um local ou em uma área que permite sair no horário quase todo dia. Isso pq as escolas particulares cobram multa por atraso (exceto situações que todos os pais estão enfrentando, como um congestionamento) e elas são uma empresa tbm, tem horário para abrir e fechar.
• Se vocês não tem horário certo mas tem um cuidador que pode buscar.
• Criança adora ficar com criança, é ótimo para quem tem filho único aprender a dividir e interagir socialmente, já que as famílias cada vez menores ou a vida em prédios acaba nos afastando de outras crianças.
• Os primeiros anos pedem atenção total para que a criança não se envolva em situações de perigo e a escola é um local seguro e mais preparado.
• Escola tem rotina o que é ótimo para formação da criança e para o entendimento das regras.

Principais Pontos Negativos em minha opinião:

• A escola é ótima para intercâmbio de vírus e bactérias. Não são todas as crianças, mas a maioria fica doente assim que entra na escola e o quadro se repete por pelo menos alguns bons meses e até anos.
• Bateu uma febre na criança você tem que ir buscar. Rolou greve de ônibus não tem aula.
• Cada escola tem uma regra, mas normalmente elas têm férias duas vezes por ano. As públicas que conheço não fecham por tanto tempo, mas misturam as turminhas de crianças maiores e menores nessa épocas. As particulares fechar e por alguns períodos oferecem um tipo de curso extra, o de férias. Em julho você pode pagar esse extra, ou seja, além da mensalidade você paga a taxa de curso de férias, mas pelo menos continua tendo o cuidado do seu pequenino. Porém em dezembro eles fecham mesmo, ficando de 15 a 20 dias fechados normalmente, oferecendo em janeiro mais um mês do de curso de férias somado a mensalidade.

Quando eu acho que a babá é melhor:

• Quando os pais não tem horário certo para sair do trabalho;
• Quando os pais não tem nenhum outro cuidador que more na cidade que possa ajudar a buscar a criança;
• Se os pais trabalham em empresas mais competitivas ou rigorosas, pois chefe não costuma ter paciência com a saída mais cedo para buscar o filho com febre, três dias de falta por causa de uma pneumonia e por ai vai;
• Se os pais querem evitar que o filho fique doente com frequência;
• Se para os pais é importante que alguém fique o tempo todo junto da criança;
• Quando os pais têm ou pretendem ter mais de um filho. É muito difícil cuidar de crianças com idades próximas sozinho.

Principais Pontos Negativos em minha opinião:

• A criança deixa de conviver com outras crianças;
• O bebê se apega a babá como se ela fosse um membro da família, na hora de um desligamento o sofrimento da criança é bem grande;
• Funcionário tbm falta, tbm fica doente, tbm tem família, enfim, uma hora ou outra, você acabará se ausentando do trabalho, não tem jeito;
• Achar uma babá não é fácil, principalmente se você mora em uma cidade onde não tem muitos conhecidos.

Como escolher uma escola?

Bom, separa um tênis bem confortável e se prepara para andar! Eu visitei 8 escolas, muitas com a Manu no colo.

• Pergunte no seu prédio, na sua rua ou no ponto de táxi mais perto da sua casa: Você conhece alguma escolinha? Os taxistas sempre acabam levando crianças com suas mães vez ou outra e sabem dizer quais escolas são mais queridas.
• Fica de olho nos uniformes que os bebês ou pequeninos estão usando. Não tenha vergonha, no mercado, na lojinha, viu uma criança com uma roupinha, pergunta para mãe onde ela estuda, se ela gosta da escolinha.
• Bom, separou a sua lista de escolas? Ótimo! Agora é hora de visitar. Pontos que você tem que avaliar:

o É fácil de parar o carro para pegar seu baby?
o Tem segurança na porta?
o Onde fica o berçário tem escada? Se tiver, tem proteção que impede que a criança caia?
o Limpeza? É bem importante que as profissionais não usem sapatos nos ambientes em que os bebês engatinham.
o Quantas cuidadoras por criança?
o Quantas crianças no berçário? Mais que 18 é bem complicado.
o Tem banho de sol?
o Qual a pedagogia que eles utilizam? Mesmo no berçário é importante que haja um método.
o Você precisa levar a papinha ou eles oferecem? Para mim, se eu tivesse que fazer papinha (qdo trabalhava) eu estava perdida. Optei por uma escola que oferece.
o Tem agenda? A Manu estudou em uma escola que não tinha e eu achava bem ruim não ter um histórico mais claro sobre o dia a dia dela. É bem importante.
o Como funciona o quarto do soninho? Só duas escolas que visitei tinham uma pessoa que ficava sempre no quartinho. Isso é super importante, uma questão de segurança. Graças a esse cuidado que em um episódio em que a Manu sufocou dormindo por causa do refluxo, o fato de ter alguém no quarto garantiu o rápido socorro.
o Quais os cuidados caso o bebê tenha refluxo? É importante que eles tenham travesseiros anti-refluxo e outras saídas para o problema. Na escola da Manu eles tem uma cama que fica inclinada para os casos mais graves (tipo a Manu), além de usarem o bebê conforto.
o Pense a frente. Eu coloquei a Manu na escolinha com 4 meses, mas quis saber tudo o que a escola ofereceria até a hora que ela tivesse que sair. Desde atividades físicas, idiomas, como eram as brincadeiras, a qualidade e segurança dos brinquedos e tudo mais.
o O item mais importante: olhe a carinha das crianças que estão lá. Se você perceber rostinhos felizes, você pode ter certeza que ali é um bom ambiente.

Informação Extra: Quando o bebê entra na escola, vocês dois fazem uma adaptação que dura uma semana ou mais, depende mais do seu desapego do que da criança normalmente. Normalmente, nos primeiros dias você fica o tempo todo com o pequenino, vai se ausentando por períodos e depois fica na escola, mas não perto dele. Olha o primeiro dia da Manu:



Fonte: acervo pessoal

Como escolher uma babá?

Eu nem sei como escolher uma, ainda não tive essa experiência. Porém, se fosse contratar uma, acho que buscaria alguém de minha confiança por meio de indicação. Eu acho melhor quando essa pessoa te ajude desde o nascimento do sue bebê, pois assim você poderá construir a rotina da criança junto com ela e de conhece-la um pouco melhor.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Receita de Papinhas para 6 Meses - Com caldo de Carne

Amigas, não surtem. Muitas vezes o segredo para que seu filho aceite os novos sabores é a repetição (sim, às vezes só na décima vez ele vai parar de cuspir!) e, acima de tudo, a paciência.

Muitos pediatras recomendam que elas sejam amassadas ou passadas na peneira, em vez de batidas no liquidificador. Eu batia no mixer de forma leve e amassava no garfo.

A papa salgada pode ser primeiro servida na hora do almoço e, após algumas semanas, na hora do jantar também, substituindo as mamadas correspondentes.

Papa de caldo de carne com cenoura e chuchu

100 gramas de carne (um bife pequeno de carne magra, como coxão duro ou músculo)
1 cenoura
1 chuchu
1 batata-doce
água filtrada

Corte a carne em cubinhos e refogue em uma panela com um pouco de óleo vegetal. Acrescente uma pitada de sal e, quando a carne pegar uma corzinha, coloque a cenoura, chuchu e a batata descascados e cortados em pedaços pequenos. Cubra com água filtrada e cozinhe, com tampa, em fogo baixo até que os legumes estejam moles (aperte com um garfo). Separe a carne. Amasse os legumes com um garfo ou passe-os na peneira. Sirva com uma colher, só tomando cuidado para que não esteja quente demais.

Rende de 2 a 3 porções

Papa de caldo de carne com abóbora, mandioquinha (ou batata) e cenoura

100 gramas de carne bovina magra, como coxão duro ou músculo
1 fatia de abóbora
1 mandioquinha
1 cenoura
água filtrada

Corte a carne em pedaços e refogue em uma panela com um pouco de óleo vegetal. Quando começar a ficar corada, acrescente a abóbora, a mandioquinha e a cenoura descascadas e grosseiramente cortadas e uma pitada de sal, se desejar. Cubra tudo com água filtrada, tampe a panela e cozinhe em fogo baixo até que os legumes estejam moles (a abóbora pode levar mais tempo que a cenoura). Separe a carne e amasse o resto com um garfo ou passe pela peneira.

Rende de 2 a 3 porções

Papa de caldo de carne com batata-doce e beterraba

100 gramas de carne bovina magra, como coxão duro ou músculo
1 batata-doce pequena
Meia beterraba
1 fatia de ábobora
Água filtrada

Corte a carne em pedaços e refogue, até começar a pegar cor, em uma panela com óleo vegetal. Acrescente a batata-doce e a beterraba descascadas e cortadas, assim como uma pitada de sal. Adicione a água até cobrir tudo. Tampe e deixe cozinhar até que tudo esteja mole. Retire a carne e amasse a mistura que ficou com um garfo ou passe por uma peneira.

Rende de 2 a 3 porções

Papa de caldo de frango com mandioquinha e beterraba

100 gramas de peito ou coxa de frango (1 filé ou 1 coxa)
1 mandioquinha
Meia beterraba
1 chuchu
Água filtrada

Corte o frango em pedaços pequenos e refogue em uma panela com um fundo de óleo vegetal. Coloque uma pitada de sal e, quando o frango começar a ficar esbranquiçado, junte a mandioquinha e a beterraba descascadas e cortadas. Cubra com água e deixe a sopa cozinhar, com a panela tampada e o fogo baixo, até que os legumes estejam moles. Separe o frango e amasse o resto com um garfo ou passando por uma peneira.

Rende de 2 a 3 porções

Papa de caldo de frango com abobrinha, batata e cenoura
100 gramas de peito ou coxa de frango
1 abobrinha
1 cenoura
1 batata
Água filtrada

Com o frango cortado em cubos, aqueça óleo vegetal em uma panela e refogue até que mude de cor. Acrescente então a abobrinha, a batata e a cenoura descascadas e cortadas e uma pitada de sal, se quiser. Cubra tudo com a água e cozinhe lentamente até os legumes amolecerem. Retire o frango e amasse a mistura restante com um garfo ou passe na peneira.

Rende de 2 a 3 porções

Papa de caldo de frango com batata-doce e chuchu

100 gramas de peito ou coxa de frango
1 batata-doce
1 abóbrinha
1 chuchu
Água filtrada

Corte o frango em pedaços e refogue no óleo vegetal até que esteja esbranquiçado. Junte a batata-doce e o chuchu descascados e cortados e uma pitada de sal, se desejar. Acrescente a água filtrada até cobrir tudo e deixe cozinhando, em fogo baixo, até que tudo esteja mole. Separe o frango e amasse o resto com um garfo ou passe na peneira.

Rende de 2 a 3 porções

Outro jeito de se organizar para fazer as sopas ou papas é cozinhar uma panela grande só do caldo: um pedaço de carne magra ou um peito de frango, água filtrada, uma pitada de sal, se quiser um pouco de cebola. Cozinhe tudo em panela tampada ou panela de pressão. Aí você congela o caldo em recipientes pequenos (tipo forma de gelo) e no dia-a-dia cozinha os outros ingredientes das receitas acima direto no caldo.

Congelando as Papinhas

Como eu trabalhava nessa época, para facilitar a rotina na escolinha eu congelava as papinhas:



Fonte: acervo pessoal

É bem simples, compre potinhos (os de vidro dão melhores) mas eu acabei comprando de plástico. Opte pelos que podem ser levados ao congelador e ao microondas. IMPORTANTE: procure por plástico que informe ser BPA FREE, que são livres de um componente tóxico do plástico.

Coloque etiquetas com data de produção e com os ingredientes, assim vc consegue saber qual sopinha seu baby gostou mais.

Depois que descongelar, não dá para voltar para geladeira ou congelar de novo, tem que jogar fora o que não for consumido.

Não pode congelar papinhas com folhas, se quiser usar alguma, faça uma papa fresca.

O prazo máximo de congelamento varia muito. Procure na internet informações de nutricionistas. Eu normalmente, deixo em um prazo máximo de 1 mês, prefiro.


Fonte: http://brasil.babycenter.com/a4700055/as-primeiras-receitas-para-o-beb%C3%AA#ixzz32NgkDqFf

Receitas de Papinhas - 6 Meses (primeiras duas semanas)

Bom, vou contar a minha experiência, mas ela pode mudar de pediatra para pediatra né?

A primeira semana a minha indicou apenas as papinhas de legumes. A dica é simples, você mistura um tubérculo (batata, batata doce, mandioquinha, nhame...) com dois ou três legumes (chuchu, beterraba, cenoura) e você pode acrescentar ainda alguma folha (alface, couve...).

Eu evitei as folhas pq elas são de difícil digestão, mas não sou nutricionista, fiz isso por minha conta.

Para temperar: alho, cebola, salsa picadinha, óleo de girassol e uma pitada de sal (eu não usava, mas pode usar).


Receita mestre

Ingredientes:
- meia cenoura média
- 1/4 de chuchu
- 1/4 de beterraba
- 1/4 de batata
- duas folhas de alface (eu não usava)
- um pedaço pequeno de cebola
- um pouco de salsa bem picadinha
- uma pitada de sal ou nada de sal (quanto menos sal você colocar na comida melhor e seu bebê se acostumará com a comida menos salgada)
- uma colher rasa das de café de óleo de milho ou girassol

Modo de fazer
Lave bem os legumes e as folhas de alface. Coloque um pouco de água filtrada para ferver - o suficiente para cozinhar os ingredientes. Depois que a água entrar em ebulição, coloque os legumes, a alface, a cebola, o sal se desejar e o óleo. Cozinhe em panela de pressão ou em panela comum com tampa. Deixe cozinhar até que a cenoura fique macia. Amasse com um garfo, juntamente com a cebola e as folhas de alface. Acrescente a salsinha.

Legumes: cenoura, beterraba, chuchu, abóbora,abóbrinha, brócolis, couve-flor...
Tubérculos: batata, mandioca, mandioquinha, cará, nhame, batata-doce...
Folhas: escarola, couve, acelga, espinafre...

Ensaio de Gestante - adorei fazer!

Bom, existem vários profissionais que fazem ensaios de gravidinhas. Tem muita gente que tem dúvida se faz ou não né, bom, eu adorei fazer. Foi um registro lindo daquele momento tão especial.



Fonte: Fotos Fernanda Giarato

Juro que não é publicidade, mas eu amei o resultado dessas fotos, por isso indico muuuuuuuito mesmo a fotógrafa que fez, foi a Fernanda Giarato, você pode entrar em contato com ela clicando aqui.

Começando a comer - o dilema da papinha

Bom, quer saber quando eu surtei? Quando eu tive que sair só do leite e começar a dar papinha.

Olha que a Manu toma LA (leite artificial) desde os 6 dias, o que dizem que é mais fácil, mas foi um drama para mim, superado, mas no começo eu pirei.

Bom, cada pediatra segue uma linha, a minha sugeriu que começasse com papinha de fruta. Essa parte foi um pouco mais fácil, a Manu gosta do sabor mais doce. Ela deixou dar todas as frutas, menos as cítricas, inclusive morango e abacaxi. Bom, é só pegar a frutinha amassar, misturar uma com outra uma vez ou outra e o baby vai comer né? Nem sempre companheiro rs...

Levou pelo menos duas semanas para Manu engatar na papinha de fruta, ela fazia careta, tinha dia que comia banana, no outro parecia que ela odiava, ai no outro comia super bem, uma loucura rs... Mas com o passar do tempo ela foi entrando no ritmo e eu pude ir descobrindo o que ela gostava ou não.

Aos 6 meses entrou a papinha salgada! Ai o bicho pegou rs. Não é assim com toda criança viu? Tem bebê que manda ver desde o primeiro pratinho, a Manu levou quase um mês para se adaptar. Não pode desistir, tbm não dá para forçar a criança, vai oferecendo todos os dias com amor e calma que tudo se resolve.

Muitas amigas que só amamentaram no peito tiveram um pouco mais de dificuldade, pq a transição é muito grande, do peito para uma colher fria e sem graça.

O que colocar na papinha vai depender da sua pediatra. Normalmente as primeiras semanas é só de legumes e depois entra o caldo de carne, depois os pedacinhos de carne e ai a gema de ovo, o queijo e o peixe. Mas siga a dieta que ela vai indicar.



Fonte: fotos do acervo pessoal

Obs: Uma dica legal. Eu comprei nos EUA mas deve vender no Brasil tbm essas colheres que mudam de cor conforme a temperatura da papinha, ela fica meio esbranquiçada qdo está muito quente.

No próximo post eu vou dar algumas receitas de papinhas...

Onde comprar móveis para o quarto de bebê em São Paulo?

Olha essa era minha grande dúvida, eu fiquei super perdida, mas com a dica dos amigos eu me achei!

Bom, existem diversas lojas pela cidade, mas os lugares com lojas especializadas que eu conheci estavam na Rua Teodoro Sampaio e na Radial Leste.

Muitas vezes eram as mesmas lojas, com a diferença de que na radial era bem mais barato.

Eu comprei apenas a poltrona de amamentação, a cômoda que serve como trocador, os nichos de decoração e uma prateleira que eu coloquei em cima da cômoda que me ajuda para colocar os objetos do dia a dia, tipo fralda e coisas do tipo. Nessas lojas achei ainda trocador almofadado para colocar em cima da cômoda e um tapetinho para o quarto.

Eu optei pelas lojas da radial leste:

Loja Cadê o nenê?
Av. Alcântara Machado, 3330 - Móoca

Mundo do Bebê
Av. Alcântara Machado, 2290 - Móoca



Fonte: acervo pessoal

Existem outras lojas lá com ótimos preços. Eu gostei delas pq além dos móveis você acha objetos de decoração e utilitários como garrafa térmica, potinhos e mais um monte de coisa.



Móbile feito em casa - Sucesso!

Não sou contra aqueles brinquedos mega elaborados, comprei inclusive um móbile poderosão, mas a verdade é que quando o bebê é bem pequeno ele precisa de poucas informações.

Vi a ideia desse móbile no site de uma mãe que segue a pedagogia montessoriana e achei o máximo:


Fonte: acervo pessoal

Material:

* cabide
* barbante ou fitinhas de cetim
* linhas do material que vc quiser (no formato de bolinha) em cores em degradê.

Modo de fazer:

Amarre as fitinhas no centro das linhas e depois na base do cabide. Você pode pindurar um gancho no teto ou usar (caso siga o método do colçhão no chão)ou usar a estrutura do berço.

Eu usei a mesma ideia no trocador para distrair a Manu pq ela chorava muito para se trocar.

Quarto Montessoriano – eu optei!

Quando eu estava grávida, por um acaso li uma reportagem que fala de um quarto diferente, um quarto sem berço:

http://delas.ig.com.br/filhos/2012-11-01/seu-filho-precisa-mesmo-de-um-berco.html

Maria Montessori era uma pedagoga que nasceu em 1870 e faleceu em 1952. Ela criou um método com foco na “educação pela vida” que defende o respeito às necessidades de cada criança, segundo a sua faixa etária. Entendendo que mesmo as crianças, são capazes de conduzir o próprio aprendizado e caberia aos pais e professores acompanhar esse processo.

A metodologia foca na individualidade e na independência, por isso a casa e principalmente o quarto do bebê deveriam ser feitos para o bebê e não para os pais, sem aqueles móveis que acabam lotando e tornando o local um espaço que o bebê nunca fica.

O que isso quer dizer? Tudo o que for perigoso para segurança do neném não deve ser utilizado no quarto. O berço é entendido como um agente que coíbe o bebê de sua independência, se o quarto é seguro, não há motivos para ele viver preso no berço.

Alguns itens para um quarto ou casa montessoriano:

• Colchão no chão ou cama bem baixa. (Caso o seu bebê role, como é o caso da minha Manu, vc pode cercar com travesseiros e usar colchonetes ou almofadas na parede para evitar o contato com a parede fria);



Fonte: acervo pessoal

obs: O mosquiteiro é bem polêmico, tem gente que usa e tem gente que acha super perigoso para o bebê. Na minha opinião é melhor sem mesmo, a Manu vivia sendo pescada pelo mosquiteiro. Aqui em casa tem muito pernilongo no verão, por isso deixei o berço móvel neste período pq não tinha como ficar sem mosquiteiro.

• Decoração baixa, na altura dos olhos do bebê;



Fonte: acervo pessoal

• Estante de livros na altura do bebê, para que ele escolha o que quer que vc leia e mais para frente o que ele quer ler;
• Estante de brinquedos baixa, para que os brinquedos fiquem ao alcance do bebê;
• Rodízio de brinquedos: não deixe a disposição do seu filho muitos brinquedos. Ele precisa explorá-los aos poucos. Evite a todo custo aqueles baús lotados de brinquedo. (depois das festas de aniversário, guarde os brinquedos e ofereça para ele aos poucos, não de tudo de uma vez);



Fonte: acervo pessoal

• Espelho – primeiro na horizontal quando o bebê ainda não fica em pé e depois na vertical. (opte por espelhos de acrílico ou outro material que não quebre);



Fonte: acervo pessoal

• Barra – instale no quarto ou em algum corredor da casa uma barra como aquelas de segurança, dessa forma o bebê tem um local para treinar o seu andar;
• Retire da sua casa tudo o que for perigoso para o bebê. Com uma criança em casa o menos é mais, evite muitos móveis, objetos de decoração, plantas ou qualquer coisa que possa chamar atenção do seu filho;
• Cesta de tesouros – eu uso muito! Pega uma bacia de bolo ou caixinha e coloque objetos que tem haver com a rotina da casa. As crianças amam.



Fonte: acervo pessoal

Pessoal, não sou especialista no método, apenas pesquisei e adaptei o que eu pude para minha realidade. Caso se interesse, existe uma comunidade bem legal no facebook, que além de dicas sobre o quarto fala sobre brincadeiras, entre outras experiências que você pode fazer com o seu filho.